Arquivo da tag: Rubens Barrichello

Estreia com o pé esquerdo


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

A chegada de Rubens Barrichello à Globo oficialmente rendeu piadas nos bastidores. Na festa organizada pela emissora ontem à noite, que aconteceu no Credicard Hall, em São Paulo, o piloto foi apresentado como novo comentarista das transmissões de F1 ao lado de Galvão Bueno e Reginaldo Leme. Para a introdução, resolveram colocar Barrichello dentro de um carro de corrida.

O carro preparado para Rubens entrar no palco falhou na hora H (Foto: Instagram)

Só que o monoposto morreu duas vezes até que Rubens conseguisse chegar ao palco da festa. Segundo Mauricio Sytcer, colunista do UOL, o comentário recorrente entre os convidados foi de que Barrichello “já começou quebrando”.

A estreia de Barrichello, como antecipado pelo Blog de Victor Martins, acontece na quarta etapa do campeonato, o GP do Bahrein. Sua presença é garantida em pelo menos dez etapas do campeonato deste ano, que já teve duas disputadas, na Austrália e na Malásia. O líder é Sebastian Vettel.

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20 anos de Sauber e Barrichello na F1


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Vai começar, amigos e amigas amantes do automobilismo. Logo mais, a partir das 22h30 (horário de Brasília), vai começar mais uma temporada do Mundial de F1. Temporada tão aguardada quanto imprevisível. Mas neste breve post quero falar sobre outro  acontecimento importante ocorrido em 14 de março. Há exatos 20 anos, Rubens Barrichello fazia sua primeira corrida de F1. Aliás, não só Barrichello, mas também a gloriosa Sauber estreava no grid naquela nublada tarde de domingo no circuito de Kyalami, África do Sul.

Barrichello iniciou ali em Kyalami a carreira mais longa de um piloto de F1. Considerado um dos brasileiros mais bem-sucedidos depois dos campeões Emerson, Nelson e Ayrton, Rubens agora dá sequência à sua carreira na Stock Car e vai competir neste fim de semana em Curitiba. Mas, ao longo do ano, o veterano piloto será um dos comentaristas da Rede Globo na F1, como informou o boss Victor Martins no seu blog.

A Sauber jamais venceu uma corrida, mas conquistou grandes feitos em sua história. Nos tempos em que equipes vem e vão, o time liderado por Peter Sauber é o quarto mais antigo  da F1 atual, ficando atrás somente de Ferrari, McLaren e Williams. A Sauber revelou grandes pilotos, como Kimi Räikkönen, Felipe Massa, Sergio Pérez e Kamui Kobayashi, além, claro, de Michael Schumacher, quando o time suíço contava com o apoio da Mercedes e disputava o antigo Mundial de Marcas.

Além disso, a Sauber foi a primeira equipe da história da F1 a entregar seu comando para uma mulher. Monisha Kaltenborn agora é a comandante do time de Hinwil e mantém o sempre austero e discreto, porém eficiente, estilo de administração que tanto caracterizou Peter Sauber, hoje ainda presidente do conselho da equipe que leva seu nome.

Lá em Melbourne, a Sauber abre nova fase com uma dupla de pilotos renovada: Nico Hülkenberg alinhará ao lado de Esteban Gutiérrez. Ambos levarão nos novos e acinzentados C32 uma inscrição comemorativa dos 20 anos da primeira largada da equipe na F1. Lá em Curitiba, certamente Rubens Barrichello vai recordar da sua primeira corrida e do início de uma carreira bastante consistente na principal categoria do automobilismo.

Relembre abaixo a íntegra do marcante GP da África do Sul de 1993 (narrado em alemão e transmitido pela RTL), o último da F1 em solo africano, mas o primeiro de tantos da Sauber e de Rubens Barrichello. Alain Prost, vencedor da corrida, estreava pela Williams e iniciava ali sua cruzada pelo tetracampeonato. Ayrton Senna fechou em segundo e Mark Blundell, de forma surpreendente, foi terceiro colocado correndo pela então promissora Ligier, empurrada pelo motor Renault.

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Barrichello no Mackenzie


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Postzinho rápido sobre Rubens Barrichello. Antes de voltar para os Estados Unidos neste mês, quando vai guiar pela primeira vez em um circuito oval, tanto em Forth Worth, no Texas, quanto em Indianápolis, Rubens estará no Mackenzie. Não na condição de aluno, mas como palestrante. Explico.

Antes de voltar aos Estados Unidos, Barrichello dá palestra no Mackenzie (Foto: DAEG/Mackenzie)

O atual piloto da KV e dono do maior número de largadas na história da F1, com 323 GPs no currículo, vai palestrar para os estudantes no Auditório Ruy Barbosa, na próxima quinta-feira (3), às 20h. O tema? Motivação, liderança e competitividade. O evento é organizado pelo Diretório Acadêmico Eugênio Gudin.

Barrichello já é um veterano das palestras motivacionais. Sempre focando em assuntos como liderança e evolução contínua, o paulistano, que completará 40 anos no próximo dia 23, já fez palestras até mesmo para funcionários da Williams, sua última equipe na F1.

Os estudantes presentes à palestra da próxima quinta-feira vão concorrer a uma participação em uma corrida de kart na Granja Viana, em Cotia, Grande São Paulo. Como diria Victor Martins, informei.

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O primeiro treino de Mansell na Indy e o sucesso na América


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Quase 20 anos depois, a Indy volta a contar com um vencedor de GPs na F1 em seu grid. A confirmação da ida de Rubens Barrichello para a KV trouxe muitas referências à estreia de Nigel Mansell no automobilismo norte-americano. O ‘Leão’ dominou como quis a F1 em 1992, aliando talento à supremacia do Williams FW 14, na minha opinião, o carro mais fantástico da história do esporte a motor.

Claro que o momento e a circunstâncias que envolveram as idas de Mansell, e 19 anos depois, de Barrichello para a Indy, foram totalmente distintas. O Red Five cruzou o Atlântico e assinou com a Newman/Haas, que era a grande equipe da categoria — ao lado da Penske — como substituto de Michael Andretti, que fazia o caminho inverso após assinar com a McLaren para ser companheiro de Ayrton Senna em 1993.

Lembro que Mansell estava no auge, mesmo com 38 anos. Só que Frank Williams jamais fez questão de mantê-lo na equipe depois da conquista do seu título, já Senna e Alain Prost almejavam a vaga do britânico. Melhor para o ‘Professor’, que adiou o sonho do brasileiro e assinou com a Williams e foi tetracampeão meses mais tarde.

Mas Nigel não foi menos feliz que Alain. O ‘Leão’ chegou à América com status de estrela e trouxe uma divulgação que talvez a Indy jamais teve antes. E tudo começou nesse vídeo abaixo, quando Mansell testou o Lola-Ford da Newman/Haas no circuito de Firebird, com o famoso cinco vermelho estampado no carro da tradicional equipe de Paul Newman e Carl Haas.

Aí veio o sucesso, quase que imediato. Começando pela primeira corrida do ano, em Surfers Paradise, quando Mansell foi pole e venceu de maneira incrível. Na prova seguinte, o susto: uma forte batida em Phoenix ganhou repercussão mundial, (assista reportagem histórica da Rede Manchete) mas o britânico conseguiu se recuperar até com certa rapidez, voltando conquistar dois pódios na sequência, em Long Beach (terceiro lugar após largar na pole), e nas 500 Milhas de Indianápolis, novamente terceiro.

Depois de um bom começo de temporada, vieram as vitórias nos ovais de Milwaukee e Michigan, este, um superspeedway. Mais uma vitória, dessa vez em Loudon, e para fechar, a glória em Nazareth, casa da Newman/Haas. Foram dez pódios e sete poles, números que traduziram o incontestável título da Indy naquele 1993 tão supremo quanto foi Mansell um ano antes pela Williams.

Claro que Barrichello tem todas as condições para fazer uma boa temporada na Indy. A seu favor conta o fato que todos partirão do zero na tocada do carro novo. Contra Rubens pode pesar a adaptação aos circuitos ovais, mas como só serão realizadas quatro corridas nesse tipo de traçado, o prejuízo pode nem ser tão grande assim. Mas creio que nem Barrichello e talvez nem mesmo Fernando Alonso ou Lewis Hamilton conseguiriam desempenho tão avassalador quanto o de Mansell em 1993.

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Os dois lados do Rally de São Paulo


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Confesso que recebi com admiração o fato de Rubens Barrichello organizar um evento de fim de ano, chamado Rally de São Paulo. É ótimo para divulgação do esporte e a marca, no caso, a Mini, que voltou com tudo ao cenário do automobilismo mundial neste ano, com participações no Dakar e no WRC, inclusive conquistando grandes resultados, sobretudo com Daniel Sordo.

Não sei até que ponto o evento em si foi criado e promovido por Barrichello apenas para reunir pilotos, amigos e convidados em uma espécie de confraternização off-road de fim de ano ou se tem o dedo da Rede Globo para criar um espaço para a grade do domingo, geralmente vazio nessa época de fim de ano. Não sei até que ponto o Rally de São Paulo tem alguma relação com algum projeto futuro de Rubens no automobilismo, ainda mais levando em conta que sua permanência na F1 em 2012 ainda não está definida.

Opinião minha: seria MUITO legal ver Barrichello fazendo um rali pra valer depois que ele encerrar sua carreira na F1, mesmo sabendo que ele ainda tem muita lenha pra queimar na categoria. Talvez fazendo o caminho inverso de Kimi Raikkonen ao ingressar no WRC, ou mesmo no Dakar, não sem antes começar no Rali dos Sertões. Entendo que seria importante do ponto de vista de divulgação do rali aqui no Brasil e também daria nova motivação à sua vida esportiva, mesmo levando em conta que, quase aos 40 anos, motivação nunca faltou a Rubens.

Além de Kimi, o rali, seja de resistência ou de velocidade, já contou com nomes que já passaram pela F1: Robert Kubica, Jean-Louis Schelsser, Norberto Fontana e Ingo Hoffmann, que já disputou o Rali dos Sertões, por exemplo. Até mesmo Ayrton Senna já testou um carro do WRC, um Ford Sierra (veja vídeo abaixo).

Abro aqui um parêntese: outra modalidade que, creio eu, Barrichello poderia mandar muito bem e seria bastante útil é o Endurance. Por conta de sua grande experiência nas pistas, o brasileiro seria um elemento determinante no desenvolvimento de protótipos, como Allan McNish e Olivier Panis fizeram, por exemplo. Fecho parêntese.

Por outro lado, mesmo sabendo que o evento promovido pelo Barrichello não tem ligação nem visa promover o rali, a não ser pelo nome e pela marca envolvida — assim como o Desafio das Estrelas não tem como principal função difundir o kart —, acho válida uma ponderação feita pelo Guilherme Spinelli, tetracampeão do Rali dos Sertões e duas vezes top-10 do Dakar, que postou hoje em sua conta no Facebook.

“Rubens batizou o evento de Rally de São Paulo e realizará o desafio no estádio do Corinthians com transmissão da Globo/SporTV. Tudo muito legal, PORÉM O EVENTO É PROIBIDO PARA PILOTOS DE RALLY! O motivo, segundo declaração do Rubens nessa entrevista (http://www.diariomotorsport.com.br/), é que se formos convidados, desequilibraremos o evento. Porque não mudam o nome do evento então? Ficaria envergonhado se um piloto de rally organizasse um evento e proibisse qualquer outra categoria por esse motivo!!! Mas quem decide o time é sempre o dono da bola… e se não quer encarar o adversário é melhor não deixar ele jogar.”

Volto a dizer: nem o Rally de São Paulo, tampouco Barrichello, tem a menor obrigação de incluir um ralizeiro no line-up dos pilotos que vão participar do evento. Mas por outro lado, perde-se uma das únicas oportunidades de colocar um piloto da modalidade em rede nacional, principalmente levando em conta que a modalidade, embora esteja em crescimento — Rali dos Sertões indo para o 20º ano e com dois brasileiros no WRC, Paulo Nobre e Daniel Oliveira —, quase não conta com conta com divulgação na grande mídia. A participação de alguém da modalidade, como o próprio Spinelli, Palmeirinha, Oliveira, ou mesmo os veteranos André Azevedo e Klever Kolberg seria um atrativo a mais para a prova, sem sombra de dúvidas.

Fica a dica.

Em tempo:  Maurício Neves, piloto de rali dos bons (já correu inclusive pela Volkswagen no Dakar), recebeu o convite para fazer parte do Rally de São Paulo. Entretanto, Neves vai participar da prova no sábado, no evento Pro-AM, com jornalistas e artistas convidados. O convite veio na esteira do lançamento do XRC (Xtreme Rally Car), nova categoria brasileira da modalidade. Maurício é o chefe da Pro Macchina, responsável pelo projeto do novo protótipo.

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SIM, EU TORÇO PELO BARRICHELLO


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MAURO DE BIAS [@MaurodeBias]
de Bolonha

Não queria repetir o assunto do post de ontem da Eve, mas depois do último domingo, não poderia deixar passar em branco.

Eu confesso que torço muito por Barrichello. Já sofri muito bullying por isso e já precisei até esconder minha preferência para não ser barbaramente atacado em uma reunião de parentes que debatiam o assunto, há muitos anos. Lembro até hoje da cara do meu tio me olhando com um misto de nojo/surpresa/intimidação perguntando: “Você não torce pro Rubinho não, né?”

Pois hoje eu digo: SIM, eu torço pelo Rubinho!

Infelizmente, nunca foi campeão. Ainda não sei se por uma grande injustiça do universo, se por falta de força mental quando corria por equipes grandes, se realmente teve um carro igual ao do Schumacher na Ferrari ou mesmo se eu o superestimo.

O fato é que vejo em Rubens Barrichello um grande piloto. E que é ainda melhor quando corre contra as dificuldades. Rubinho sempre arruma do nada grandes atuações tirando leite de pedra com carros terrivelmente ruins e indo além do que se espera dele e do carro. Foi o que aconteceu nesse domingo, em Abu Dhabi.

O que me deixa realmente triste é que tenhamos voltado àquela situação do fim de 2008, quando Barrichello ficou sem equipe e quase deu adeus à F1, encerrando sua carreira naquele time lamentável que era a Honda. E eu duvido muito que Rubinho vá dar a sorte de cair numa equipe ano que vem que, subitamente, vai aparecer com um carro campeão.

Lamento muito pelo Barrichello. Por nunca ter sido campeão, por nunca ter vencido um GP do Brasil e por nunca ter tido da torcida brasileira o respeito que merece (ele cometeu lá seus erros, mas quem não comete?).

Infelizmente é provável que ele termine a carreira no GP do Brasil, no fim deste mês. Uma pena. Queria ainda vê-lo campeão e vitorioso em Interlagos. Mas quem sabe não temos uma corrida maluca com um resultado improvável e a Williams de Barrichello no alto do pódio?

Quem me dera…

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O que você faria?


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EVELYN GUIMARÃES [@eveguimaraes]
de São Paulo

Pouquíssimas pessoas no mundo ganham a vida fazendo aquilo que realmente amam. Daí a extrema dificuldade de se aposentar e deixar tudo para trás. Seguir em outra direção e mudar de vida. Mas a decisão pelo fim, ainda mais no esporte, é inevitável. Mais ainda quando esse esporte é de alto nível. Às vezes, é corpo que não agüenta mais, é a cabeça, é a falta de tempo para a família os fatores que levam um esportista a se retirar das competições. Mas às vezes são circunstâncias aquém do controle do atleta e aí a situação fica mais difícil. Como aceitar que não é possível mais continuar? Como aceitar que já é hora de parar?

Rubens Barrichello está em uma situação assim. Ainda se diz competitivo o bastante, motivado o suficiente para continuar na F1, mas o panorama ao seu redor já não parece tão claro assim e uma possível aposentadoria parece ser o mais provável. O brasileiro ainda luta para continuar. Faz mistério sobre sua real situação na Williams e desconversa sobre eventuais negociações com outras equipes, até porque o mercado já parece bem limitado. Ou seja, a equipe inglesa parece mesmo ser a última cartada.

Por outro lado, é inegável que Barrichello possui uma das carreiras mais sólidas da categoria e da história do Brasil no Mundial. E, diante desse histórico e do cenário que é pintado neste momento, eu pergunto: no lugar de Barrichello, o que você faria? Continuaria lutando por uma vaga, custe o que custar, mesmo que, eventualmente, conseguisse uma vaga em alguma equipe pequena? Ou optaria por encerrar a longa carreira na F1, com festa, em Interlagos, circuito onde tudo começou?

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Rali dos Sertões em ritmo de samba


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Maior competição off-road do Brasil e uma das mais importantes do mundo, o Rali dos Sertões será tema de samba-enredo da X9 Paulistana em 2012. Com o enredo chamado “Trazendo para os braços do povo o coração do Brasil… A X9 Paulistana desbrava os sertões dessa gente varonil”, a tradicional escola de samba da capital vai contar um pouco da história do Sertões, que dos dias 9 a 19 de agosto, cruzará pela 19ª vez esse imenso Brasil.

Rodrigo Cadete e Flávio Campello, carnavalescos da X9, acompanharão os dez dias da prova em agosto, de Goiânia a Fortaleza, para conhecer a dimensão de uma competição como é o Sertões. Aliás, o Sertões é muito mais que um grande rali. Além da prova em si, há uma série de medidas em prol do meio ambiente nas cidades que compõem o trajeto e, principalmente, as ações sociais lideradas pelo Instituto Brasil Solidário. Certamente, os carnavalescos terão muita história para contar na avenida.

A homenagem é mais do que merecida, por tudo o que o Rali dos Sertões representa para o esporte brasileiro. Sinceramente, eu não me lembro de outra figura do automobilismo ter sido homenageada no carnaval, pelo menos no Rio e São Paulo. Acho que só Ayrton Senna, mas não me recordo. Mas isso me fez pensar em alguns sambas-enredo ligados ao automobilismo que poderiam ser interessantes para as escolas de samba: Senna, Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi, Rubens Barrichello, Brasil na Indy… e se fosse a CBA? Seria o ‘samba do crioulo doido’?

Com a palavra, o amigo leitor.

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Tudo novo em 2012?


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Sergio Pérez na Ferrari? Kamui Kobayashi na Red Bull? Levando em conta o desenrolar da temporada até aqui, esse cenário pode não ser tão impossível assim já para o próximo ano. Fazendo uma breve análise das condições de cada piloto em seu respectivo time atualmente e também da temporada, pensei — isso não é uma informação, mas sim um pensamento que gostaria de compartilhar com os leitores do BloGP, que permite isso — e cheguei a essa configuração, talvez já para 2012, quando praticamente todas as equipes, com exceção da McLaren, poderiam ter mudanças significativas no quadro de pilotos.

Pode até mesmo ser uma VIAGEM daquelas. Mas convenhamos. A F1 mudaria consideravelmente. Já imaginou Kobayashi na Red Bull andando na frente do Vettel? Ou mesmo Pérez impondo dificuldades a Alonso em uma disputa interna na Ferrari? Como seria Massa liderando uma equipe cada vez melhor como a Renault, por exemplo? No mínimo, bem interessante.

Red Bull: Vettel e Kobayashi – Webber se aposentaria, e Kobayashi, que é a imagem da Red Bull (jovem e arrojado), assumiria a vaga;

McLaren: Hamilton e Button – essa dupla é a única que não muda. Em teoria, pilotos e equipe mutuamente satisfeitos;

Ferrari: Alonso e Pérez – Massa deixaria a equipe. Com um ano de experiência, Pérez, que é da Academia de Pilotos da Ferrari, seria alçado ao posto de titular;

Mercedes: Rosberg e Di Resta – outro caso meio claro também. Schumacher se aposentaria, e Di Resta, cria da Mercedes, assumiria seu lugar;

Renault: Massa e Petrov – longe da Ferrari, Massa conseguiria vaga na Renault se Kubica não voltar. Graças a um acordo entre Renault e Williams, a escuderia anglo-francesa emprestaria Bruno Senna para Grove;

Sauber: Bianchi e Gutiérrez – Bianchi manteria o vínculo Sauber-Ferrari e ficaria um tempo na equipe para ganhar experiência. Gutiérrez, que hoje é piloto de testes da Sauber, garantiria os patrocínios mexicanos mesmo com a saída de Pérez;

Force India: Sutil e Hülkenberg – Sutil é incógnita, mas não vejo outro. Hülkenberg entraria no lugar do Di Resta, também com a bênção da Mercedes;

Williams: Bruno Senna e Maldonado – Barrichello encerraria a carreira na equipe de Grove, e Maldonado seguiria graças aos petrodólares da PDVSA de Hugo Chávez. Senna seria emprestado pela Renault à Williams, que pode voltar a receber os motores franceses;

Toro Rosso: Buemi e Ricciardo – o melhorzinho da Toro Rosso junto com o melhor do programa de pilotos da Red Bull, Ricciardo;

Lotus: Kovalainen + 1 da GP2 – Trulli não deve seguir por muito tempo, fato. Kovalainen e mais um, que pode ser um endinheirado da GP2;

Virgin e Hispania: quem pagar mais.

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Power Farce


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Felipe Paranhos

Como vocês sabem, a pulseira Power Balance fez imenso sucesso no mundo inteiro com suas promessas. Segundo a fabricante, o uso do produto melhora o “fluxo de energia”, a força, a flexibilidade e o equilíbrio. É uma pulseirinha de silicone com um holograma no meio.

Nesta semana, depois de enquadrada por propaganda enganosa na lei do consumidor da Austrália, a Power Balance reconheceu, em comunicado, que não existe nenhuma evidência dos efeitos que eles diziam ser verdadeiros em suas peças publicitárias. “Admitimos que não há provas científicas credíveis que sustentem as nossas afirmações. Se você acha que foi enganado por nossas promoções, queremos pedir desculpas e oferecer um reembolso total.”

Pois. Entrei no site. Cinco atletas dão testemunho da eficiência do produto. Ekolu Kalama, do paddleboard, Shaq O’Neal, do basquete, Scott Kazmir, do beisebol, Teemu Selanne, do hóquei, e…

Rubens Barrichello, creditado como “duas vezes campeão do mundo”.

“No carro, você precisa ser flexível, precisa ser parte do carro, não pode ser somente um robô, precisa ser um só.”

“Quando uso a Power Balance na F1, vou ao limite da minha velocidade.”

“Coincidência ou não, a primeira vez que usei numa corrida, eu ganhei.”

É…

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Kers emagrecer? Pergunte-me como


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Felipe Paranhos

Um piloto é um atleta. Atletas não podem se dar ao luxo de engordar. Mas um atleta precisar emagrecer para ajudar a equipe é uma palhaçada, convenhamos. Fernando Alonso, 1,70 m e 68 kg, pretende perder 3 kg. Rubens Barrichello também vai perder peso, a pedido da Williams.

Tudo isso por causa do KERS. A solução que a F1 encontrou para parecer “verde” causou polêmica em 2009 e, convenhamos, não fez a menor falta neste ano. O sistema, que deu mais uma variável negativa para algumas equipes, vai voltar em 2011.

A distribuição do peso em um carro é primordial em seu desempenho, pois altera a estabilidade. Assim, os três pilotos bem mais baixos (e, portanto, mais leves) que seus companheiros levaram vantagem em 2009, como nos casos de Heidfeld-Kubica na BMW (19 pontos a 17), Vettel-Webber na Red Bull (84 a 69,5) e Fisichella-Sutil (8 a 5). As diferenças de altura nestes casos eram de 22 cm, 10 cm e 11 cm, respectivamente.

Talvez seja coincidência. Mas será que ser alto ou baixo vai entrar no critério de escolha de pilotos pelas equipes? Não duvido… Em breve, pra entrar na F1 vai ter que ser rico, carismático, bonito… e micro.

Atualização: Pessoal nos comentários mostrou que eu sou um tanga desinformado e que FI e Red Bull não tinham KERS em 2009. Portanto, os exemplos que citei não fazem o menor sentido. Desculpem os transtornos. Em obras.

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Pavilhão em bom lugar


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Felipe Paranhos

Vocês que acompanham o GP sabem que aqui ninguém gosta de patriotada. Que ninguém leva nacionalidade em conta na hora de criticar ou elogiar. E que a associação atleta-nação é visto por alguns de nós — talvez todos, não sei — como algo perigoso e complexo.

Apesar de tudo isso, gostei da ideia de Rubens Barrichello para comemorar a marca de 300 participações em GPs. A bandeira do Brasil está em capacete, macacao e na entrada de ar do carro, como se dissesse que a conquista não é só dele, mas de todos os que torceram pelo seu sucesso, por todos os que acompanharam só uma ou todas as suas corridas.

E isso é diferente de alguém de fora jogar para ele a responsabilidade de “ser o representante da nação”. Ainda mais porque, de certa forma, Rubens homenageia um país que talvez nem mereça tal deferência, tal o desdém com que tratou durante boa parte destes anos o quarto maior piloto brasileiro na F1. E esse desprendimento é para poucos.

O pavilhão verde e amarelo está em bom lugar.

Parabéns, Rubens.

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Barriquismo, antibarriquismo e afins


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Barrichello e o S do Senna no bico da Williams praticamente monopolizam as perguntas do Ao Vivo

Felipe Paranhos

Como muitos de vocês sabem, eu sou o responsável pela maioria das transmissões ao vivo do Grande Prêmio. E nesta jornada de testes coletivos em Jerez de la Frontera, na companhia de Marcelo Ferronato, que digita direto do circuito andaluz, tenho recebido ótimas perguntas e palpites de leitores. Mas o coletivo tem me espantado mais do que o individual. Vejo bastante interesse sobre a Virgin de Lucas Di Grassi, algumas questões sobre o possível rendimento de Felipe Massa ante Fernando Alonso, mas nada, nada supera a preocupação dos internautas em relação a Rubens Barrichello.

Chegam entre 70 e 80 emails por dia. Pelo menos 30 falam de Barrichello. Rendimento do motor Cosworth e suas consequências nas pretensões de título do brasileiro, a qualidade ou não do FW32, a possibilidade de Nico Hülkenberg dar trabalho… As mais diversas.

Isso me atenta para algo que notei em maio do ano passado, quando escrevi este texto para o finado Zeroforce. O deboche com que muitos tratam o piloto da Williams nada mais é do que rancor nutrido em relação àquele em quem foi depositada toda a expectativa da torcida de um país que só valoriza o campeão. Parece que não, mas muita gente caiu na conversa de “novo Senna”, em meados dos anos 1990. Por outro lado, há os que ainda torcem pelo sucesso de Rubens, piloto acima da média do grid atual, como para esfregar na cara de quem não acreditava no veterano.

Nenhum dos dois caminhos — extremos — é o ideal. Ainda me incomoda ver que no Brasil não apenas se torce doentemente pelos brasileiros — como se fosse errado não torcer para ninguém ou por um estrangeiro ou equipe em particular —, mas também se rotula o torcedor como Sennista, Piquetista, Barriquista, Massista, essas babaquices. Esse tipo de raciocínio serve tão apenas para elevar o tom das discussões e aproximar o automobilismo de uma mesa-redonda de futebol das antigas, uma Grande Resenha Facit enfiada garganta abaixo em blogs do tema.

Visto assim, como um campo de deboches e disputas entre torcedores apaixonados e reclamões, o automobilismo continua sendo assunto apenas para piadas no Casseta & Planeta e no Pânico na TV, além de objeto na mão da TV que transmite a F1 e chama as equipes por nomes aleatórios. Sem espectadores e fãs mais exigentes, que esperem mais do que a ladainha Brasil-sil-sil e os gritos contra os Dick Vigaristas do universo que não deixam os brasileiros ganharem, nada vai mudar.

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Barrichello e videogames, 19 anos atrás


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Páginas1e2

Felipe Paranhos

“É incrível o grau de realismo do jogo. As pistas, por exemplo, são idênticas às originais. O carro também responde bem aos comandos”. Nem rFactor, nem GTR Evolution, muito menos F1 2009: o jogo em questão é Super Monaco GP.

E o autor da frase, pasmem os que ainda não leram alguns comentários sobre o assunto em outros posts, é Rubens Barrichello, ainda na F3 Inglesa, em entrevista à revista Ação nº26, de março de 1991. Era a segunda edição da “A Semana em Ação – Especial Games”, que viria a ser somente Ação Games, principal revista dedicada a jogos no país.

O piloto testou Super Monaco GP para a publicação e fez comentários perfeitamente adequados à época em que aquele era o ápice que a indústria dos videogames conseguia produzir, com as mais diversas aberrações, como carros de F1 que chegavam a 430 km/h, que perdiam considerável velocidade quando passavam nas zebras, e faziam curvas fechadas sem que o jogador nem tocasse o dedo no freio.

Mas era o melhor que havia. E era legal, acreditem. Mas o que fica claro é que não foram só os jogos de corrida que mudaram nos últimos 20 anos. A diagramação das revistas também. Sem falar na TV, clássica, de caixa de madeira. E o Barrichello tinha cabelo.

Fantástico!

P.S: Meus agradecimentos ao Fabio Filocreão, que postou os links nos comentários, e ao Mister Ape, site que disponibilizou os scans. Aqui e aqui, em tamanho maior.

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Barrichello vive momento de aprendizado em equipe


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Rubens Barrichello quis fugir de uma análise fria de resultados e celebrou o avanço do trabalho da Williams no segundo dia de treinos coletivos da F1 no circuito Ricardo Tormo, em Valência, na Espanha, nesta terça-feira (2). Em entrevista dada aos jornalistas presentes na pista espanhola – incluindo o repórter do Grande Prêmio, Marcelo Ferronato –, o piloto da Williams afirmou que agora é um momento de aprendizado.

Ao responder a pergunta feita pela reportagem do GP sobre as diferenças dos dois treinos realizados nesta semana, Barrichello disse que o carro mudou bastante de segunda para terça. E foram mudanças que vieram para melhor.

Apesar de não chegar ao tempo ideal – foi o quinto colocado –, o brasileiro preferiu não entrar em pânico e ressaltou a dificuldade para ler e fazer uma análise da F1 atual devido ao fim do reabastecimento. Rubens contou que só testou até agora com bem mais da metade do tanque cheio, nunca menos, o que deixa o carro mais lento.

No mais, Barrichello demonstrou estar em lua-de-mel com sua nova equipe e fez uma série de elogios aos novos companheiros.

Aqui no BloGP, o internauta pode conferir o que o brasileiro falou após mais um treino de pré-temporada da F1.

Ouça aqui a entrevista com Rubens Barrichello, direto de Valência, na Espanha

Marcus Lellis – @marcuslellis

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O 1º dia de Barrichello na Williams


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Overdose de Rubens Barrichello nessa segunda-feira (1º). Depois de nossa entrevista exclusiva, o piloto da Williams foi para a pista de Valência, na Espanha, estreou no time britânico e acabou com o sexto lugar no primeiro dia de treinos coletivos no circuito Ricardo Tormo. O brasileiro também foi o responsável pela única bandeira vermelha da atividade. Um problema eletrônico de acelerador cortou o motor e fez o carro parar, segundo o veterano.

Depois da sessão, Barrichello deu uma longa entrevista para os jornalistas brasileiros – e a reportagem do Grande Prêmio, com Marcelo Ferronato, estava presente –, em que falou sobre o problema vivido no treino, sobre suas impressões sobre o carro de sua nova equipe, sua opinião sobre mudanças nas regras das classificações em 2010, entre outros assuntos.

Mais Barrichello aqui no BloGP. O internauta pode conferir o que o representante da Williams disse após o começo da pré-temporada da F1.

Ouça aqui a entrevista com Rubens Barrichello, direto de Valência, na Espanha

Marcus Lellis – @marcuslellis

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Rubens Barrichello, em alto e bom som para o BloGP


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Nosso enviado especial em Valência, Marcelo Ferronato, aprendeu direitinho com a já lendária Evelyn Guimarães como conseguir entrevistas exclusivas bombásticas na surdina. De mansinho, o homem de Ribeirão Preto que foi parar na Europa conversou com Rubens Barrichello.

No motorhome do piloto da Williams, o brasileiro falou sobre muitos assuntos: a hora de parar, as expectativas para 2010, a volta de Michael Schumacher, o relacionamento com Nico Hülkenberg, seu novo companheiro, e a decisão de se focar no presente e deixar o tempo passar, sem muitas preocupações com o futuro.

O internauta pode conferir o trabalho do nosso repórter na Espanha nas matérias publicadas nessa segunda-feira (1º) no Grande Prêmio e aqui no BloGP, onde ouve o áudio da entrevista, editado por este que lhes escreve.

Ouça aqui a entrevista exclusiva do Grande Prêmio com Rubens Barrichello, direto de Valência, na Espanha

Marcus Lellis – @marcuslellis

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Até ele


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Felipe Paranhos

Para variar um pouquinho, a Globo fez gracinha na transmissão da Stock Car, interrompendo a exibição para passar algumas matérias sobre a decisão do Campeonato Brasileiro.

Rubens Barrichello, de relações íntimas e notórias com a emissora, não resistiu e criticou, no Twitter: “para um fanatico em corridas nao ha nada pior do que mostrar uma entrevista de futebol no meio da corrida #peloamordeDeus”

A Stock amarga péssimos índices de audiência na Globo e é substituída até por esses nefastos Desafios Internacionais de Palitinho que a emissora promove. A categoria não ajuda muito, mas o desrespeito da TV é semelhante ao da Band com os que gostam da Indy.

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Barrichello, Gentili, Zina e o sub-20 da Xurupita


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Zina

A presença de Rubens Barrichello na entrevista coletiva da Bridgestone atraiu a atenção de dois dos programas de humor mais populares da TV brasileira: o Pânico e o CQC. Já era esperada a presença das equipes destes programas, já que o piloto da Brawn foi, por muito tempo, prato cheio para os comediantes do País, com um grande número de piadas sobre o veterano.

O CQC foi o primeiro a chegar, com Danilo Gentili. Assim que cheguei ao hotel Grand Hyatt, percebi que a produção do Pânico também já estava por lá, mas ainda não sabia quem seriam as “estrelas” que iriam aparecer. Eis que surge aquele que é chamado de o “poeta de uma palavra só”, Zina, junto com Sabrina Sato e Alfinete.

Para quem não sabe, Zina é o personagem do Pânico que ficou famoso apenas por falar “Ronaldo, brilha muito no Corinthians”. E ele realmente é um show à parte. Assim que chegou, teve para si a atenção das pessoas presentes, já que ninguém esperava que ele fosse aparecer por lá.

A intenção era promover um encontro entre Barrichello, corintiano fanático, e Zina. O problema é que demorou bastante para isso acontecer, cerca de duas horas, até Rubens cumprir todos seus compromissos. Enquanto isso, Zina dormia em uma das fileiras da sala em que ocorreu a apresentação do capacete que o brasileiro vai usar no GP do Brasil, com patrocínio da Batavo, mesma marca que estampa sua marca na camisa do Corinthians.

Como essa apresentação não foi aberta às perguntas aos jornalistas, as participações dos comediantes ficaram reduzidas à coletiva da Bridgestone, em outro local do hotel. Danilo Gentili se antecipou a todos e fez a primeira pergunta da entrevista. E não empolgou ninguém.

Primeiro, disse que Barrichello tinha uma grande desvantagem para tirar em busca do título da F1. Mas não era tão grande assim, que eram menos pontos do que aqueles que Massa levou no rosto devido ao acidente no GP da Hungria. A cara de constrangimento de Rubens era evidente.

Gentili ainda fez uma pergunta, querendo saber se “era devagar que se chegava longe”. Barrichello manteve o sorriso amarelo e respondeu: “Com certeza, bem devagarinho, sonhando, a gente chega lá”. Ninguém riu da participação de Danilo, que, realmente, não mandou muito bem dessa vez.

O Pânico ficou para o fim da entrevista, até porque na hora em que eles participassem, o tumulto seria inevitável. Alfinete, um dos personagens do programa, foi mais feliz, e sua intervenção rendeu mais risadas dos presentes. Ele queria entregar uma camisa do time sub-20 da Xurupita, lugar onde vive Zina, para Barrichello.

“Você divulgou o Corinthians para todo o mundo, agora queremos que você divulgue a Xurupita para o mundo”, disse Alfinete para Barrichello. Dessa brincadeira, Rubens gostou mais e ficou mais solto. Tanto que saiu do palco da coletiva para falar com o trio do Pânico e aceitou o presente, mas sem chegar a vestir a camisa, que tinha seu nome escrito nas costas.

Barrichello cumprimentou Zina, que elogiou o piloto à sua maneira característica. Parecia que o show tinha acabado. Mas não. Quebrando todos os protocolos, Sabrina Sato quis fazer mais duas perguntas, fazendo Flavio Gomes, o mestre de cerimônias da coletiva, arrancar os poucos cabelos que ainda lhe restavam na cabeça.

“Sabrina, o tempo é curto, temos de acabar”, falava Flavio. “Mas só mais uma pergunta”, rebatia Sabrina.

Após muito custo, a coletiva acabou. Zina continuou por lá, parecendo não saber onde estava, circulando com seu jeito avoado, saboreando os quitutes oferecidos pela organização da entrevista e terminando as gravações da matéria do Pânico.

Xurupita

Agora só resta saber se Barrichello vai, mesmo, vestir a camisa que ganhou de presente e divulgar o nome da Xurupita para o mundo da F1.

Marcus Lellis – @marcuslellis

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É amanhã?


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Sabe aquelas coisas que tem a cara de um piloto? Então… Acho que amanhã, ponto culminante de um final de semana em que o mais esperado é o resultado da briga nos bastidores e não na pista, sai a primeira vitória de Rubens Barrichello no ano. Apesar de eu achar que Vettel e Webber, pela lógica, têm um ritmo muito mais forte. Vettel, por exemplo, é o mais pesado dos dez primeiros. E marcou uma volta maravilhosa na classificação.

China, 2004

Mas, como disse, são aquelas coisas que acontecem mais com um do que com outros. Então, nada mais a cara de Barrichello do que vencer no final de semana em que as pessoas não estão tão preocupadas com quem vence ou perde a corrida.

E para você, leitor, quem vence? Será mais uma de Vettel? A décima de Rubens? A primeira de Webber?

[Felipe Paranhos]

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