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Sertões, dia 1


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EVELYN GUIMARÃES [@eveguimaraes]
de Goiânia

O GRANDE PRÊMIO já está em Goiânia para a disputa da 21ª edição do Rali dos Sertões. Embora o início das ações esteja marcado somente para amanhã, com o estágio do Prólogo, equipes, pilotos e navegadores já estão bem instalados na capital de Goiás, em uma área ampla de apoio, em frente ao um shopping, muito próximo a uma das principais entradas da cidade. Muitas barracas, tendas e motorhomes compõem o cenário em meio aos prédios altos que já tomam a capital goiana. E o cheiro é quase sempre do bom churrasco.

Nesta terça-feira, o dia foi dedicado aos últimos ajustes da pista do Prólogo, especial que serve para definir a ordem de largada dos competidores, além das vistorias técnicas em carros, motos, caminhões, quadriciclos e UTVs.

O dia também foi marcado pelo frio inesperado, que pegou muita gente de surpresa. A temperatura mínima foi de 12°C e a máxima não passou dos 19. Nesta quarta-feira, novamente os termômetros registram baixas temperaturas, mas a previsão aponta um clima mais quente à tarde, alcançando os 28 graus. Hoje também é dia de entrevistas coletivas, com os principais nomes da edição deste ano do rali, como Stéphane Peterhansel e Jean-Paul Cottret,além dos astros das motos Cyril Déspres e Marc Coma.

O GP acompanha ‘in loco’ os Sertões 2013 e vai trazer ao longo dos próximos dez dias matérias especiais, boletins dos resultados e tudo de mais importante que acontecer no coração do Brasil.

Abaixo, algumas fotos do primeiro dia de cobertura do Rali dos Sertões:

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Massa e a Ferrari


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EVELYN GUIMARAES [@eveguimaraes]
de Spa-Francorchamps

Ontem, quinta-feira e sem atividades de pista, foi um dia basicamente de entrevistas aqui em Spa-Francorchamps. Fernando Alonso, Kimi Raikkonen, Sebastian Vettel, Mark Webber e Lewis Hamilton foram os pilotos mais disputados pelos jornalistas. E as perguntas praticamente se concentraram na briga pelo campeonato.

Raikkonen, Hamilton e Webber trataram de jogar a pressão de vencer em cima do espanhol da Ferrari. Esperto, Alonso rebateu e disse que tem o pior carro entre os postulantes ao título. Lewis fez pouco da declaração do rival e afirmou que, para Fernando, é fácil falar assim. O asturiano ainda apontou Vettel como candidato mais forte, mas não esqueceu a McLaren.

Porém, a entrevista mais interessante foi mesmo de Felipe Massa. Fora da luta pelo título, o brasileiro se vê às voltas com uma briga um pouco mais dura, que é a de permanecer na Ferrari em 2013. Praticamente todas as perguntas estiveram relacionadas com o futuro do brasileiro. Ele mesmo, em todas as respostas, procurou enfatizar que o objetivo para a segunda parte do Mundial é obter resultados que facilitem as conversas com a Scuderia.
E o que se pôde perceber é que a equipe vermelha é a única coisa que Felipe quer mesmo. Ao ser questionado sobre o motivo da Ferrari em mantê-lo, Massa hesitou e disse que é bom piloto, que é capaz de também vencer na equipe e que, por isso, merece ficar. Uma vitória, segundo ele, mudaria tudo.

E isso ficou ainda mais claro quando foi questionado se não seria melhor mudar de ares. A resposta foi seca: “Depende”. O depende aí é ter a chance em uma equipe competitiva. Mas essa chance também parece bastante pequena, já que as principais vagas estão praticamente decididas ou em fase final de definição. Felipe sabe disso. Mas isso também não interessa.

De modo geral, Massa não se vê fora da Ferrari. A ideia e a vontade dele é ficar, não há dúvidas. É claro que permanecer na Ferrari significa segurança, apesar do constante clima de cobrança e pressão. Mas será que não seria o caso do brasileiro buscar o risco? Tentar algo novo, para tentar até encontrar a velha forma?

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Portas abertas


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Post curto porque o tempo é igualmente escasso. E não é que a Red Bull, depois de muito falar que conversaria com Mark Webber sobre seu futuro em agosto, durante as férias de verão, renovou seu contrato? Não foi uma surpresa, visto o belo desempenho que o australiano tem conseguido neste ano, andando até melhor que Sebastian Vettel e sendo um dos destaques da temporada. Vale lembrar que a Red Bull foi a primeira equipe a definir a sua dupla de pilotos para 2013, o que é sempre importante.

No meio das declarações comemorando e comentando a renovação de contrato com a “grande família” Red Bull, Webber disse algo importante: que, confirmando os rumores, conversou com a Ferrari, sim, mas que preferiu ficar onde está, até pelo fato de conhecer todo mundo e tal. E é aí onde entra o X da questão. Como fica a cabeça de Felipe Massa ao saber que sua equipe negociou com outro piloto para ocupar sua vaga no ano que vem?

Renovação de Webber com Red Bull pode ajudar Felipe a seguir em Maranello (Foto: Ferrari)

À parte disso tudo, aumentam muito as chances de Felipe seguir o caminho de Webber e renovar com a Ferrari pelo menos por mais um ano. O brasileiro tem potencial de sobra e mostrou, no GP da Inglaterra, que ainda é forte, combativo e tem muita lenha para queimar. Depois do bom quarto lugar em Silverstone, Massa ganhou ainda mais confiança, ainda mais porque sabe que só depende dele e dos resultados das próximas corridas a sua permanência em Maranello.

Stefano Domenicali disse que a Ferrari não tem pressa para definir o parceiro de Fernando Alonso para 2013. Muito provavelmente a cúpula do time italiano espera que Felipe repita, nas próximas etapas, o que fez em Silverstone. Se isso acontecer, é improvável que a Scuderia opte por outro piloto.

‘Checo’ Pérez parece ser carta fora do baralho, pelo menos para 2013. O próprio poderoso chefão Luca di Montezemolo já disse que o mexicano, embora seja bastante talentoso, ainda é verde para ocupar uma vaga de titular em Maranello. Aí, com Webber como grande ameaça ao seu lugar em 2013 com futuro já garantido, não parece haver nenhum outro piloto que possa colocar sua posição em xeque. Ou há?

Paul di Resta parece ser mesmo o homem para o futuro da Mercedes, já que vem sendo forjado pelo time alemão há muito tempo. No último domingo, Alonso e Lewis Hamilton trocaram capacetes, indicando que aquela ferrenha e histórica rivalidade de 2007, dos tempos de McLaren, ficou mesmo no passado. Mas daí ao espanhol aceitar dividir os boxes de uma equipe com Lewis, em seu último ano de contrato com Woking, vai um caminho enorme. Kamui Kobayashi seria um baita nome, mas quase impossível de ver o mito desembarcar em Maranello. Então tudo aponta mesmo para a permanência de Massa na Ferrari.

O leitor também acredita que Felipe vai ficar na Ferrari na próxima temporada? Opine!

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As (muitas) opções da Honda


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EVELYN GUIMARÃES [@eveguimaraes]

Daí que Jorge Lorenzo encerrou ontem as especulações ao anunciar a renovação de seu contrato com a Yamaha por mais dois anos. O nome do jovem espanhol era bastante cotado na Honda para substituir Casey Stoner a partir da temporada que vem, já que o australiano, como todos sabem, decidiu que vai deixar as competições ao fim de 2012. E seria mesmo uma grande jogada da equipe laranja tê-lo como principal piloto. Jorge está em grande fase e seria o piloto ideal para conduzir o time a novos triunfos e recordes.

Lorenzo, entretanto, preferiu o ambiente já conhecido da Yamaha. Equipe que o levou para a MotoGP em 2008 e que, desde então, o trata como grande estrela, mesmo quando tinha Valentino Rossi do outro lado do box.  Por isso, a decisão de Lorenzo não foi nenhuma surpresa. Ele mesmo deu vários indícios de que continuaria na equipe japonesa, apesar da ‘conversa’ que seu empresário teve, em Barcelona, com Shuhei Nakamoto, vice-presidente da Honda. A surpresa mesmo foi ver que a Yamaha se mexeu rapidamente para garantir Lorenzo e confirmou o novo contrato ainda nesta primeira metade de temporada.

Desde o anúncio de Stoner, era claro que a decisão de Lorenzo seria crucial para o mercado de pilotos da MotoGP e também para a Honda de certa forma. Agora, a gigante nipônica deve mesmo manter Dani Pedrosa, muito em função da grande experiência do espanhol, e a escolha do companheiro dele será das mais interessantes de se acompanhar ao longo da temporada. Com um Lorenzo cada vez mais forte, a Honda não poderá se dar ao luxo de escolher alguém simplesmente para preencher uma vaga até a vinda do já badalado Marc Márquez e nem poderá, por outro lado, apostar todas as fichas no jovem catalão, que, apesar das atuações de gala na Moto2, ainda é uma incógnita com relação à classe rainha.

Márquez estará no grid em 2013, sem dúvida. Resta saber em que condições. E o que seria mais vantajoso para ele? Estrear com o peso de já ter de entrar na luta pelo título ou fazer isso de forma gradual, meio como um Lewis Hamilton em 2007?

E o que será mais válido para a Honda? Apostar de vez em Márquez ou dar chance a outro piloto do grid atual? Nomes não faltam. No campo das especulações, Cal Crutchlow, que vem apresentando grande desempenho da Tech3, já aparece como forte candidato, apesar do estreito envolvimento com a Yamaha.  Assim como os satélites Stefan Bradl e Álvaro Bautista. Correndo por fora estão Ben Spies e Nicky Hayden. E por que não? O primeiro não consegue se encontrar com a M1, mas é um piloto rápido. O segundo já foi da Honda e também já deve estar farto da falta de resultados da Ducati. São opções válidas. Mas aí o leitor vai dizer: mas e o Rossi? Bem, o Valentino parece carta fora na Honda. O italiano deve mesmo permanecer na Ducati por pelo menos mais uma temporada.

Agora, no lugar da Honda, em quem o leitor apostaria as fichas? E Lorenzo? Fez bem em fechar tão rápido com a Yamaha?

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Calendário rechonchudo em 2013


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EVELYN GUIMARÃES [@eveguimaraes]
de São Paulo

A Indy passou por maus bocados no ano passado, e isso não é nenhuma novidade. A saída de Danica Patrick já havia sido um revés para a popularidade da categoria, mas a morte trágica de Dan Wheldon no oval de Las Vegas no fim da temporada representou um baque ainda maior. E isso se refletiu até na elaboração do calendário deste ano. Tanto que a direção da categoria demorou a confirmar as 16 etapas da temporada 2012.

Quando vieram as datas e as provas, o que se viu foi uma clara redução no número de ovais, o que revoltou a velha guarda da categoria, e o aumento no número de pistas de rua, o que também gerou críticas. Aos poucos, apesar da unificação, circuitos mistos tradicionais foram perdendo espaço no calendário, assim como os ovais. Entretanto, ao que parece, a chegada de Rubens Barrichello e o uso do novo chassi da Dallara serviram de impulso e até como forma de renovação para a Indy.

Nas mãos de Randy Bernard, a categoria parece querer reverter essa tendência e crescer, especialmente nos EUA. Bernard já fala em 19 ou 20 corridas para 2013. Ou seja, um calendário bem mais recheado. Nesta semana, o executivo anunciou a etapa de Houston – prova de rua – já para o ano que vem. E o site ‘SpeedTV’ também listou essa semana algumas praças que manifestaram interesse na categoria. A lista é bem interessante. E o que se sabe é que Bernard ainda viajando muito pelos EUA atrás de novos locais.

Austin, que neste ano se prepara para receber a F1, aparece no topo da lista. E Bernard acha que a Indy tem condições de fazer três provas no Texas – no oval e a corrida em Houston. Fort Lauderdale, na Flórida, também deseja uma corrida e as negociações já correm por mais de um ano, ainda segundo o ‘SpeedTV’.

Phoenix, Palm Springs, Portland, Richmond e Pocono também se mostraram interessados em entrar no calendário, assim como a famosa e veloz pista de Elkhart Lake. Também já se fala em uma prova de rua em Chicago e o retorno da Austrália, impulsionado, claro, pelo sucesso de Will Power.

Em um primeiro momento, diria que é para lá de interessante essa iniciativa da Indy. Mas se eu pudesse palpitar com Randy, diria a ele que Laguna Seca e Elkhart Lake são circuitos que fazem muita falta para a categoria. E o leitor? Que pista gostaria de ver de volta ao calendário da Indy?

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Estranhezas


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Felipe Paranhos [no twitter: @felipeparanhos]

Cada esporte tem sua notícia ou caso estranho. No futebol, por exemplo, tem o “só falta assinar”:”Vandergleyson já acertou com o Flamengo. Só falta a liberação do clube”. Então falta tudo, pô! No vôlei, é a figura do ponteiro-passador. “Rodriguinho joga como ponteiro-passador no Cimed”. Hoje em dia, todo ponteiro é passador. Portanto, redundância sem sentido. Assim como as situações citadas, uma coisa que me intriga é o encontro piloto-dirigente rival. Nesta semana, rolou uma dessa, com o Lewis Hamilton.

A história é a seguinte: durante o GP do Canadá, Lewis Hamilton deu uma saída da garagem da McLaren e foi se encontrar com Christian Horner no motorhome da Red Bull. Passou 15 minutos lá. Como a vaga de Mark Webber é a mais desejada da F1, nada mais lógico do que imaginar o inglês tentando negociar com a equipe dos energéticos. Seria uma dupla fortíssima, com os dois melhores pilotos de sua geração.

Mas aí eu fico pensando: você é o Christian. Chefe de uma equipe top, a melhor de todas, dominando o campeonato. Seu segundo piloto já mostrou que não gosta de ser segundo piloto e está incomodado por sofrer tantos problemas que não acontecem no carro de Vettel. Aí, apesar de ter dito que a renovação desse segundo piloto já é praticamente favas contadas, você inicia conversas com um piloto de outra equipe. Pra 2013.

Pra que vai se encontrar no meio do paddock da F1, com 83 mil jornalistas por lá? Estamos em 2011. Não podia mandar um SMS? Ligar?  “Ei, Luís, entra no MSN ae. Abs. Chris.” Tinha lá a conversa, batia um papo, ligava pro empresário…

Sei lá, acho estranho…

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