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Rossi, a estrela-mor


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EVELYN GUIMARAES [@eveguimarães]
de Misano

O GP de San Marino e da Riviera di Rimini tem esse nome charmoso aí porque a pista de Misano, que recebe a MotoGP todos os anos, fica relativamente perto de San Marino e grudada em Rimini, em uma linda região de veraneio. O circuito fica a poucos quilômetros do mar, o que dá um ar bem diferente ao evento, que é o maior da região. E que fica também muito perto de Tavullia, a cidade natal de Valentino Rossi e de Coriano, onde morava Marco Simoncelli.

A vida na região se resume ao turismo, impulsionado pelas belas praias e pela agitação nos hotéis à beira mar. É claro que a chegada da MotoGP dá uma movimentada em termos financeiros, mas não a ponto de mudar muito o ritmo das pequenas cidades ao redor do circuito. Porém, o clima MotoGP permanece o ano inteiro.  E em todo lugar há referências aos dois ídolos locais: Rossi e Simoncelli.

Não é com surpresa que se vê a verdadeira adoração que os torcedores têm por Valentino, de crianças a idosos. Não só entre os italianos. É uma loucura, eu diria. O piloto quase não consegue se movimentar pelo paddock sem parar para uma foto, um autógrafo. E o amarelo 46 está por toda parte, nos carros, no comércio, nas casas. E Rossi retribui. Aparece nos pits, acena dos boxes, inventa pinturas novas no capacete, tenta atender a todos. Ele sabe o que representa e sabe que, boa parte de tudo isso, é culpa sua. De seu carisma, especialmente.

O piloto da Ducati, de fato, faz despertar um carinho genuíno nos que o seguem, ganhando ou perdendo nas pistas. E isso é uma coisa rara em esportes de alto nível. Talvez só o futebol consiga despertar paixões assim. E é ele, de fato, que move o circo da MotoGP. Impressionante ver como a categoria vive dele. E interessante pensar como a categoria vai se virar quando a estrela-mor decidir parar.

PS – E não dá para cobrir a MotoGP sem falar dele!

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No pódio, mas longe da Ducati


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JULIANA TESSER [@JulianaTesser] de São Paulo

Valentino Rossi conseguiu seu melhor resultado do ano longe da Ducati. Neste fim de semana o italiano participou do Monza Rally Show, evento de fim de ano que reúne pilotos de diversas modalidades.

O representante da MotoGP não fez feio e ficou com o segundo lugar da competição utilizando um Ford Fiesta, atrás do octacampeão do WRC, Sébastien Loeb. Rossi, aliás, conseguiu superar o francês em dois estágios da competição.

A terceira posição ficou com Rinaldo Capello, tricampeão das 24 Horas de Le Mans. Além do italiano, participaram da prova Davide e Roberto Brivio, que fazem parte da equipe de Rossi, e terminaram a prova na sétima colocação. Uccio, também amigo de Valentino, ficou com o 31º posto. Andrea Dovizioso foi o 54ª, Claudio Corti o 60º e Andrea Iannone o 70º.

A prova deste fim de semana também homenageou Marco Simoncelli, morto em um grave acidente durante o GP da Malásia. O carro do ‘Doutor’ contava com adesivos com o #58.

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Por Simoncelli


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EVELYN GUIMARÃES [@eveguimaraes]
de São Paulo

A tradicional pista de Monza recebe, entre os dias 24 e 27 de novembro, o Monza Rally Show, evento de fim de ano, que reúne pilotos da MotoGP, do WRC, da Le Mans Series e jornalistas a cada temporada. E a prova deste ano será também uma homenagem a Marco Simoncelli, morto aos 24 anos depois de um grave acidente durante o GP da Malásia do Mundial de Motovelocidade, no dia 23 de outubro.

http://www.youtube.com/watch?v=pN9JwOu9vsI

Fã de rali, Simoncelli era um participante assíduo do evento nos últimos anos. Até por isso o italiano será, mais uma vez, lembrado e dará nome à principal corrida da competição. A lista de concorrentes da edição deste ano é vasta e inclui cinco campeões europeus de rali, pilotos do IRC, 11 campeões italianos da modalidade, além de dez representantes do motociclismo e três vencedores das 24 Horas de Le Mans.

Entre os participantes mais famosos, está Sébastien Loeb, que acabou de conquistar o oitavo título no Mundial. Dani Sordo, antigo colega de Loeb, também vai disputar a prova. Rinaldo Capello, vencedor em Le Mans, será um dos concorrentes também. Entre os motociclistas, Valentino Rossi, Andrea Dovizioso, Claudio Corti e Andrea Iannone estarão presentes.

Rossi, aliás, apresentou o layout do carro que vai competir em Monza. E mais uma vez, não deixou passar a oportunidade de homenagear o “irmão mais novo”.

O vídeo acima foi um teste que Simoncelli realizou com a equipe Ford do Mundial de Rali, em setembro deste ano.

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Ciao Marco


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EVELYN GUIMARÃES [@eveguimaraes]
de São Paulo

“Tão agressivo na pista quanto doce na vida”. Foi assim que o ‘irmão mais velho’ Valentino Rossi descreveu Marco Simoncelli. A morte do jovem piloto em Sepang, há duas semanas, gerou enorme comoção na Itália e também entre seus os pares na MotoGP. Nos boxes em Sepang, antes mesmo da confirmação da perda de Marco, os olhares eram distantes e a imagem de Valentino chorando na garagem da Ducati foi o que melhor traduziu o tamanho do dano que a MotoGP acabara de sofrer.

Apenas em seu segundo ano na categoria rainha, Marco era uma estrela ascendente e um dos pilotos mais carismáticos do grid. Da mesma escola de Rossi, o italiano já possuía uma legião de fãs por todo mundo. Até mesmo na Espanha, onde arrumou confusão com os dois astros maiores: Jorge Lorenzo e Daniel Pedrosa, além de Álvaro Bautista e Hector Barberá. Mesmo lá, era mais do que normal ver bandeiras com o número 58 nas arquibancadas.

Muito dessa adoração dos torcedores pode ser explicada pela simplicidade que o piloto demonstrava no trato com fãs e jornalistas e, claro, na extrema velocidade mostrada na pista. Simoncelli não era adepto dos espetáculos que Rossi protagonizava na pista a cada vitória, e que depois Lorenzo também se tornou seguidor. Até nisso Marco era simples. Celebrava à moda antiga, empinando a moto, fazendo graça, desajeitado que era. Foi assim nos triunfos nas 125cc e nas 250cc, também quando conquistou o título em 2008.

Os dois e únicos pódios da curta carreira na MotoGP, conquistados neste ano, tiveram a mesma comemoração. O primeiro, em Brno, veio evidentemente com um ar de alívio, de ‘até que enfim’. O piloto mal conseguiu descrever, na entrevista coletiva, a emoção pelo primeiro grande resultado do ano. Com seu inglês para lá de macarrônico, Marco apenas agradeceu o apoio da equipe e da família nos momentos mais difíceis do ano.

Ansioso por mostrar trabalho na MotoGP e finalmente provar que poderia, sim, estar entre os grandes no próximo ano, Simoncelli lutava contra os maus resultados do início da temporada. O italiano sentiu as seguidas quedas e sentiu, mais ainda, as críticas em torno de seu forte estilo de pilotagem. Sentiu, porque as mais severas declarações vieram de nomes como Pedrosa e Lorenzo. Até mesmo Rossi, que sempre o defendeu, chegou a reconhecer que o compatriota havia passado dos limites no incidente com Pedrosa, no GP da França.

Sem acusar ninguém, Marco assumiu seus erros, admitiu a ansiedade e se acalmou. Pacientemente, passou a conduzir a moto de forma menos emocional, mas com a velocidade de sempre, que era a marca registrada. E aí as quedas em corrida não mais ocorreram, vieram as poles e também o pódio na Austrália, depois de uma batalha acirrada com o rival de sempre Andrea Dovizioso. Em um de seus últimos vídeos, feito no quarto do hotel em Sepang, Marco não escondia a esperança de finalmente vencer. Ele já havia firmado contrato com a Gresini para 2012 e teria à disposição a moto de fábrica da Honda, agora equipada com o motor de 1000cc, de acordo com a nova regulamentação. E já era apontado com um dos possíveis rivais de Casey Stoner e Daniel Pedrosa para o próximo ano na luta pelo título, sem, claro, descartar a forte Yamaha.

Mas por que falar de Marco agora, duas semanas depois? Porque foram duas semanas intensas, um funeral belíssimo, emocionante e, acima de tudo, simples. 60 mil pessoas acompanharam a cerimônia nas ruas de Coriano e a RAI transmitiu tudo ao vivo. A imagem do caixão no chão, em frente à pequena igreja, rodeado pelos amigos, por diversos pilotos e pelo pai de Marco impressionou. Não houve pompa, nem óculos escuros, muito menos roupas pretas. Houve música, guitarras, aplausos. Assim como vai acontecer neste domingo em Valência. Nada mais apropriado que um minuto de caos para homenagear Simoncelli. Piloto ainda em formação, forte na pista, rápido como poucos, inquieto, mas dono de uma personalidade dócil, um menino, no fim da contas. Que nem mesmo os adversários ficavam indiferentes. A frase de Lorenzo no livro de condolências foi a prova maior disso.

Agora, assim como aconteceu com a Indy, a MotoGP, embora ainda tenha nomes fortes na pista e um ídolo dos mais carismáticos, terá de lidar com a perda de Marco, certamente um dos pilotos que poderia assumir o posto de Rossi, talvez não em resultados, mas em carisma, esse era o grande trunfo de Simoncelli, o carisma.

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Geração privilegiada


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Muito antes de sequer pensar em ganhar a vida escrevendo sobre automobilismo, já acompanhava todo tipo de esporte. Do tipo que já lia jornal de esportes com cinco, seis anos, sempre gostei. E sempre escutei aquela expressão manjada dos mais velhos que diziam que no tempo deles, tudo era melhor. E talvez tenha sido mesmo, e talvez eu diga o mesmo quando ficar mais velho.

Eu não vi Pelé, Garrincha, Di Stéfano nem Cruyff jogar. Tampouco pude assistir, ainda que pela TV, uma corrida de mitos como Fangio, Clark, Stewart ou mesmo Fittipaldi. Mas ao mesmo tempo em que perdi momentos gloriosos do esporte, não posso reclamar do que ei vi e recordo e que um dia eu vou contar para meus filhos e dizer que sim, ‘que no meu tempo, que na minha época, o esporte era melhor’.

Ao longo desses 31 anos, eu ainda recordo bem os êxitos de pilotos como Piquet (o pai), Senna, Prost, Mansell e Schumacher, os mais marcantes, isso para ficar na F1. Se for enveredar pelo esporte a motor a fora, como não mencionar Wayne Rainey, Michael Doohan e Valentino Rossi como mestres das pistas? Eu também vou poder falar sobre Alessandro Zanardi, que se não chegou a ser um campeão do mundo na F1, ganhou tudo na Indy e, mais importante que tudo, deu um X na morte e está aí, inteiro, prestes a disputar a Paraolimpíada de Londres.

Confesso que até pouco tempo atrás, não tinha lá muito acesso ao rali, por exemplo. Mas claro, já tinha ouvido falar muito bem, por exemplo, de Carlos Sainz e Tommi Makinen — o popular Antero —, tetracampeão mundial (obrigado Victor e Diogo pela correção), e do clássico Subaru 555. Até que, também pelo fato de trabalhar no Grande Prêmio e acompanhar melhor o WRC, não há como não admirar um piloto como Sébastien Loeb.

Da mesma forma, eu conhecia muito pouco da Nascar. Como não tinha TV a cabo, nem tinha como assistir as corridas naqueles superovais espetaculares, mas por tudo que eu lia nas revistas especializadas, principalmente, sabia que um certo Dale Earnhardt (o pai) era o fodão. E era mesmo. Mas aí apareceu Jimmie Johnson e ganhou tudo nos últimos anos. Se já é difícil ganhar em um ano, dada a extrema competitividade da Nascar, que dirá em cinco, ainda mais de forma consecutiva!

Mas porque eu escrevo essas linhas falando de memórias no automobilismo em geral? Pois bem, o fato é que parte dessa geração que aprendi (tenho certeza que não só eu) a admirar, encabeçada por Schumacher, Loeb, Rossi. JJ, o #48, deve seguir por um bom tempo na carreira e deve também ampliar seus recordes na Nascar, já que a categoria permite que pilotos mais velhos, como Mark Martin, por exemplo, ainda consigam ser competitivos.

Mas me refiro principalmente ao trio Schumacher-Rossi-Loeb. Na última segunda-feira, Michael já deu indicações que pode em 2011 fazer, definitivamente, sua última temporada como piloto de F1, mesmo depois de passar o ano todo falando que vai cumprir o contrato com a Mercedes até 2012. Não digo que ele tem ou não de parar, acho que ele tem feito o que mais lhe dá prazer, que é correr. E ganhando um baita dinheiro por isso. Não sigo o discurso daqueles que dizem que ele se queimou ao retornar. Ao contrário: mostra que, aos 42 anos, se tivesse um carro realmente competitivo, colocaria a molecada no bolso. Que nós, fãs do bom esporte, acompanhemos cada uma das oito corridas que restam, porque podem ser sim, as últimas de Schumcher como piloto de F1.

Da mesma forma, Rossi não tem mais nada a provar para ninguém. Ganhou tudo na Motovelocidade e poderia parar quando bem entendesse. Mas quis o italiano abraçar o novo desafio, de reconduzir a Ducati às vitórias. Mas a temporada tem sido muito difícil, já que a moto não ajuda, e as equipes rivais — Honda e Yamaha —, que foram muito ajudadas nos respectivos desenvolvimentos pelo Doutor, estão em um patamar superior. Claro que Valentino tem prazer pelo que faz, mas ele tem dado a entender, em suas últimas declarações, que está de saco cheio da moto ruim. Não duvido que ele pare no próximo ano, talvez. Mesmo sabendo que ele tem ainda muita lenha para queimar.

Mas dentre os supercampeões citados, o primeiro a encerrar a carreira deve ser Loeb. Para mim, o cara é um fenômeno do esporte. Não sei se em outro esporte de alto nível um cara consegue ser campeão mundial por sete anos consecutivos. Sei que é clichê, mas Sébastien é como vinho, quanto mais velho e experiente, melhor é nas trilhas de terra e principalmente, asfalto. O francês disse que vai decidir seu futuro no WRC na próxima semana, mas fez mistério. Disse que tem três opções: seguir na Citroën, ir para a Volkswagen e encerrar a carreira no WRC. De todas as possibilidades, a última é a mais provável.

É aquilo, não vi Pelé, Di Stéfano ou Garrincha, não vi Fangio, Clark, Stewart nem Fittipaldi nas pistas. Mas não posso reclamar. Vi Loeb, Rossi e Schumacher. Minha geração é mesmo privilegiada.

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Rivalidade dá dinheiro


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Felipe Paranhos

Como se sabe, a rivalidade entre Valentino Rossi e Jorge Lorenzo é a principal arma da MotoGP para driblar a crise e atrair mais audiência, interesse de mídia e patrocinadores. Mas olha, quem mais lucra com a rivalidade são os próprios pilotos.

No início do ano retrasado, Valentino passou a receber o apoio do energético Monster. No início deste ano, o primeiro de Rossi fora da Yamaha, Lorenzo fecha com o Rockstar, que é o terceiro colocado em vendas nos Estados Unidos, atrás do Monster e do onipresente Red Bull.

De quebra, a rivalidade ainda ajuda a Yamaha, que andava meio sem patrocínios.

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Invasão espanhola


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Luana Marino

A Espanha não é nenhuma novata no rol dos campeões mundiais de motovelocidade, embora o único título do país na categoria principal fosse, até domingo, de Alex Crivillé em 1999, quando as motos ainda eram de 500cc. Nas 125cc, a prova da força ibérica é traduzida por Angel Nieto, pentacampeão da classe nas décadas de 70 e 80, uma das lendas do motociclismo.

O que faltava, na verdade, era essa mesma força na elite das duas rodas, mas a disputa deste ano restrita entre Jorge Lorenzo e Daniel Pedrosa na MotoGP depois do acidente de Valentino Rossi mostrou que a vez é dos espanhóis. Além disso, o domínio do país nas 250cc e nas 125cc é surpreendente.

Para se ter uma ideia, o Mundial deste ano das 125cc já viu nada menos do que oito pódios totalmente espanhóis. Ano passado, isso aconteceu apenas uma vez, no GP da Alemanha. O último foi neste domingo, inclusive, com vitória de Marc Márquez. O piloto, de quebra, ainda assumiu a liderança da competição, que tem, até o momento, Nicolas Terol em segundo e Pol Espargaró em terceiro – todos espanhóis.

Ou seja, provavelmente teremos mais um campeão do país ibérico em 2010 na moto, e se levarmos em conta que Toni Elías já garantiu o título na Moto2, a Espanha está prestes a entrar para um seleto grupo que conta apenas com Itália e Grã-Bretanha até o momento: dominar três categorias da motovelocidade no mesmo ano. A Itália de Valentino conseguiu o feito três vezes, em 1950, 1975 e 1976. Já os britânicos foram superiores em 1967.

Lembrando que, naquela época, os mundiais contavam ainda com 350cc e 50cc. Então, se olharmos por este lado, a Espanha pode alcançar um feito inédito, já que o Mundial deste ano conta com três classes apenas. Seria um domínio total, com uma safra de pilotos que promete muito para as próximas temporadas.

Claro que Rossi ainda tem lenha para queimar na Ducati e totais condições de ser campeão novamente, mas o italiano vai se aposentar daqui a uns poucos anos. E ele sabe que a concorrência nos últimos Mundiais se acirrou. Vai ser mais um desafio para o ‘Doutor’ superar a espanholada abusada que vem por aí.

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Mestre


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Felipe Paranhos

Valentino Rossi sabe das coisas. O italiano sabe como utilizar todo tipo de mídia, espontânea ou não, a seu favor. Um capacete divertido, um macacão novo, um cartaz na arquibancada, uma fantasia, uma frase engraçada, uma declaração curiosa… Ele está em toda parte. Quanta coisa Rossi trouxe de bom para o motociclismo…!

É por isso que Valentino é o maior ídolo do esporte a motor desde Ayrton Senna. Michael Schumacher atraiu tantos seguidores quanto críticos. Todo mundo gosta de Valentino. Ou não?

O personagem Rossi me veio à cabeça depois de a amiga Luana Marino me mostrar a foto de fãs do italiano que o homenagearam no paddock de Assen, na Holanda, neste fim de semana. E de pedir para que eu visse o novo site do piloto. Vou fazer o mesmo com vocês. Cliquem aqui, escolham a linguagem,  pulem a introdução e comentem aqui: esse cara sabe ou não sabe das coisas?

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Rossi vai ao pódio nas 6 Horas de Vallelunga


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[Nota escrita por Luana Marino]

Valentino Rossi subiu ao pódio na sua primeira participação numa prova oficial de turismo ao terminar as 6 Horas de Vallelunga, realizada neste domingo (23) em Roma, na terceira posição. O italiano revezou o volante da Ferrari F430 com Alessio Salucci e Andrea Ceccato na categoria GT3.

A equipe de Rossi só não conseguiu uma posição melhor porque teve problemas com o motor do carro e até um princípio de incêndio. A vitória ficou com a equipe de Emanuele Pirro, que correu com um Chevrolet Corvette.

No geral, o time ficou em 11º, e a primeira posição ficou com o Lola-Judd do trio formado por Thomas Biagi, Edoardo Piscopo e Filippo Francioni.

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O melhor


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EFE

Essa foto diz tudo que precisa ser dito sobre Valentino Rossi, que conquistou neste sábado sua 100ª vitória na MotoGP — em todas as classes, que fique claro. Ninguém no mundo da velocidade tem tanto carisma quanto o italiano — e poucos têm se formos levar em conta todos os esportes.

E, obviamente, nada disso é de graça. Rossi é o maior piloto que eu já vi na minha vida, considerando qualquer porcaria com um motor e pneus de borracha. Vivi o auge da era Schumacher e sei o quanto o alemão era sensacional, mas Rossi consegue ser, além de melhor do que a rapa, ainda um verdadeiro show-man.

Minha listinha histórica (lembrem-se que sou de 1985 antes de criticarem) tem, nas cinco primeiras posições, os seguintes:

1º Valentino Rossi
2º Michael Schumacher
3º Fernando Alonso
4º Sébastien Loeb
5º Mick Doohan

E vocês? Quem são os seus melhores pilotos de qualquer coisa?

Abraços,
Francisco Luz

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