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Gillette na McLaren?


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Esse é o rumor da vez no paddock da F1. A Gillette, marca de propriedade da gigante norte-americana Procter & Gamble e ligada a Bruno Senna, pode, segundo a revista alemã ‘Auto Motor und Sport’, ser a principal patrocinadora da McLaren a partir da próxima temporada. O time de Woking perderá a Vodafone no fim do ano e procura um investidor de peso para permanecer entre as equipes de ponta da F1.

A Gillette, claro, não é a primeira empresa que aparece ligada à McLaren a partir do ano que vem. O principal rumor aponta para a Telmex, gigante mexicana das telecomunicações, comandada pelo bilionário Carlos Slim, como substituta da Vodafone, que opera no mesmo ramo de atividade, só que na Europa. E, ainda por cima, haveria outro interesse, já que seu pupilo Sergio ‘Checo’ Pérez agora está no time britânico. Torcida, pelo menos da parte de Pérez, não falta.

Nesta fase, já li rumores apontando a Emirates Airlines e também a Coca Cola à McLaren. A primeira empresa já estampou sua marca nos carros cromados de Woking em um passado não muito distante. Já a Coca Cola atualmente patrocina a Lotus por meio da marca de bebidas energéticas Burn.

Voltemos à Gillette. Essa especulação remete, obviamente, a Bruno Senna, piloto que contou com o apoio da empresa principalmente nos seus dois últimos anos de F1, quando correu pela Renault e pela Williams. O primeiro-sobrinho foi sacado do grid e agora tem um novo foco na vida, já que se prepara, junto com a Aston Martin, para disputar o Mundial de Endurance nesta temporada.

Só que Bruno permanece no WEC com o patrocínio da Gillette, que bancou a maior parte do seu orçamento na Williams no ano passado. Não é difícil imaginar numa possibilidade de Senna vestir o macacão da McLaren, ainda que como piloto reserva, caso a equipe tenha, de fato, o patrocínio da P&G. Vai depender mesmo de Bruno ter o interesse em deixar o endurance para ocupar o posto de reserva e piloto de testes — que quase não testa — na McLaren.

Senna + McLaren + Honda = combinação explosiva, pelo menos do ponto de vista do marketing (Foto: Divulgação)

Mas nunca é demais lembrar que Senna + McLaren, do ponto de vista do marketing, é algo muito forte a ser explorado. Indo além, existe também outro rumor — que ganha muita força a cada dia — ligando a Honda à McLaren. Assim, a combinação Senna + McLaren + Honda hoje é ainda mais forte, quase explosiva.

Sinceramente, acho bem difícil que tal situação se torne realidade, ainda que aconteça a união McLaren-Gillette. Bruno, convenhamos, foi apenas mediano na F1 e tem diante de si um horizonte muito mais interessante no endurance, que vem crescendo a passos largos. E outra: a McLaren vem investindo muito em jovens talentos, um em especial: Kevin Magnussen. E o padrão de exigência da equipe em termos de pilotos é muito maior do que é hoje na Williams, por exemplo.

Rumores são rumores. Mas nesse mundo da F1, tudo pode acontecer.

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Vai dar liga


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Pode-se dizer que a temporada 2013 do Mundial de F1 começa hoje, 28 de janeiro. Tô maluco? Nem tanto. Afinal, hoje é o dia da apresentação do primeiro carro para a disputa do campeonato, o Lotus E21, na belíssima combinação preto-dourado. É uma das equipes que, se mantiver a curva ascendente de 2012, vai lutar pelo título neste ano.

Mas, pelo menos neste post, eu quero falar de Lewis Hamilton e da Mercedes (confesso que jamais imaginei ver o cara vestindo outro macacão que não fosse o da McLaren). Contratado a peso de ouro (US$ 100 milhões por três anos de contrato), Lewis chega para revolucionar a equipe e fazê-la, de fato, vencedora.

Comparo sua contratação pela Mercedes com a chegada de Michael Schumacher à Ferrari, em 1996. Naquela época, Maranello vivia uma seca de títulos e contratações mal-sucedidas. Nigel Mansell e Alain Prost até corresponderam e entregaram vitórias, mas não conseguiram converter em títulos a expectativa dos tifosi. Veio Jean Alesi, então considerado o ‘novo Senna’, mas tudo o que o francês de origem siciliana conseguiu foi uma vitória, no GP do Canadá de 1995, e nada mais.

Schumacher foi igualmente contratado a peso de ouro e colocou a Ferrari de volta ao caminho das vitórias e dos títulos. Claro que nada veio a curto prazo. Aos poucos, Michael estruturou uma equipe ao seu redor. Bateu na trave em 1997, sucumbiu ao domínio da McLaren de Mika Häkkinen em 1998 e 1999 — ano do pior acidente da sua carreira, em Silverstone —, mas em 2000 não teve para ninguém, abrindo uma épica sequência de cinco títulos em cinco anos.

Da mesma forma, Lewis chega a Brackley para elevar o padrão da Mercedes, algo que Schumacher não conseguiu nos últimos três anos. Nico Rosberg até conquistou uma vitória,  mas ainda lhe falta estofo para liderar uma equipe. Estofo que Hamilton parece ter de sobra depois de seis anos na McLaren, time mais tradicional da F1 depois da Ferrari.

No último fim de semana, a Mercedes divulgou um vídeo com imagens da visita de Lewis à sede alemã da escuderia, em Stuttgart. Recepcionado por Ross Brawn e por Rosberg, Hamilton vestiu o macacão da Mercedes e se mostrou empolgado pelo novo desafio. Acredito que, se houver paciência — e o piloto disse que haverá — para traçar um projeto a longo prazo, a parceria Hamilton-Mercedes pode dar muito certo. Talento não falta a Lewis. Dinheiro não falta à Mercedes. Toda a equipe trabalhará pelo britânico e não medirá esforços para gastar milhões de euros em prol de um projeto vencedor. Pode levar tempo, mas acredito que Hamilton na Mercedes vai dar liga. Como deu Schumacher na Ferrari.

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Whitmarsh diz que retorno de Kimi é ótimo para F1: “É um grande cara”


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Martin Whitmarsh, chefe de equipe da McLaren, afirmou que vê com bons olhos o retorno da Kimi Raikkonen à F1 e disse que, se a Lotus tiver um carro rápido, o finlandês será serio candidato na luta por vitórias nesta temporada

Raikkonen já foi à pista na semana passada com a Lotus (Foto: Lotus F1)

“Kimi é um grande cara e muito talentoso”. Assim Martin Whitmarsh definiu Kimi Raikkonen, que retorna à F1 neste ano e que já foi piloto da McLaren entre 2002 e 2006. O chefe da equipe inglesa exaltou a volta do finlandês, que vai defender a Lotus nesta temporada.

Raikkonen foi campeão em 2007, pela Ferrari, mas deixou o Mundial dois anos depois, quando a equipe italiana decidiu substituí-lo por Fernando Alonso. Kimi, então, disputou duas temporadas no Mundial de Rali e também participou de algumas provas na Nascar. Na F1, o nórdico possui 18 vitórias e 16 poles.

“Kimi foi muito bem nas cinco temporadas em que esteve conosco. Venceu 12 vezes e, embora ele não tenha conquistado um título com a gente, ele chegou muito perto e poderia facilmente ter sido campeão em 2003 e 2005, mas a sorte e a confiabilidade não estavam lá, infelizmente”, declarou o britânico.

“Durante uma entrevista coletiva da FIA no ano passado, e não lembro onde, fui questionando sobre o que eu achava de um eventual retorno de Kimi para 2012 e se os chefes das principais equipes deveriam apostar suas fichas nele. Minha resposta foi um inequívoco sim. E hoje estou contente com o retorno dele. Ele é um piloto popular na F1 e sua volta será ótima para a categoria”, explicou.

Whitmarsh ainda disse que vê Raikkonen como um forte candidato na briga por vitórias, se a Lotus tiver um carro competitivo. “Neste ano, teremos nada menos que seis campeões na pista. E isso é especial. Kimi não é apenas um piloto fantástico, mas também um personagem carismático e provoca um fascínio nos fãs. Se o carro da Lotus for rápido, Kimi será rápido. É simples assim na minha opinião”, completou.

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Chefe da McLaren não poupa elogios e afirma que Hamilton é brilhante


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Martin Whitmarsh, chefe de equipe da McLaren, saiu em defesa de Lewis Hamilton novamente, elogiou o piloto inglês e afirmou:  “Ele é terrivelmente impressionante”

Mesmo vivendo uma temporada tumultuada, em meio a polêmicas e críticas dentro e fora das pistas, Lewis Hamilton não deixou de ser elogiado pelo chefe Martin Whitmarsh. O comandante da McLaren voltou a defender o campeão de 2008, afirmando que o inglês é um piloto brilhante e um dos melhores do grid.

“Lewis venceu três corridas no ano passado e foi um dos três únicos pilotos a ganhar mais de uma prova. Os outros foram Sebastian (Vettel) e Jenson (Button)”, declarou o dirigente, em entrevista ao ‘The Telegraph’. “Mais uma vez, a McLaren conseguiu vencer e fazer o que a maioria das equipes jamais conseguiria, ou seja, garantir seis triunfos em uma única temporada”, completou o britânico.

"Hamilton é brilhante", diz chefe da McLaren (Foto: Carsten Horst)

“É igualmente verdadeiro dizer que a maioria dos pilotos não vai vencer três corridas como Lewis fez no ano passado. De fato, alguns dos momentos mais marcantes dentro das pistas na temporada passada foram protagonizados por ele, como na China, na Alemanha e em Abu Dhabi, e em muitos outros lugares. Além disso, ele é terrivelmente impressionante”, elogiou.

Whitmarsh, por outro lado, também reconheceu que Hamilton viveu momentos difíceis ao longo do ano. “Às vezes, quando as coisas não vão muito bem, ele guarda tudo para si. Vimos isso no ano passado em uns alguns momentos. Mas é a medida da competitividade, é o efeito colateral de sua grande vontade de vencer. Portanto, não queremos outro Lewis. Ele é um piloto de corrida verdadeiramente brilhante e um dos mais rápidos que já vimos. Por isso, no ano passado procuramos apoiá-lo 100%”, acrescentou.

Falando sobre a expectativa para 2012, o chefe da McLaren deu poucos detalhes do novo modelo da equipe inglesa, mas disse que o time tem trabalhado muito no carro que será apresentado no dia 1° de fevereiro. “Todos na McLaren estão trabalhando muito, dentro do que é humanamente possível. Embora esse nível de compromisso necessariamente envolva um sacrifício pessoal, não enxergo isso em nossa equipe. As pessoas que trabalham com a F1 estão sempre incrivelmente motivadas, e as pessoas dentro da McLaren são ainda mais”, finalizou.

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Um carro dominante


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MAURO DE BIAS [@MaurodeBias]
de Bolonha 

Fernando Alonso disse que quer a Ferrari com um carro dominante na próxima temporada e que a equipe está trabalhando duro para isso. O espanhol esteve em visita a Maranello por quatro dias e viu somente a versão de túnel de vento do carro de 2012, mas está confiante de que vai ser possível fazer o mesmo que a Red Bull fez neste ano.

Bem, a Ferrari não tem uma tarefa fácil pela frente. A Red Bull tem Adrian Newey, muito dinheiro e é insanamente competitiva em todos os esportes em que está envolvida. É difícil prever outro ano de dominação completa como foi 2011, mas não seria nenhuma surpresa se os touros vermelhos repetissem o feito em 2012. Afinal, a própria Ferrari já esteve lá e sabe como é.

A minha torcida mesmo é que Red Bull, Ferrari e McLaren (quiçá Mercedes, mas só por milagre) se embolem na disputa pelo campeonato e por cada vitória. Um campeonato disputado até a última corrida, daqueles que se assiste à etapa final sentado na ponta do sofá, quase sem piscar.

Sebastian Vettel dominou de forma incontestável as duas últimas temporadas. Especialmente a deste ano. É um grande piloto e sem dúvida já escreveu seu nome na história da categoria. Há quem goste de ver domínio, mas o campeonato fica muito mais interessante mesmo é com bons pilotos disputando cada milésimo. Então, que venha a Ferrari com um bom carro. E também a Red Bull. E também a McLaren. Daí jogam todos na pista, eles batalham ferozmente e no final nós vemos quem sai vitorioso.

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Montoya, 36


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Um dos principais expoentes do automobilismo latino-americano na última década, Juan Pablo Montoya completa nesta terça-feira (20) 36 anos de idade. O colombiano foi destaque por onde passou, seja na extinta F3000, na Indy, quando foi campeão pela Ganassi em 1999, levou a histórica edição das 500 Milhas de Indianápolis, em 2000, e depois, na F1. Na categoria máxima do esporte a motor, ‘El Gordito’ não chegou a ser campeão, mas foi o único que peitou Michael Schumacher e o encarou de igual para igual, mesmo em seu primeiro ano na Williams.

Montoya poderia ter sido campeão, tinha potencial para isso, mas esbarrou na supremacia incontestável de Schumacher e da Ferrari. Fosse Juan pilotando o outro carro de Maranello, eu arrisco dizer que a história seria diferente. O colombiano não era de aliviar o pé e jamais abriria passagem para Michael vencer uma corrida, como aconteceu várias vezes como Rubens Barrichello. Mas quis o destino que Montoya fosse para a Williams e tivesse como companheiro o irmão de Schumacher, Ralf, sumariamente batido por Juan.

Em 2004, o piloto foi responsável pela última vitória da Williams na F1. Juan Pablo cruzou a linha de chegada do GP do Brasil na ponta (veja o vídeo abaixo), e desde então, jamais outro carro FW alcançou tal primazia, o que, pelo andar da carruagem e com a equipe em decadência, é bem provável que tal momento não volte mais a se repetir. Uma pena para um time com a história que tem a Williams.

De saída de Grove, Montoya rumou para a McLaren em 2005. Tudo indicava que seria mesmo uma fase vitoriosa, e até foi. O colombiano venceu mais três vezes naquele ano, sendo a última de todas novamente no Brasil. Mas o fato é que o cara estava mesmo é de saco cheio da F1 e de Ron Dennis, tanto que em 2006, Juan Pablo se cansou de tudo e voltou para a América para ser feliz na Nascar, onde poderia comer à vontade no Burger King sem ter medo de entalar dentro do carro.

Hoje Juan ainda persegue a primeira vitória no oval pela Nascar, já ganhou algumas corridas no misto. Ele conseguiu se adaptar bem ao meio de bastante cobrança e concorrência, e na pista, alterna boas corridas com algumas que beiram o pífio. Mas se Montoya está feliz por lá, é o que vale.

Acho que faz falta para a F1 ter um cara como Montoya. Um cara que venceu em templos do automobilismo como Mônaco e Monza. Um cara não-convencional, que não tem medo de cara feia, que não tem medo de dizer o que pensa e que não se intimida com os adversários. Nesses quesitos, acho que Lewis Hamilton, que é outro craque, é o piloto que melhor encarna o espírito do colombiano na categoria máxima do automobilismo mundial.

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Button garante o título de galã da temporada 2011


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JULIANA TESSER [@JulianaTesser]

Ele pode até não levar o bicampeonato da F1 em 2011, mas já garantiu o título de galã da temporada. Jenson Button derrotou adversários como David Beckham, meia do Los Angeles Galaxy, Príncipe Harry, Orlando Bloom, o Will Turner da série ‘Piratas do Caribe’, e o seu próprio companheiro de McLaren Lewis Hamilton, e foi eleito o ‘Britânico mais bonito’ pela marca de jeans ‘Wizard’.

Button fazia parte de uma lista de 30 nomes que foi submetida à votação do público. Mais de 1.500 mulheres votaram e escolheram sua ordem de preferência.

“Um perfil bonito é, sem dúvida, uma obra divina, mas uma boa aparência é responsabilidade do homem”, explicou Sally Allen, da ‘Wizard’. “Jenson Button tem um charme natural que o colocou na pole-position do GP da Beleza deste ano”, completou.

Ao lado de Button na primeira fila está o ator Richard Armitage. Colin Firth, que ganhou o Oscar por sua atuação em ‘O Discurso do Rei’, ficou em terceiro, seguido pelo ator Clive Owen e pelo jogador David Beckham. Jude Law é o sexto, seguido pelo 007 Daniel Craig. O músico e apresentador de TV Peter André ficou em oitavo, com o jogador de críquete Alastair Cook em nono. O Príncipe Harry encerra o rol dos dez primeiros do ‘grid’.

A 11ª posição da lista é ocupada pelo músico John Barrowman, com Henry Cavill, da série ‘The Tudors’ em 12º. O comediante Russel Brand aparece em 13º, à frente de Lewis Hamilton. Os atores Bradley Walsh e Gerard Butler aparecem na sequência, seguidos pelo jornalista Zac Goldsmith. O campeão olímpico James Cracknell ficou em 18º, seguido por Hugh Grant. Orlando Bloom ficou com a 20ª e última colocação.

A ‘Wizard também elaborou uma lista das mulheres mais bonitas do mundo. O ranking publicado em maio traz Nicole Scherzinger, cantora e namorada de Hamilton, na liderança, seguida pela atriz indiana Freida Pinto e por Penélope Cruz. Keira Knightley ficou com o quarto lugar, com Michelle Pfeifer em quinto e Angelina Jolie em sexto. Halle Berry foi a sétima, seguida pela modelo israelense Bar Rafaeli. A Duquesa Catherine de Cambrige ficou com a nona colocação, com Sophia Loren fechando o top-10 feminino.

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Criiiiiise na McLaren


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Felipe Paranhos

Esta foto aí em cima criou uma pequena confusão na McLaren. Ou não. Explico mais abaixo.

A bela moça da imagem é Jessica Michibata. A modelo japonesa de pai argentino é o corpo que representa uma marca de lingerie e já fez participações em alguns comerciais de TV.

Ao mudar a foto de seu perfil no Twitter, nesta quarta-feira (9), Jessica recebeu um elogio de Gary Paffett, piloto de testes da McLaren, feito diretamente a ela: “Uau, Jessy está gostosa em sua nova foto do perfil”

O detalhe é que, como alguns já devem saber, Jessica é a namorada de Jenson Button — que, segundo Fernando Silva, é o piloto mais bonito da F1. Alguns minutos depois, o campeão de 2009 retrucou, falando a Gary: “Incrivelmente gostosa! Agora, volta para o simulador!”

Paffett, então, teve a tréplica. “Bom dia, companheiro. Bom ver você prestando atenção. Você obviamente concorda comigo”, falou, talvez meio envergonhado, antes de convidar Button para um chá e perguntar se o companheiro estava muito ocupado hoje.

Das duas uma: ou rolou uma chateação de leve entre os dois, ou é tudo uma grande gozação entre colegas. Mas que foi engraçado acompanhar, foi.

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La Rossa e The (old) Silver Arrow


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Eis aí acima os dois primeiros carros da temporada 2010. Para quem não sabe, o vermelho é a Ferrari F10, e o prateado é o MP4-25 da McLaren.

Ainda não tenho uma opinião formada sobre o desenho dos carros – que é, por enquanto, tudo que pode ser analisado. Sou favorável à proibição do reabastecimento, mas ainda estou achando tudo muito ABRUTALHADO, como os radiadores e a traseira, que contam com o espaço maior dos tanques de combustível.

Claro que o grande destaque é o SHARK FIN ou BIGORNA da McLaren. Parece bem maior do que os utilizados até hoje, e ele efetivamente é ligado à asa traseira – no geral, o final deste APÊNDICE era no AR, sem tocar no aerofólio. Vamos ver o que vai dar.

Nenhum dos dois carros me agradou muito. A Ferrari assim branca até é legalzinha, mas sei lá, sou fã do vermelhão total. A McLaren não mudou nada. E, perto da Mercedes, as duas EMPALIDECEM.

Opinem.

E curtam um RATT bem PEGADO:

Abraços,
Francisco Luz

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A “buena noche” de Hamilton e Kovalainen


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Era para ser o show de uma estrela só. O evento da Johnnie Walker, marca de uísque que patrocina a McLaren, nesta quinta-feira (15) em São Paulo para promover a segurança no trânsito prometia apenas a presença de Lewis Hamilton. Mas já que o evento era no hotel Hilton, onde a equipe inglesa está hospedada, não custava nada chamar Heikki Kovalainen e pedir para que o finlandês também aparecesse por lá. A surpresa virou brincadeira entre alguns jornalistas: “Xiii, vai ser coadjuvante que nem foi o (Adrian) Sutil na coletiva do (Rubens) Barrichello”. Até que o nórdico não foi uma peça decorativa. Participou bastante, foi bastante questionado. Não foi o show de uma estrela só.

Essa estrela seria Hamilton, que já começou o evento cometendo uma gafe. Desejou boa noite a todos em inglês. E aí, quis se aproximar do público brasileiro, ser simpático – como realmente foi durante a “noche” – e lançou: “Buenas noches”. Alguém o assoprou que ele não tinha falado em português – ou em “brazilian”, como Heikki chegou a mencionar durante a coletiva – e, sim, em espanhol. “It’s pretty close (é muito perto)”, falou o mestre de cerimônias.

As tentativas de falar português (ou espanhol) acabaram por aí. Nem um “obrigado” rolou. “Caipirinha”, a bebida oficial dos estrangeiros no Brasil, também não rolaria porque o evento queria lembrar as pessoas de que alcool e direção não combinam. Acredito que pegaria mal, sabe, piloto da F1, caipirinha, deixa quieto.

No início, o discurso tradicional dos pilotos. Hamilton lamentou não chegar dessa vez ao Brasil disputando o título. Nas outras duas vezes que veio ao país, o britânico estava no topo do campeonato. Mesmo assim, o piloto destacou que vir a São Paulo é sempre uma grande experiência e lembrou de sua idolatria a Ayrton Senna. “Quando venho aqui, sinto sua presença”, declarou. Tenho certeza que não foi a primeira vez que ouvi isso.

Kovalainen também não fugiu das declarações-padrão, lamentando o fato de a McLaren não disputar o título, mas comemorando a melhora do carro, que é bastante competitivo, e esperando um fantástico fim de semana. Bem press-release.

A integração de Lewis e Heikki com o público presente no hotel e em um bar da capital paulista – que assistia ao evento por um link ao vivo – até que foi boa. Ambos estavam bem-humorados e frequentemente fizeram brincadeiras – aí, sim, fugindo um pouco daquele protocolo cansativo da F1.

Isso aconteceu quando foi divulgado o nome do vencedor de um sorteio promovido pela ação “Piloto da Vez”. O sortudo Ronald Szafirski verá seu nome escrito na frente dos capacetes dos representantes da McLaren no GP do Brasil. “Saiba que o lugar onde está seu nome custa muito caro, alguns pagam muito dinheiro por ele”, falou Kova.

Depois, Hamilton arrancou risos ao falar que sempre é o “Piloto da Vez” quando sai com sua namorada, Nicole Scherzinger, vocalista do grupo “Pussycat Dolls”, mesmo com os pedidos dela para guiar seu carro. “Ela gosta de dirigir, mas eu nunca deixo. Eu sou o homem das corridas”, falou o inglês, para ser retrucado por Kovalainen: “Na verdade, ela é mais rápida do que ele.”

Mais um momento descontraído aconteceu quando foi questionado aos pilotos se eles dirigem de volta para seus hotéis depois de beberem o champanhe na comemoração do pódio. Heikki disse que não era preciso, já que todos têm um motorista à disposição, e que é bom tomar champanhe para relaxar nas coletivas pós-corridas. E aí ele resolveu tirar sarro com a fama alcóolica de seu país e com um personagem da F1 famoso por gostar bastante de um “mé”, como diria Mussum.

“Na Finlândia, gostamos muito de nos divertir. Vocês podem ter uma ideia disso comigo e com o Kimi (Raikkonen), já que a primeira coisa que fazemos no pódio é tomar tudo”, brincou Kovalainen.

A última parte foi reservada aos  jornalistas presentes, que poderiam sabatinar os pilotos. Pena que o tempo disponível foi muito curto. Só houve três perguntas. E as piadas acabaram, voltou aquele discurso ensaiado da categoria.

Hamilton elogiou bastante a dupla da Ferrari que será formada por Fernando Alonso e Felipe Massa. “Vai ser difícil batê-los”, falou. Alguns diriam que o inglês está com medo; para mim, é puro respeito.

Logo após, perguntado sobre o trabalho da McLaren para 2010, Kovalainen não se aprofundou muito na questão do colega, ao dizer que a equipe sabe quais foram os erros cometidos neste ano e trabalha para consertá-los. Seria interessante vê-lo comentar sobre a próxima temporada do time de Woking. Os rumores são de que ele não vai ficar para ver a recuperação que apregoou.

Por fim, ambos preferiram ficar no muro do que dar uma opinião sobre o escândalo da Renault no GP de Cingapura de 2008. “Não estou envolvido com a equipe deles, não sei o que dizer”, “Eu concentro no meu trabalho”, “Eles já foram punidos”, “Vamos falar sobre o presente”, declarações desse tipo. E, nisso, acabou a entrevista.

Fim de noite, Lewis e Heikki foram liberados porque tinham de descansar, afinal, há dois treinos nesta sexta. Hora de descansar, depois de um dia longo em Interlagos e no evento. Falaram, responderam, brincaram e deram seus recados. Por hoje é só. Então… buenas noches, Hamilton e Kovalainen.

Marcus Lellis – @marcuslellis

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