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A previsão do burro


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

O lendário Polvo Paul, sucesso da Copa do Mundo de 2010, segue fazendo escola. O programa britânico ‘Pole Position’ traz um quadro em que vários animais, de diversas espécies, fazem suas ‘previsões’ ao longo desta temporada do Mundial de F1. E para este fim de semana, o escolhido para apontar o vencedor do GP da Espanha foi o burro chamado ‘Pardal’, do zoológico de Barcelona.

Ao ser colocado diante das fotos de vários dos pilotos do grid, o burrinho Pardal não teve dúvidas e foi direto na imagem de Alonso, ‘prevendo’ a vitória do espanhol em casa. Pacheco que só, o animal ainda ‘escolheu’ Mark Webber como segundo e Felipe Massa como terceiro. Se o burro estiver certo, Massa irá ao pódio pela primeira vez nesta temporada.

Mas até aqui, os bichos não estão honrando o legado deixado pelo infalível Polvo Paul. Na Austrália, uma ovelha previu a vitória de Sebastian Vettel. Deu Kimi Räikkönen. Na Malásia, um orangotango apontou Fernando Alonso como vencedor. Mas o espanhol sequer passou da segunda volta na corrida vencida por Vettel. Uma cobra escolheu Räikkönen para vencer na China, só que aí foi a vez de Alonso vencer. E no Bahrein, um camelo escolheu Hamilton. Mas Vettel ganhou de novo.

ADENDO: encontramos o substituto do Polvo Paul. O mítico burro Pardal acertou 66% dos seus palpites no ‘Pole Position’. Além da vitória de Alonso neste domingo, o animal também acertou o pódio de Massa na Espanha, errando somente o segundo lugar, já que deu Räikkönen. Sensacional!

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Baile de debutantes


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Você começa a perceber que está ficando velho quando vê que uma corrida relativamente nova na F1, o GP da Malásia, vai completar 15 GPs na categoria. É isso mesmo. O país, que revelou Alex Yoong, e agora tem até uma equipe no grid — a Caterham de Tony Fernandes —, realizou sua primeira corrida no Mundial em 1999. Faz mesmo muito tempo!

A primeira corrida em Sepang — um dos mais belos circuitos da temporada, mas que ficará eternamente marcada pela morte de Marco Simoncelli em 2011, na MotoGP — reservou um momento histórico. Naquele 17 de outubro, a Ferrari dominou a classificação, com Michael Schumacher largando na pole e Eddie Irvine ocupando o segundo lugar. Só que era Irvine quem lutava pelo título contra Mika Häkkinen, da McLaren. Michael sofreu aquele acidente terrível em Silverstone e perdeu boa parte da temporada.

http://www.youtube.com/watch?v=5Q1p2RrtbSE

Os papeis se inverteram totalmente na quarta volta quando a Ferrari liberou o jogo de equipe. Schumacher, para ajudar Irvine, abriu passagem para o companheiro de equipe, que venceu a primeira corrida em Sepang. Michael terminou em segundo e Häkkinen, terceiro numa corrida que, bem diferente do padrão malaio, não choveu. Se bem que naquela época a prova não era realizada nesse horário de agora, quase no fim da tarde.

Alguns números interessantes na história do GP da Malásia: Schumacher e Fernando Alonso foram os que mais venceram em Sepang. Cada um deles tem três conquistas, contra duas de Kimi Räikkönen e outras duas de Sebastian Vettel. Dentre os pilotos em atividade, Jenson Button também tem um triunfo, conquistado naquele ano épico da Brawn, em 2009.

Naquele ano, Sepang viu alguns momentos épicos e que entraram para a história da F1. Primeiro, pelo temporal que desabou na região do circuito. Vejam as imagens abaixo, foi uma verdadeira hecatombe! A prova foi interrompida na 31ª volta e não mais foi retomada. Assim, os pontos foram computados pela metade. E foi naquela indefinição sobre o recomeço ou não da corrida que Räikkönen mitou ao aparecer todo tranquilo com seu sorvete Magnum nos boxes da Ferrari. A imagem eternizou o finlandês e é bem explorada pela Lotus até hoje.

Voltando aos números, a estatística do GP da Malásia mostra que Felipe Massa tem um grande retrospecto em Sepang em ritmo de classificação. O brasileiro tem duas poles, conquistadas em 2007 e 2008. Fernando Alonso também tem duas poles. O recordista, aliás, é Schumacher, o rei dos recordes, com cinco. Button, Mark Webber, Vettel e Lewis Hamilton têm uma pole cada.

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Favoritos e azarões


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Faltando apenas alguns dias para o início dos treinos do GP da Austrália, as apostas em torno do vencedor da primeira corrida do Mundial de F1 em 2013 se intensificam. Em uma rápida visita a alguns dos mais famosos sites britânicos, desses em que dá para apostar no vencedor e até mesmo em quem vai fazer a pole ou abandonar primeiro a corrida, observei que os números indicam o óbvio favoritismo de Sebastian Vettel, que já venceu uma vez em Melbourne, em 2011.

Na William Hill, uma das mais conhecidas casas de apostas do mundo, a vitória de Vettel paga 3,75 libras para cada libra apostada. Fernando Alonso e Jenson Button aparecem empatados em segundo e pagam £ 6,5/1 em caso de vitória. Já um triunfo de Lewis Hamilton em Melbourne paga £ 8,5/1, enquanto quem apostar numa eventual conquista de Kimi Räikkönen e Mark Webber vai receber £ 10 para cada libra.

Dentre os pilotos das cinco maiores equipes da F1, Felipe Massa é o menos cotado. Uma vitória do único brasileiro do grid paga, pelo menos por enquanto, £ 34 para cada libra apostada, enquanto Pastor Maldonado, que fez muita gente lucrar com sua vitória no GP da Espanha do ano passado, tem a cotação de £ 51 por cada libra apostada se vencer em Albert Park.

Obviamente, os quatro pilotos das equipes nanicas, Caterham e Marussia, são os menos cotados. Caso aconteça algo sobrenatural e Charles Pic, Giedo van der Garde, Jules Bianchi ou Max Chilton vençam na Austrália, o felizardo e sortudo apostador lucrará £ 1.001 para cada libra apostada.

Outra modalidade de jogo disponível na William Hill é a aposta em quem abandonará primeiro o GP da Austrália. Aí a lista se inverte, e os mais bem-cotados são os pilotos dos times nanicos: caso Bianchi ou Chilton seja o primeiro a deixar a corrida, quem neles apostou receberá £ 11 por libra. Romain Grosjean, que tanto ficou marcado pelos acidentes causados no ano passado, é o décimo da lista, com £ 17/1 libra.

Já os reis da consistência Alonso, Räikkönen e Vettel são, obviamente, os menos cotados como os primeiros a deixarem a corrida do próximo domingo e pagarão £ 34 por cada libra apostada.

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Taj Mahal


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Cheio de moral, de contrato renovado e em grande fase, Felipe Massa já está na Índia para a disputa da 17ª etapa do Mundial de F1. Mas antes de chegar ao circuito de Buddh, Felipe visitou o lendário Taj Mahal, um dos Patrimônios da Humanidade da Unesco e uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo — lista que inclui o Cristo Redentor. “Ir à Índia e não conhecer Taj Mahal é como ir a Roma e não ver o Papa”, diria Renan do Couto.

Muitos apontam o Tah Mahal como a mais bela expressão de amor de todos os tempos, quando o príncipe Shah Jahan construiu o templo em memória da sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam. Massa, que também vive uma relação de amor com a Ferrari, postou a foto há pouco no Twitter.

Para contar melhor a história do fabuloso Taj Mahal, nada melhor que a música eternizada pelo mítico Jorge Ben Jor!

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O adeus de duas lendas


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Querido por todos no paddock, Peter Sauber está se despedindo da F1. O mitológico dirigente suíço, que já revelou tantos nomes de sucesso no automobilismo — só pra lembrar: Michael Schumacher, Karl Wendlinger, Heinz-Harald Frentzen, Felipe Massa, Kimi Räikkönen, Sergio Pérez — comemorou seus 69 anos, no último sábado (13), em Yeongam, com a sensação de dever cumprido.

Fiz uma entrevista com Peter no fim da temporada passada, em Interlagos. Certamente, uma das que mais guardo com carinho. Sujeito de fino trato e bastante cordial, ele me atendeu de maneira extremamente solícita e sempre com um sorriso no rosto. Lembro que ele disse que estava muito feliz com sua dupla de pilotos (Pérez e Kamui Kobayashi), Sauber previu uma melhora significativa para 2012 e muitos pontos para sua equipe. E, mais uma vez, ele estava certo.

Em uma foto emblemática, divulgada pela assessoria da escuderia helvética, o velho e bom Sauber, que agora passou o bastão para a competente Monisha Kaltenborn, recebe o abraço da sua maior revelação, Schumacher, que também dará adeus à F1 em 2012.

Definitivamente, o esporte sentirá a falta desses dois.

Assim como Peter Sauber, Michael Schumacher deixará a F1 no fim do ano (Foto: Sauber)

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O dono da macarronada, parte 1


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A entrevista de Luca di Montezemolo em Monza neste sábado foi bastante disputada, claro, e também bastante interessante, por tudo que ele representa para a F1 e para a própria Ferrari. Foi legal também ver de perto o chefão e como ele lida com a imprensa, especialmente a italiana. O comandante da Ferrari falou sobre tudo: Massa, Alonso, FIA, regulamentos, criticou, reclamou e falou sobre o futuro da F1 e da própria Ferrari.

Sobre Massa, que foi a primeira pergunta, o presidente não se esquivou e disse que a equipe vai avaliar com cuidado o futuro do brasileiro e de qualquer outro que venha a ocupar a vaga dele eventualmente. “Estamos pensando em 2014”, disse, também. O italiano, que chegou atrasado e fazendo brincadeiras à entrevista, deixou claro que o que a Ferrari quer é um piloto muito mais competitivo, capaz de somar pontos em todas as corridas, em um desempenho semelhante ao de Alonso, evidentemente. Mas não que venha a incomodar a posição privilegiada que o espanhol ocupa dentro do time.

Monte falou em grande chance de Massa, que larga em terceiro neste domingo, mas disse que mesmo uma vitória amanhã não vai garantir o piloto no time. E aí surgiu o sinal de alerta de vez. É, a situação de Massa está bem mais complicada na Ferrari. As duas últimas temporadas tem sido decisivas para a escolha da equipe, que, segundo Montezemolo, não vai demorar muito para definir quem será o companheiro de Alonso em 2013. É claro que o triunfo amanhã, diante da torcida italiana, contará muito a favor de Felipe, mas será o suficiente para convencer a cúpula da equipe? Talvez Felipe precise de mais de uma vitória para ficar, pelo andar da carruagem.

Ainda durante a entrevista, e o que mostrou o quanto a Ferrari espera por um bom resultado de Massa, Montezemolo enfatizou e quase chegou a gritar: “Felipe tem uma grande chance de vencer amanhã. E a vitória significaria muito para nós, para a Ferrari e, principalmente, para o futuro dele.”

Agora é esperar, mas não muito. O time não deve esperar dezembro chegar para acertar, segundo o dirigente. E se Felipe sair, quem é o melhor para o lugar dele, principalmente dentro do que a Ferrari deseja de um novo parceiro para Alonso?

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Futuro, futuro


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EVELYN GUIMARAES [@eveguimaraes]
de Monza

Futuro. Essa foi a palavra mais usada pelos jornalistas nesta quinta-feira (6) em Monza. Na tradicional coletiva de imprensa da FIA, Lewis Hamilton e Felipe Massa foram os mais questionados, evidentemente. Ambos estão sem contrato para 2013, mas vivem situações bastante diferentes e, até por isso, as reações quando perguntados com relação ao futuro são distintas.

Felipe atravessa aquele período irritante de incerteza. Ele quer a Ferrari, é a equipe que lhe deu a oportunidade de disputar um título mundial, é onde se sente à vontade, mas também é onde tem o pior companheiro de equipe possível. O pior aí é no sentido de competitivo mesmo, de forte. Fernando Alonso não é fácil e sempre foi uma pedra no sapato de todos os seus parceiros de time até agora. A comparação com o bicampeão também deve ser difícil de lidar.

O desejo de Massa é que, ao menos, a decisão não demore. Boa ou ruim. O brasileiro quer logo, e com razão, definir a equipe que vai defender em 2012. O danado chefe Victor Martins aponta aqui um possível caminho para Felipe. E pode ser mesmo, diante do redemoinho que virou o mercado de pilotos, especialmente depois de Eddie Jordan cravar as negociações entre Hamilton e a Mercedes.

Mas Felipe, acostumado que está, se mostrou tranquilo na coletiva com as perguntas sobre seu futuro. Foi direto, como tem sido sempre. “Não há nada assinado ainda”. Não demonstrou qualquer irritação. Já sabe bem como a banda toca por aqui. Mas disse que precisa de resultados. Reiterou, aliás, o que havia dito semana passada aos jornalistas brasileiros. São os resultados, no fim das contas, que vão garanti-lo na Ferrari, assim como deseja. Não tem muito segredo. Por isso, talvez, a indiferença com relação às insistentes perguntas.

Já Hamilton levantou com o pé esquerdo hoje. Estava com cara de poucos amigos na coletiva. Quase nem interagiu com os colegas, apesar da insistência de Alonso em puxar um papinho entre uma pergunta e outra.  E Lewis, já bastante escaldado de polêmica neste ano, preferiu respostas lacônicas, meio à Raikkonen. Mas sem a parte engraçada.

Hamilton não quis saber de falar de rumores e nem do episódio do Twitter da semana passada. Disse apenas que não sabe onde vai correr em 2013 e que, neste momento, seus empresários estão negociando com a McLaren. É claro que Lewis anda irritado e inquieto. E o lance do Twitter em Spa foi só mais uma prova disso. A vida pessoal é quase sempre estampada nos jornais, Jenson Button, desde que chegou à equipe, ganhou grande espaço e respeito e por aí vai. Assim como Massa, o inglês também deseja uma definição rápida.

Mas, do mesmo jeito da semana passada, será que uma mudança também não faria bem para Hamilton nesta altura da carreira? E que equipe, no grid, suportaria a vida/celebridade que o piloto leva? Aí é com vocês, leitores do BloGP, o que acham que Lewis deveria fazer?

Pessoalmente, eu acho que ele não deixa a McLaren, pela plena certeza de que a equipe é a única que pode conduzi-lo a um segundo título.

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Massa e a Ferrari


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EVELYN GUIMARAES [@eveguimaraes]
de Spa-Francorchamps

Ontem, quinta-feira e sem atividades de pista, foi um dia basicamente de entrevistas aqui em Spa-Francorchamps. Fernando Alonso, Kimi Raikkonen, Sebastian Vettel, Mark Webber e Lewis Hamilton foram os pilotos mais disputados pelos jornalistas. E as perguntas praticamente se concentraram na briga pelo campeonato.

Raikkonen, Hamilton e Webber trataram de jogar a pressão de vencer em cima do espanhol da Ferrari. Esperto, Alonso rebateu e disse que tem o pior carro entre os postulantes ao título. Lewis fez pouco da declaração do rival e afirmou que, para Fernando, é fácil falar assim. O asturiano ainda apontou Vettel como candidato mais forte, mas não esqueceu a McLaren.

Porém, a entrevista mais interessante foi mesmo de Felipe Massa. Fora da luta pelo título, o brasileiro se vê às voltas com uma briga um pouco mais dura, que é a de permanecer na Ferrari em 2013. Praticamente todas as perguntas estiveram relacionadas com o futuro do brasileiro. Ele mesmo, em todas as respostas, procurou enfatizar que o objetivo para a segunda parte do Mundial é obter resultados que facilitem as conversas com a Scuderia.
E o que se pôde perceber é que a equipe vermelha é a única coisa que Felipe quer mesmo. Ao ser questionado sobre o motivo da Ferrari em mantê-lo, Massa hesitou e disse que é bom piloto, que é capaz de também vencer na equipe e que, por isso, merece ficar. Uma vitória, segundo ele, mudaria tudo.

E isso ficou ainda mais claro quando foi questionado se não seria melhor mudar de ares. A resposta foi seca: “Depende”. O depende aí é ter a chance em uma equipe competitiva. Mas essa chance também parece bastante pequena, já que as principais vagas estão praticamente decididas ou em fase final de definição. Felipe sabe disso. Mas isso também não interessa.

De modo geral, Massa não se vê fora da Ferrari. A ideia e a vontade dele é ficar, não há dúvidas. É claro que permanecer na Ferrari significa segurança, apesar do constante clima de cobrança e pressão. Mas será que não seria o caso do brasileiro buscar o risco? Tentar algo novo, para tentar até encontrar a velha forma?

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Portas abertas


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Post curto porque o tempo é igualmente escasso. E não é que a Red Bull, depois de muito falar que conversaria com Mark Webber sobre seu futuro em agosto, durante as férias de verão, renovou seu contrato? Não foi uma surpresa, visto o belo desempenho que o australiano tem conseguido neste ano, andando até melhor que Sebastian Vettel e sendo um dos destaques da temporada. Vale lembrar que a Red Bull foi a primeira equipe a definir a sua dupla de pilotos para 2013, o que é sempre importante.

No meio das declarações comemorando e comentando a renovação de contrato com a “grande família” Red Bull, Webber disse algo importante: que, confirmando os rumores, conversou com a Ferrari, sim, mas que preferiu ficar onde está, até pelo fato de conhecer todo mundo e tal. E é aí onde entra o X da questão. Como fica a cabeça de Felipe Massa ao saber que sua equipe negociou com outro piloto para ocupar sua vaga no ano que vem?

Renovação de Webber com Red Bull pode ajudar Felipe a seguir em Maranello (Foto: Ferrari)

À parte disso tudo, aumentam muito as chances de Felipe seguir o caminho de Webber e renovar com a Ferrari pelo menos por mais um ano. O brasileiro tem potencial de sobra e mostrou, no GP da Inglaterra, que ainda é forte, combativo e tem muita lenha para queimar. Depois do bom quarto lugar em Silverstone, Massa ganhou ainda mais confiança, ainda mais porque sabe que só depende dele e dos resultados das próximas corridas a sua permanência em Maranello.

Stefano Domenicali disse que a Ferrari não tem pressa para definir o parceiro de Fernando Alonso para 2013. Muito provavelmente a cúpula do time italiano espera que Felipe repita, nas próximas etapas, o que fez em Silverstone. Se isso acontecer, é improvável que a Scuderia opte por outro piloto.

‘Checo’ Pérez parece ser carta fora do baralho, pelo menos para 2013. O próprio poderoso chefão Luca di Montezemolo já disse que o mexicano, embora seja bastante talentoso, ainda é verde para ocupar uma vaga de titular em Maranello. Aí, com Webber como grande ameaça ao seu lugar em 2013 com futuro já garantido, não parece haver nenhum outro piloto que possa colocar sua posição em xeque. Ou há?

Paul di Resta parece ser mesmo o homem para o futuro da Mercedes, já que vem sendo forjado pelo time alemão há muito tempo. No último domingo, Alonso e Lewis Hamilton trocaram capacetes, indicando que aquela ferrenha e histórica rivalidade de 2007, dos tempos de McLaren, ficou mesmo no passado. Mas daí ao espanhol aceitar dividir os boxes de uma equipe com Lewis, em seu último ano de contrato com Woking, vai um caminho enorme. Kamui Kobayashi seria um baita nome, mas quase impossível de ver o mito desembarcar em Maranello. Então tudo aponta mesmo para a permanência de Massa na Ferrari.

O leitor também acredita que Felipe vai ficar na Ferrari na próxima temporada? Opine!

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Ferrari e a formação de pilotos italianos: dois caminhos


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva]
de Sumaré

Riccardo Patrese expressou sua insatisfação com o atual momento do automobilismo italiano. A crise foi evidenciada pela dispensa de Jarno Trulli da Caterham para dar lugar ao apenas mediano russo Vitaly Petrov. Dessa forma, o país da ‘velha bota’ ficou sem nenhum representante na F1.

De certa forma, Patrese culpou a Ferrari pelo desenvolvimento capenga de jovens talentos italianos e alegou que a escuderia não ajuda no trabalho com a nova safra de esportistas locais. O que, de certa forma, é até verdade. Mas tudo tem dois lados.

É fato que a Ferrari jamais priorizou o trabalho com jovens italianos. Tanto que os dois principais nomes da Academia de Pilotos do time são estrangeiros: Jules Bianchi e Sergio Pérez, este, com boas chances de até ser alçado ao posto de titular de Maranello na próxima temporada se Felipe Massa não fizer um ano muito bom.

Ao longo de sua história, a italiana Ferrari sempre deu preferência a pilotos estrangeiros

Apenas para ficar na era moderna da F1, ou seja, dos anos 80 em diante, lembro que a esquadra de Maranello teve como titulares o já falecido Michele Alboreto, Ivan Capelli, anos depois, e só. Luca Badoer e Giancarlo Fisichella substituíram Felipe Massa em 2009, mas na condição de tampões. Só Alberto Ascari, lá no começo dos anos 50, foi campeão pela Ferrari na condição de representante da Itália.

Mas fazendo uma analogia com o futebol, por exemplo, a Ferrari não está errada. Muitos clubes da Europa chegam a colocar 11 titulares estrangeiros em campo. Lembro muito da Internazionale e do Arsenal, embora o time londrino, bem aos poucos, vem trabalhando mais com jogadores ingleses. Isso denota uma categoria de base fraca dessas equipes.

Ainda no futebol, o Barcelona parece ser uma das poucas exceções, talvez a única, por aliar sucesso na base, conseguir alçar os jovens à equipe principal e construir um time vitorioso. Outros, como o Real Madrid, tentam compensar a formação capenga de jogadores gastando rios de dinheiros na compra de craques consagrados, como Cristiano Ronaldo e Kaká, por exemplo.

É dessa forma que eu vejo a Ferrari nesse sentido. Não consigo ver a equipe como a vilã, como a responsável pela falta de bons e jovens pilotos italianos, longe disso. Se é um time e que se propõe a ser o melhor do mundo, nada mais natural do que contar com os melhores, independente se o piloto seja alemão, tailandês, coreano ou até mesmo italiano. Se há capital para se dar a esse luxo todo, não é pecado nenhum.

Mas o argumento de Patrese faz sentido. A Ferrari, por toda a condição financeira que dispõe, poderia criar uma equipe junior na GP3, GP2, World Series e até mesmo na F1. Os exemplos existem aos montes, como já fazem Red Bull, Caterham, Lotus e até Marussia, para atuar no desenvolvimento de novos talentos.

Creio que seria uma boa ideia para as próximas gerações, já que a fase atual é dura, bem dura: um país depender dos eternos Luca Fillipi e Davide Valsecchi não deve ser lá muito animador.

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O incentivo que vale


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Cá estou de volta para os dias finais de trabalho no plantão de fim de ano. Confesso que acompanhei pouco o dia a dia do automobilismo nesse tempo, precisava descansar, enfim. Mas ainda assim, no Facebook, vi um exemplo do trabalho feito pela Telmex na formação e desenvolvimento de jovens pilotos mexicanos que gostaria de contar aqui.

Na última terça-feira (20), a empresa anunciou a contratação de Franco Aragonés, de apenas 15 anos. Comandada por Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, a Telmex planeja para o ainda menino um futuro nos mesmos moldes do que já foi traçado para Sergio Pérez, que fez ótimo primeiro ano na F1, e também para Esteban Gutiérrez, campeão da GP3 e que concluiu temporada de aprendizado na GP2 neste ano para lutar pelo título.

Aragonés é a próxima joia da academia de pilotos da Telmex. Depois de ter adquirido experiência nos monopostos na Skip Barber, o jovem mexicano vai trilhar o caminho de Pérez e Gutiérrez e correrá a F-Renault Inglesa em 2012. O projeto é consistente, tem base, continuidade e é bastante similar ao que a Red Bull faz com pilotos de todo o mundo, mas claro, a Telmex dá espaço para o desenvolvimento de pilotos do seu país. Nada mais legítimo. Incentivo e apoio aos esportistas de sua terra.

Se eu não estiver enganado, no Brasil, o único projeto criado para incentivar e apoiar jovens da categoria de base é a F-Futuro, certame apadrinhado por Felipe Massa. A iniciativa é ótima, mas não basta. Uma vez que o futuro econômico brasileiro é promissor, falta um claro projeto de incentivo e apoio a jovens talentos desde a base até à F1, como faz a Telmex e como fez, no começo da década passada, a Petrobras.

O futuro do Brasil na F1 é sombrio. Por enquanto, apenas Massa está garantido no grid da categoria em 2012. Bruno Senna, segundo foi noticiado, já até assinou contrato com a Williams, mas o piloto até já admitiu seguir os caminhos de Nelsinho Piquet e cruzar o Atlântico para disputar a Nascar. Rubens Barrichello segue como incógnita para a próxima temporada. As promessas, antes cantadas aos montes, hoje são poucos: Felipe Nasr, Lucas Foresti, Cesar Ramos, Guilherme Silva, Pietro Fantin, Yann Cunha e Luir Miranda, por exemplo.

O buraco, como bem se sabe, é mais embaixo. Adriano Buzaid e Gabriel Dias, ambos com reconhecido talento, tiveram de dar um tempo em suas carreiras — promissoras — por conta da (falta de) grana. Ao que me consta, os nomes citados no parágrafo acima não contam com grande orçamento, o que torna os anos que virão um enorme ponto de interrogação. O próprio Nasr me disse que só o talento não basta se não houver o tal do combustível financeiro.

Ao Eike Batista e a tantos outros empresários dispostos a investir no esporte, desde a base até o automobilismo de alto rendimento, tá aí uma bela dica de aplicação — se bem que todo mundo hoje está voltando as atenções para o MMA, é o que dá audiência e visibilidade a um produto, talvez seja a justificativa. Mas o exemplo da Telmex mostra que o automobilismo, desde que encarado a sério e com investimentos maciços, é rentável. Que o sucesso da Telmex sirva de inspiração e exemplo, para o bem do presente e do futuro do esporte a motor do Brasil. Esse sim é o incentivo que vale.

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“Um ano bem diferente quer dizer…” “Voltar a vencer. Disputar o campeonato”


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MAURO DE BIAS [@MaurodeBias]

de Bolonha

No último domingo Felipe Massa deu uma entrevista a Marília Gabriela no ‘De Frente com Gabi’. Quem não assistiu pode procurar no YouTube porque tem lá a versão completa. O programa foi excelente. Massa aparentou honestidade (ele se definiu como “100% honesto”, diga-se) e franqueza nas respostas e Marília Gabriela tocou em pontos relevantes.

Algumas das melhores partes da entrevista foram quando Massa falou sobre paternidade, seu futuro na F1, a temporada lamentável de 2011, jogo de equipe e o acidente de 2009, na Hungria.

O brasileiro disse já ter sido sondado por outras equipes. Mas isso não chega a ser nenhuma grande surpresa. Seria interessante de verdade saber se o interesse é recente e quem são essas equipes, já que Massa não citou nomes. Todas as grandes parecem muito satisfeitas com suas duplas de pilotos hoje e nenhuma delas vai trocar em 2012. Nem trocou em 2011.

Quanto aos dois anos ruins que teve, Massa não soube dar uma explicação. Admitiu que foram abaixo da crítica e disse querer melhorar, mas até aí, como diria o senhor meu pai, morreu Neves. É preciso mostrar na pista.

Massa também insistiu que o acidente que o tirou das pistas no fim da temporada de 2009 não é o culpado pelos resultados ruins apresentados desde então. Mas enquanto ele não provar isso na pista, a dúvida vai sempre pairar.

Ao lembrar do GP da Alemanha de 2010, quando ele cedeu a liderança da corrida a Fernando Alonso, Massa não mostrou arrependimento e falou sem embaraço sobre a situação. O que foi bom, na verdade. Ele disse ser a favor do jogo de equipe e já ter se favorecido, quando Kimi Raikkonen lhe cedeu o segundo lugar no GP da China de 2008.

Massa deu uma entrevista que vale muito a pena assistir. Quem gosta de conhecer o lado mais pessoal da vida dos pilotos também vai gostar. O brasileiro fala sobre como é ser pai, sobre limpar a fralda do filho, sobre o interesse do pequeno pelas motos… Muito interessante.

Num dos momentos em que falava sobre a temporada de 2011, Massa disse querer que o próximo ano seja diferente. Gabi interpelou: “Um ano bem diferente quer dizer…” e Massa interrompeu sem hesitar: “Voltar a vencer. Disputar o campeonato”.

Então é isso. Vejamos o que vai ser de 2012 pra ele.

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Automobilismo brasileiro, why so ruim?


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MAURO DE BIAS [@MaurodeBias]

de Bolonha 

Ok, não preciso voltar ao assunto porque todos já sabem o que está acontecendo. A cada ano, menos brasileiros chegam à F1, o futuro do país na categoria é obscuro e o presente do esporte em terras tupiniquins é lamentável.

O que eu quero questionar hoje é: por que isso está acontecendo? O que houve com o automobilismo nacional? Por que nossas categorias estão tão fracas? O que acontece? A situação não foi sempre assim.

O Brasil faz parte desde 1973 do calendário da F1 e nunca ficou de fora um ano sequer. A torcida brasileira sempre foi apaixonada pelas corridas e sempre lota o autódromo. Os próprios pilotos estrangeiros destacam essa paixão quando vão correr em Interlagos. Nos últimos anos, era frequente que os ingressos para o GP se esgotassem semanas, às vezes até meses, antes da etapa.

A Stock Car, com o apoio da TV, arrasta grandes públicos aos terríveis autódromos brasileiros. Chega a ser bizarro ver carros tão bons correndo em estruturas tão ruins. Gramado alto, zebras mal cuidadas, boxes antigos, áreas de escape mal feitas.

Eu realmente não entendo o que passa com o automobilismo brasileiro. As categorias com pilotos experientes até têm algum destaque, mas a base morreu. A F3 é capenga e só a F-Futuro parece surgir como um celeiro, mas com um número muito reduzido de competidores. E a categoria só existe graças à iniciativa de Felipe Massa. Não fosse por ele, a situação seria ainda pior.

E não vejo nenhuma atitude da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) para levantar o automobilismo, pelo contrário, só vejo inoperância.

Mas se as pessoas assistem corrida pela TV…

Se pagam centenas de reais (milhares em alguns casos) para ver uma corrida…

Se lotam autódromos…

Por que o automobilismo nacional carece tanto de investimentos?

Sinceramente? Gostaria de encontrar uma resposta para isso. Enquanto não encontro, vejo nossa base naufragar de forma lamentável sem entender o porquê. Uma pena. Acho que não está longe o ano que vamos ficar sem representantes na F1.

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Destruir uma corrida e destruir uma carreira


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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]

A notícia do início da semana veio do site oficial da F1. Durante o GP de Cingapura, Rob Smedley, engenheiro de Felipe Massa, pediu via rádio ao seu piloto para que destruísse a corrida de Lewis Hamilton. “Segure o Hamilton o máximo que você puder. Destrua a corrida dele o máximo que você puder. Vai, garoto”, foram as frases proferidas por Rob.

Há duas maneiras de interpretar os dizeres de Smedley. A primeira é a de que Felipe estava instruído a prejudicar Hamilton, a de ver a Ferrari como a eterna vilã que torna o esporte indigno. Para quem pensa assim, a semana será um prato cheio. A imprensa inglesa deve atacar sem dó as palavras do engenheiro do time de Maranello, até porque, no fundo, muitos na ilha esperavam um acontecimento para tentar reabilitar forçosamente Lewis do fracasso em 2011.

A outra forma de entender o que aconteceu é a que prefiro. Não sou um ouvinte atento de todas as comunicações de rádio, mas vejo a instrução do engenheiro como um incentivo. Segura o cara, não dá mole, acaba com a corrida dele! Não tem nada de mais, o que gera discussão inútil é o “destrói” — e, se formos analisar do ponto de vista semântico, destruir e “acabar com” têm o mesmo sentido.

Só que, e sempre tem um “só que”, o vazamento dessa comunicação põe por terra o que foi dito sobre Hamilton naquela corrida. E tira totalmente o sentido da revolta de Massa, que foi tirar satisfações com Lewis enquanto o piloto concedia entrevista ao vivo.

(Aliás, aqui na minha terra, bater no braço do outro, reclamar e em seguida dar as costas não é lá muito coisa de macho. Mas tudo bem, cada um se revolta de um jeito. Fecha parêntese)

Voltando ao que disse e correndo o risco de minha argumentação se perder pela digressão, digo: se Massa estava sendo orientado a pilotar defensivamente e segurar o ímpeto de um muito mais rápido Hamilton, o que ele esperava? Numa pista de rua em que as ultrapassagens são difíceis, ele queria que o rival, mais rápido, ficasse esperando um erro dele para passar?

Ora, se o piloto da frente era instruído para pilotar defensivamente — e era isso que Massa fazia —, ele não pode reclamar do fato de Hamilton ter tentado dar um jeito de ultrapassar e, por isso, acabar quebrando a própria asa e furando o pneu do carro de Felipe. Depois, Massa ajudou a linchar Hamilton, que apanha pelo que fez e pelo que não fez. E não trouxe nada de bom para a sua própria carreira.

Tá ficando feio, xará.

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Arrogância programada


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Felipe Paranhos

Luca di Montezemolo arrotou mais uma vez sua arrogância. Desta vez, em relação às equipes pequenas da F1. Em entrevista ao canal Sky Sports, o italianão comentou o acidente de Felipe Massa no GP do Canadá, no último domingo (12).  “Este é o problema dos carros lentos e de pilotos inexperientes”, disse.

Ora, velho Monte, todos os primeiros colocados têm de passar por retardatários. Karthikeyan não foi lá muito gentil? De fato. Mas isso acontece a todo momento, deve ser bem difícil dirigir uma Hispania, apertar trocentos botões e, praticamente a cada volta, ter de dar passagem a alguém. Além disso, as condições da pista exigiam cuidado de quem jogou o carro para a parte molhada, não? Acho que outros pilotos além de Massa enfrentaram situação parecida. Felipe errou e pronto.

A verdade é que, assim como Ecclestone procura motivo para cobrar mais dinheiro dos organizadores de GP, Montezemolo inventa razões para pregar num momento pouco adequado, como quando religiosos te acordam às 7h do sábado, as benesses da instituição do terceiro carro para os grandes times e da extinção das pequenas equipes da F1. Monte tenta tirar a atenção da falta de resultados da Ferrari falando de outro assunto, criticando outras equipes.

Não cola. Nunca cola. Ainda bem.

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Tudo novo em 2012?


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Sergio Pérez na Ferrari? Kamui Kobayashi na Red Bull? Levando em conta o desenrolar da temporada até aqui, esse cenário pode não ser tão impossível assim já para o próximo ano. Fazendo uma breve análise das condições de cada piloto em seu respectivo time atualmente e também da temporada, pensei — isso não é uma informação, mas sim um pensamento que gostaria de compartilhar com os leitores do BloGP, que permite isso — e cheguei a essa configuração, talvez já para 2012, quando praticamente todas as equipes, com exceção da McLaren, poderiam ter mudanças significativas no quadro de pilotos.

Pode até mesmo ser uma VIAGEM daquelas. Mas convenhamos. A F1 mudaria consideravelmente. Já imaginou Kobayashi na Red Bull andando na frente do Vettel? Ou mesmo Pérez impondo dificuldades a Alonso em uma disputa interna na Ferrari? Como seria Massa liderando uma equipe cada vez melhor como a Renault, por exemplo? No mínimo, bem interessante.

Red Bull: Vettel e Kobayashi – Webber se aposentaria, e Kobayashi, que é a imagem da Red Bull (jovem e arrojado), assumiria a vaga;

McLaren: Hamilton e Button – essa dupla é a única que não muda. Em teoria, pilotos e equipe mutuamente satisfeitos;

Ferrari: Alonso e Pérez – Massa deixaria a equipe. Com um ano de experiência, Pérez, que é da Academia de Pilotos da Ferrari, seria alçado ao posto de titular;

Mercedes: Rosberg e Di Resta – outro caso meio claro também. Schumacher se aposentaria, e Di Resta, cria da Mercedes, assumiria seu lugar;

Renault: Massa e Petrov – longe da Ferrari, Massa conseguiria vaga na Renault se Kubica não voltar. Graças a um acordo entre Renault e Williams, a escuderia anglo-francesa emprestaria Bruno Senna para Grove;

Sauber: Bianchi e Gutiérrez – Bianchi manteria o vínculo Sauber-Ferrari e ficaria um tempo na equipe para ganhar experiência. Gutiérrez, que hoje é piloto de testes da Sauber, garantiria os patrocínios mexicanos mesmo com a saída de Pérez;

Force India: Sutil e Hülkenberg – Sutil é incógnita, mas não vejo outro. Hülkenberg entraria no lugar do Di Resta, também com a bênção da Mercedes;

Williams: Bruno Senna e Maldonado – Barrichello encerraria a carreira na equipe de Grove, e Maldonado seguiria graças aos petrodólares da PDVSA de Hugo Chávez. Senna seria emprestado pela Renault à Williams, que pode voltar a receber os motores franceses;

Toro Rosso: Buemi e Ricciardo – o melhorzinho da Toro Rosso junto com o melhor do programa de pilotos da Red Bull, Ricciardo;

Lotus: Kovalainen + 1 da GP2 – Trulli não deve seguir por muito tempo, fato. Kovalainen e mais um, que pode ser um endinheirado da GP2;

Virgin e Hispania: quem pagar mais.

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Massa e o número 6


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Felipe Paranhos

Neste fim de semana, notei uma curiosidade em relação à temporada 2011 de Felipe Massa, a sua 6ª na Ferrari. Não tem valor informativo nenhum (aquietem-se, eventuais malas), mas resolvi postar aqui por conta das coincidências. Vamos lá:

>>> A Ferrari foi terceira colocada em 2010, e Fernando Alonso superou Massa. Por isso, o brasileiro entrou no Mundial de 2011 com o carro número 6.

>>> Massa foi 6º colocado em 2010.

>>> Foi 6º em cinco de nove treinos livres desta temporada.

>>> Na China, foi 6º em todas as sessões: três treinos livres, treino classificatório e corrida.

>>> A primeira vitória de Massa na F1 foi em 2006, na 66ª corrida dele na F1. E com o número 6 no carro.

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Apenas um mal-entendido


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Felipe Paranhos

O Desafio das Estrelas de Kart foi alvo de uma polêmica virtual neste sábado (18). Começou quando Danilo Dirani e Ruben Carrapatoso, dois ótimos pilotos — Ruben foi campeão mundial na categoria Formula A em 1998, com André Nicastro em terceiro —, emendaram uma conversa no Twitter.

Na noite de sexta-feira (17), Carrapatoso fez um comentário ironizando a imprensa automobilística. “Estranho? Final de ano é a unica epoca do ano q os jornalista se lembram de existe o KART !!! #fail”. Em seguida, acrescentou: “PQ SERÁ?”, antes de dar a entender que as “estrelas” do Desafio vieram do kartismo.

Danilo, então, questionou: “E pq sera q n tem kartista la ne man??Medo talvez??haha”. Em clima de brincadeira, aprovou o comentário de um seguidor que perguntou se o não-convite a kartistas era por medo de “tomar passão por fora na TV”.

Piloto da F-Truck, Dirani explicou, logo depois, que não fazia tais afirmações por querer estar em Florianópolis, mas por querer mais atenção para o kart durante o ano, não só quando pilotos de outras categorias fazem a festa de fim de temporada.

O assunto parecia ter acabado quando Tony Kanaan retrucou. “Por essas e outras e que o Kart não e mais o mesmo. O recado ta dado. Mais respeito e bom. Provas como essa e a da Granja só ajudam o kartismo”. Thiago Camilo, piloto da Vogel na Stock Car, concordou com Tony. Em resposta, o baiano endureceu: “Por isso que vão correr de Kart pro resto da vida. Cabeça pequena não vai a lugar nenhum.”

E continuou. “Ninguém tem medo d tomar pau aqui,não e esse o propósito da prova.Quando vcs ganharem um campeonato Mundial em uma categoria principal. Aí quem sabe podem começar a falar tanta besteira. Usem o exemplo Granja e Desafio que se ajudaram e cresceram juntos”. No fim, com personalidade, Tony citou os twitters de Danilo e Ruben.

Explicado o que aconteceu, falo eu. E, sem querer ficar em cima do muro, acho que os dois lados têm razão e perdem um pouco da razão também. A imprensa automobilística dá, sim, muito menos atenção ao kart do que às outras categorias. Primeiro pela noção de que kart é escola para outras categorias, mesmo não sendo só isso. E trata-se de uma noção mundial, não só brasileira. Em segundo lugar porque essa noção é secular, e o tamanho da cobertura jornalística de qualquer lugar mais reflete do que alimenta interesses por algum assunto.

Entendo, porém, que deve ser uma merda se dedicar o ano inteiro ao kartismo e ver, no fim do ano, pilotos de monoposto terem tanto espaço fazendo justamente o que eles fazem por seguidas temporadas. Só que trata-se de um evento privado. Como tal, convida-se quem quiser — e quem seus parceiros quiserem.

O kartismo está representado na prova. Leonardo Nienkötter, representante catarinense, é kartista, conquistou o Brasileiro de Kart e o SKUSA Super Nationals nos Estados Unidos neste ano, em que estreou no Trofeo Linea. Até acho que a família Massa poderia convidar mais gente do meio, mas tem o direito de não fazer. Pode-se falar da presença de um não-piloto, o ator Marcos Pasquim, mas a mim parece claro que a participação dele é uma concessão feita pela organização da prova à TV Globo — conforme já falei em post passado, Pasquim será o protagonista da próxima novela das 7. Concessões são feitas mundo afora, em qualquer negócio/empresa. E, afinal, a Globo transmite as baterias da prova em seus canais aberto e fechado, e isso gera interesse para o kart, tão caro e massacrado por gestões e gestões da Confederação Brasileira de Automobilismo.

É evidente que pilotos consagrados, que demonstram talento e habilidade por anos a fio, não têm medo de enfrentar kartistas profissionais. Achei que a declaração do Danilo sobre o medo foi em tom de brincadeira, mas a linguagem escrita não tem os recursos da falada e às vezes causa um entendimento confuso. Pra mim trata-se de um grande mal-entendido.

Nesta, eu tô com o Allam Khodair, que sempre me pareceu boa gente pacas e segurou a onda da rapaziada no Twitter. Bola pra frente, pessoal.

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Falta alguém ao Desafio?


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Felipe Paranhos

Saiu a lista completa do Desafio das Estrelas de Kart. A prova, que vai acontecer neste fim de semana, em Santa Catarina, vai ter 27 karts, com 25 pilotos brasileiros, um estrangeiro — Jaime Alguersuari — e um ator no volante, Marcos Pasquim, notório sem-camisa das novelas da Globo. Confesso não saber por que ele vai correr, mas sei que será o protagonista da próxima novela das 7.

Que a relação já teve nomes melhores, é fato, mas negociação é negociação, às vezes os internacionais podem ter furado, mesmo. De certa forma, é bom ver também alguns nomes menos falados do automobilismo brasileiro dividindo a pista com o pessoal da F1.

Por isso quero saber: do automobilismo brasileiro, faltou alguém na lista? Fora o Gerson Gouveia, é claro.

F1 |
Bruno Senna
Felipe Massa
Jaime Alguersuari
Lucas Di Grassi
Rubens Barrichello

Indy |
Bia Figueiredo
Hélio Castroneves
Tony Kanaan
Vitor Meira

GP2 |
Alberto Valério

FIA GT1 |
Enrique Bernoldi

F-Nippon |
João Paulo Oliveira

Trofeo Linea |
Leonardo Nienkötter

Trofeo Linea/Stock Car |
Cacá Bueno
Christian Fittipaldi
Popó Bueno
Ricardo Maurício
Thiago Camilo

Stock Car |
Allam Khodair
Antonio Pizzonia
Luciano Burti
Marcos Gomes
Max Wilson
Ricardo Zonta
Xandinho Negrão

F-Truck |
Felipe Giaffone

Convidado |
Marcos Pasquim (ator)

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O grande perdedor


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Felipe Paranhos

Outro dia eu escrevi aqui sobre Heikki Kovalainen, que eu classifiquei como um dos vencedores da temporada 2010 da F1, uma vez que passou a ser melhor considerado após a bela campanha com a Lotus. Mas aí me bateu uma dúvida: e o inverso? Quem perdeu mais com o Mundial deste ano?

Vocês é que respondem, levando em conta não o tamanho da equipe, mas o tamanho da queda. Eu voto em Vitantonio Liuzzi, mas meu parceiro de trabalho neste domingo, Juan Pablo Buergonueve, acha que foi Felipe Massa. E é páreo duro, mesmo.

Porque Liuzzi foi ridículo em alguns momentos, sendo eliminado no Q1 junto com as novatas, sendo pouquíssimo combativo, apesar de mostrar alguma competitividade em momentos esparsos — algo, aliás, que retrata toda a sua passagem na F1. Depois de 2010, o único empecilho imaginável para impedir a dispensa do italiano é a existência de um contrato para o ano que vem. Mas, como tem gente chegando com saco de dinheiro, não duvido que paguem a rescisão do contrato e levem a vaga.

Mas Massa tomou um grande baque. A temporada em si foi muito aquém do que se esperava, pelos motivos que já muito foram falados. O golpe de misericórdia veio ainda na Alemanha, com a perda de uma vitória praticamente certa. E, sim, eu acredito que uma vitória em Hockenheim pudesse mudar a maré. O psicológico de qualquer atleta é fundamental na atividade esportiva: a confiança, o embalo, a situação que se mostra favorável — o momentum, como se diz em inglês —, tudo isso poderia mudar o ritmo do ano de Felipe.

E Michael Schumacher, que saiu do olimpo para se tornar, novamente, um mortal? Assim como fez Diego Maradona ao aceitar o comando da seleção argentina de futebol, da qual foi demitido após a Copa do Mundo, Schumacher abdicou ao status de deus do esporte para se expor outra vez como alvo de julgamentos. Por um lado, acho improvável que algo apague seu histórico de conquistas, maior vencedor da história que é. Por outro, os mais novos tendem a vê-lo muito mais como este membro do meio do grid do que como o grande piloto, um dos maiores de todos os tempos, que é.

Cá pra nós, esse papo de perdedor me lembrou isso aqui:

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Que mal há?


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Felipe Paranhos

Vejo num monte de lugares a repercussão da matéria da Autosport sobre o GP da Coreia do Sul. De acordo com o repórter Mark Hughes, Felipe Massa segurou o ritmo — e os adversários — para aumentar a possibilidade de Fernando Alonso, que teve problemas em seu pit-stop, voltar à frente de Lewis Hamilton e manter a segunda posição — que depois virou primeira, com o abandono de Vettel.

(Aqui vai um parêntese: numa pesquisa rápida, vimos aqui no GP que Alonso voltaria à frente de Massa de qualquer jeito, pelos tempos do espanhol)

Aí eu vejo em alguns lugares, até mesmo veículos jornalísticos, textos com viés negativo para a postura da equipe. “Revista acusa Ferrari de ter mandado Massa ajudar Alonso no GP da Coreia”, titulou o GloboEsporte.com, site que mandou muitíssimo bem ontem com a informação de que Bruno Senna negocia com a Lotus para 2011.

Mas aí é que tá: que mal há se a Ferrari tiver mesmo pedido para Massa segurar os adversários para que Alonso tivesse mais chances de pontuar bem? Só há um piloto do time com chance de ser campeão, e é o espanhol.

Massa não parece incomodado de ter de ajudar Alonso. Poderia ser o contrário, não foi. O brasileiro não teve uma boa temporada, mas 2011 está aí, é uma nova oportunidade de virar o jogo. E se não conseguir virar em 2011, não vai deixar de ser o quarto (ou o quinto, rivaliza com Barrichello nos números) maior piloto brasileiro na história da F1.

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Massa, visita e renovação


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Antes de partir para o Canadá, onde acontecerá a próxima etapa da F1, no fim de semana que vem, Felipe Massa está no Brasil para participar de um evento da Shell. O piloto da Ferrari vai nesta sexta-feira (4) a uma plataforma da petrolífera, localizada em Macaé, no estado do Rio de Janeiro.

Quanto à renovação de contrato do brasileiro com a equipe italiana, nada está acertado ou assinado. Mas o BloGP pode dizer que ambas as partes estão muito perto de um acordo. O que se diz dentro do time de Maranello é que em nenhum momento se pensou em outro piloto a não ser Massa. Mas não é possível falar quando o martelo será batido, se em questão de dias, semanas ou meses.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

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O que fazer, Massa?


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Felipe Massa iniciou as negociações para renovar o contrato com a Ferrari, que acaba no fim do ano. Mas Nicolas Todt, empresário do piloto, está conversando com outras equipes. Dizem que a Renault é uma delas. A notícia surgiu nesta segunda-feira (24). Isso porque já falaram que a Red Bull também pode ser o caminho do brasileiro em 2011.

A pergunta é simples, caro leitor. Ferrari, Red Bull, Renault ou qualquer outra equipe. Se você fosse Massa, faria o que da vida? A caixinha de comentários está aberta para os internautas.

O que eu faria no lugar de Massa? Dava um jeito de acertar com a Red Bull.

Marcus Lellis – @marcuslellis / Lellisblog

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Nesta data querida


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Felipe Paranhos

Dia 25 de abril, domingo, é aniversário dos meus amigos Thiago Torres e Daniela Sampaio. E, muito menos importante, é aniversário de Felipe Massa também.

O piloto da Ferrari faz 29 anos. E você, leitor, pergunta: por que você está escrevendo isso hoje e não no fim de semana? Porque eu quero, oras.

[Dizem as más línguas que foi porque eu não pensei em nada melhor para escrever aqui agora nesta manhã de segunda-feira]

Vendo do ponto de vista automobilístico, Felipe tem o que comemorar nesta temporada? Falem, falem.

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Massa diz que dificuldades existem para todos


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A quinta-feira (18) foi mais um dia de treinos coletivos em que a chuva atrapalhou o trabalho dos pilotos em Jerez de la Frontera. Felipe Massa falou sobre esse assunto na entrevista concedida após as atividades na pista espanhola – em que o Grande Prêmio, com o repórter Marcelo Ferronato, esteve presente.

O brasileiro da Ferrari se mostrou insatisfeito por não poder novamente desenvolver totalmente a F10, carro da equipe italiana para esta temporada, mas preferiu não reclamar muito disso, lembrando que o problema afeta todos que estão em Jerez.

Aqui no BloGP, o internauta pode acompanhar esse trecho e mais outros temas abordados no papo dos jornalistas brasileiros que estão presentes no circuito anduluz com Massa.

Ouça a entrevista com Felipe Massa, direto de Jerez de la Frontera, na Espanha

Marcus Lellis – @marcuslellis

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Massa usa dia para entender acerto de carro pesado


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Dois dias de treinos coletivos, dois dias na liderança. Felipe Massa fechou sua participação nas sessões que abrem a pré-temporada da F1 em 2010, em Valência, na Espanha, nesta terça-feira (2). Na hora de conversar com os jornalistas brasileiros presentes no circuito Ricardo Tormo – entre eles, Marcelo Ferronato, do Grande Prêmio –, o resultado foi deixado de lado. Os comentários ficaram em torno do trabalho que foi feito para entender o acerto de um carro que estará bem mais pesado nesta temporada, em função do fim do reabastecimento.

O piloto da Ferrari também falou sobre outras novidades do regulamento, como a nova pontuação do Mundial. Ainda opinou sobre a nova regra em que os pilotos terão de usar os mesmos pneus da última fase da classificação na largada das corridas. Segundo Massa, o problema não está no desgaste dos pneus, mas, sim, na escolha do tipo, que pode influenciar positiva ou negativamente.

Por fim, o GP perguntou a Felipe sobre como anda o relacionamento com Fernando Alonso, que esteve no circuito de Valência nesta terça e provocou grande agito nas arquibancadas do autódromo, que estavam lotadas. O espanhol faz sua estreia pela Ferrari nesta quarta (3).

Aqui no BloGP, o internauta pode conferir o que o brasileiro falou após mais um treino de pré-temporada da F1.

Ouça aqui a entrevista com Felipe Massa, direto de Valência, na Espanha

Marcus Lellis – @marcuslellis

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O dia positivo de Massa em Valência


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Felipe Massa falou com os jornalistas brasileiros depois do primeiro dia de treinos coletivos da F1 no circuito Ricardo Tormo, em Valência, na Espanha, nessa segunda-feira (1º). A reportagem do Grande Prêmio, com Marcelo Ferronato, esteve presente na entrevista e ouviu o piloto da Ferrari.

Em sua primeira atividade coletiva após o acidente sofrido na Hungria no ano passado, Massa falou que nem se lembrou do acidente enquanto corria na pista espanhola. Concentrado em desenvolver a F10, novo carro da Ferrari, o brasileiro afirmou que teve um dia positivo.

A satisfação do piloto se deve à facilidade para guiar o modelo 2010 da equipe italiana. Ao comparar com a F60, carro de 2009, Felipe disse que teve um dia bem mais tranquilo, já que sofreu muito no início dos trabalhos da última temporada. “Foi completamente diferente do ano passado”, declarou.

Para não sofrer da mesma forma, Massa contou que a Ferrari planejou um projeto bem distante ao de 2009, com uma direção oposta na parte aerodinâmica, na parte de suspensão e no lado técnico.

Aqui no BloGP, o internauta pode conferir o que o brasileiro falou após o começo da pré-temporada da F1.

Ouça aqui a entrevista com Felipe Massa, direto de Valência, na Espanha

Marcus Lellis – @marcuslellis

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Santander – Massa: Desafio e 500 Milhas


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Felipe Massa estampará a marca do Santander, que recentemente anunciou acordo com a Ferrari para os próximos anos, nas duas competições de kart mais importantes de fim de ano no Brasil. O piloto terá o patrocínio do banco espanhol tanto no Desafio das Estrelas, que acontece neste final de semana em Florianópolis, quanto nas 500 Milhas da Granja Viana, que serão realizadas no início de dezembro, entre os dias 4 e 5.

A confirmação do apoio do Santander não chega a ser uma surpresa, mas é algo que só deveria acontecer na próxima temporada da F1, quando a Ferrari passar a exibir a marca nos carros e nos macacões dos pilotos.

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Alguém me responde?


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Algumas perguntas que me vêm à cabeça enquanto não leio emails perguntando porque a gente não fala “mais” de NATAÇÃO:

1) O fato de Justin Wilson ter vencido com a fraquíssima Dale Coyne em Watkins Glen significa que não é preciso muito para superar os pilotos da Indy em circuitos mistos?
2) Quem acha que a Ferrari vai pagar € 28 milhões pra tirar o sonado Raikkonen e trazer o apaixonado Alonso poderia levantar a mão, por favor?
3) Alguém também notou que o Massa fala “Entre no cRima da Fórmula 1” na propaganda da Bridgestone?

Felipe Paranhos

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