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O primeiro teste


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

É bom ver o BloGP de roupagem nova. Em breve, lá estará ele todo pimpão em nova casa, como os blogs do Flavio Gomes e do Victor Martins, além do glorioso Grande Prêmio. Mas esse assunto fica para mais tarde.  Hoje a bola da vez é WRC.

Agora é pra valer! A Volkswagen começou a bateria de testes com seu novo carro visando a estreia no Mundial de Rali de 2013. O Polo R, apresentado à imprensa no fim de semana do Rali da Itália, foi guiado pelo bicampeão mundial do WRC, Carlos Sainz, na Alemanha, em base próxima à cidade de Veldenz. O espanhol teve ao seu lado o navegador Timo Gottschalk, que foi copiloto de Nasser Al-Attiyah quando o príncipe disputou o Dacar pela Volkswagen, entre 2009 e 2011.

Dr. Ulrich Hackenberg, membro do conselho de administração do departamento de tecnologia da montadora, também guiou o belo e futuro modelo do WRC, que competirá contra Citroën, Ford e Mini, esta, muito bem com Dani Sordo e Kris Meeke nas últimas provas da atual temporada.

O modelo se comportou bem para um teste inicial. A programação da Volks para os primeiros dias de atividades na Alemanha compreenderam o percurso de aproximadamente 100 km. Tudo funcionou bem: motor, suspensão e câmbio não apresentaram grandes problemas.

‘El matador’, falou sobre a chance de guiar a Volkswagen nessa nova fase visando o WRC. “Ter o privilégio de pilotar os primeiros km é uma grande honra para mim. O carro ainda está em fase inicial, mas já passa boas impressões. Para toda a equipe, sejam engenheiros, mecânicos ou pilotos, é muito importante conhecer o carro o mais rápido possível para poder testá-lo e seguir seu desenvolvimento. Estou curtindo muito testar o novo Polo R WRC”, disse Sainz, que já deixou claro que não pretende voltar a competir, desejando apenas trabalhar como desenvolvedor do novo carro e como consultor da Volkswagen.

Vale lembrar que a Volkswagen já fez sua estreia como equipe do Mundial de Rali neste ano. Com o propósito principal de treinar a equipe, os dirigentes do time de Wolfsburgo estão trabalhando com o Skoda Fabia e, em cada etapa da temporada europeia do WRC, contam com pilotos, geralmente locais, para ajudar no trabalho de desenvolvimento da equipe.

Trata-se de um projeto ambicioso e que prevê milhares de quilômetros de testes no fim deste ano e ao longo de todo o ano de 2012, visando a estreia na temporada seguinte. Falta a definição dos pilotos. Sébastien Loeb revelou que ficou tentado em trocar de equipe, gostou do projeto do time de Wolfsburgo, mas preferiu ficar na Citroën. Os mais cotados agora são Petter Solberg e Sébastien Ogier.

Já Nasser Al-Attiyah, campeão do Rali Dacar em 2011, deu adeus à Volkswagen no meio de 2011, até de maneira surpreendente, e seu futuro é incerto. Não se sabe se ele estará no WRC na próxima temporada, ou mesmo no Dacar. Fala-se também que Nasser está negociando com Jean Louis Schlesser para disputar o maior rali do mundo com buggy, mas ainda não há nada certo.

Incertezas à parte, o que dá pra dizer é que, seguramente, a Volkswagen vai lutar por vitórias e pelo título do WRC em pouco tempo. Seu histórico vencedor no Dacar prova isso. A Mini, que fez trabalho de preparação semelhante, também está aí, bem na fita, e já consegue enfrentar a Ford e andar perto da Citroën, o que é uma façanha, visto que a equipe anglo-germânica ainda nem fez uma temporada completa.  Com quatro montadoras bem competitivas, é só o rali que tem a ganhar. Chega logo, 2013!

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=8gFSOJsKvnk

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A PRIMEIRA VEZ DO RAPAZ


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MAURO DE BIAS [@MaurodeBias]
de Bolonha

Caros leitores, é com prazer que escrevo aqui no BloGP pela primeira vez. Não, mas não é da minha primeira vez que quero falar. É da de Lewis Hamilton. E não, isso não tem nada a ver com nenhuma Pussycat Doll.

Falo da primeira crise que Hamilton vive na carreira desde que chegou à Fórmula 1. Em polêmicas o nome do inglês sempre esteve envolvido, desde a sua primeira temporada, em 2007. Mas essa é a primeira vez em que o pupilo da McLaren se vê numa situação em que seu companheiro é consistentemente mais rápido e funciona bem com a equipe, enquanto Lewis amarga apresentações medíocres para quem tem o talento e o carro que tem.

Hamilton já chegou na F1 por cima. Com o pé na porta, disputando o título com Kimi Raikkonen e sendo vice já em seu ano de estreia. Logo no ano seguinte, foi campeão. O mais jovem da história da categoria, batendo o recorde de Fernando Alonso (e sendo batido por Vettel em 2010). Em 2009 e 2010, a McLaren não mostrou os melhores desempenhos e em 2011 está atrás apenas da suprema Red Bull.

A questão é que o momento de Hamilton, apesar dos maus resultados também em 2009, tem características que o tornam único. No seu primeiro ano, seu companheiro era Fernando Alonso. Obviamente, o inglês recebeu toda a atenção de sua equipe conterrânea, enquanto o espanhol foi relegado com o desenrolar do ano. O casamento Alonso-McLaren, aliás, era um daqueles fadados ao fracasso.

O piloto precisa ter identificação com a equipe, precisa saber liderá-la. E se tem uma coisa que Alonso não tinha com a McLaren era identificação. Portanto, foi para Lewis que o time se dedicou mais. E, assim, o estreante bateu o bicampeão Alonso, que saiu praticamente enxotado dos lados de Woking.

Nos dois anos seguintes, o inglês teve a companhia do invisível Heikki Kovalainen, que nada fez na época e nada faz até hoje. Ainda não mostrou a que veio, apesar de ter tido chance em um carro campeão. Lewis venceu o campeonato e destruiu seu parceiro, que terminou a temporada num distante sétimo lugar. E se o ano seguinte foi ruim para Hamilton, para Kovalainen foi muito pior. Terminaram em quinto e 12º, respectivamente.

Mas em 2010 Button, campeão de 2009 e tão inglês quanto Hamilton, chegou à McLaren. Apesar de serem dois campeões, não houve briga de egos, nem conflitos extra-pista (como na época de Alonso) para a equipe administrar. Os pilotos criaram um bom relacionamento, Button se adaptou muito bem ao ambiente de Woking e ambos terminaram o campeonato bem próximos. Lewis em quarto e Jenson em quinto.

O problema, porém, agora é outro. Hamilton passa por um momento pessoal complicado que pode estar afetando seu desempenho na pista. Afinal, piloto também é gente. Não parece muito, mas é. O inglês recebeu diversas punições no ano por sua pilotagem um tanto atrevida, procurando espaço onde não havia, brigou via imprensa com os comissários, teve muitos resultados ruins (apesar de duas vitórias) e viu seu companheiro de equipe ter um ano muito bom, com apresentações que o levaram a hoje estar na briga pelo vice-campeonato, e Hamilton não.

Pela primeira vez, Lewis está pressionado na McLaren. Não que ela venha de cima, afinal, o próprio Martin Whitmarsh, chefe da equipe, afirmou ter dito a Hamilton: “Não se desculpe [com a gente], você é um piloto. Se você cometeu um erro, aceite, aprenda e siga em frente”. Mas ver o companheiro bem adaptado e colecionando sucessos quando dispõe do mesmo equipamento não é, definitivamente, uma situação em que um piloto queira estar. A pressão vem de dentro.

Portanto, Lewis Hamilton tem um grande desafio pela frente: se reequilibrar e aprender a lidar com o fato de que ele divide as atenções da equipe com um piloto tão talentoso quanto ele e que não vai ser relegado como Alonso ou inofensivo como Kovalainen. Bem-vindo à vida real, Lewis. It sucks.

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Será Ogier de 2011 o Vettel de 2010?


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Recordo bem que no fim da temporada 2010 de F1, nada menos que quatro pilotos (Fernando Alonso, Mark Webber, Sebastian Vettel e Lewis Hamilton) chegaram ao GP de Abu Dhabi com chances de conquistar o título mundial. A derradeira corrida daquele ano foi facilmente vencida pelo alemão, que conquistou seu primeiro campeonato depois de ter sido considerado carta fora do baralho em uma disputa que parecia estar entre Webber e Alonso.

Naquele ano, Sébastien Loeb teve vida muito mais fácil que seu xará e ‘colega’ de Red Bull ao conquistar o heptacampeonato mundial do WRC no Rali da França, faltando ainda duas provas de antecipação. Contando com Dani Sordo como companheiro no time de fábrica da Citroën (que ao longo da temporada foi substituído por Sébastien Ogier, que era da equipe Junior ao lado de Kimi Raikkonen), Loeb chegou ao título com incríveis 105 pontos de vantagem para Jari-Matti Latvala.

Analisando o ano de 2011 das duas categorias que julgo serem as principais do automobilismo mundial na atualidade, os papeis se inverteram completamente.

Vettel teve um ano de Loeb, ou de Vettel, mesmo. Dominou como quis a temporada e conquistou o bi mundial de maneira impecável. Mesmo contando como principal adversário um Jenson Button em fase esplendorosa, Sebastian jamais teve a oposição daquele que deveria ser seu principal rival, Webber, que foi postulante ao título em 2010. E o resultado foi o que todos vimos no domingo: Seb alcançou fácil seu segundo título, com quatro provas de antecipação.

Já no WRC, em contrapartida, três pilotos (Loeb, Ogier e Mikko Hirvonen) lutam pelo título de 2011, que certamente será definido na última prova do ano, no País de Gales. Antes, na próxima semana, haverá o Rali da Catalunha, que evidentemente será decisivo. Loeb e Hirvonen somam 196 pontos, apenas três a mais que Ogier, faltando só duas etapas para o fim da disputa.

Assim como aconteceu na F1 em 2010, impossível apontar um favorito ao título do WRC nesta temporada. Mas Ogier vem em ascensão, assim como Vettel cresceu na reta final no ano passado, ao passo que Loeb vem de duas quebras, lembrando muito Webber do último campeonato. Hirvonen é ótimo piloto, mas convenhamos, a Ford corre por fora nesse fim de Mundial, mesmo com a equipe centrando todas as forças no carro 3 do nórdico.

Leia e entenda que não estou comparando capacidade, técnica e estilos de pilotagem, não tem nada a ver. Mas que Ogier tem tudo para ser em 2011 o que foi Vettel em 2010: campeão mundial aproveitando a queda de rendimento de seus principais rivais na temporada e claro, mostrando competência na hora H. Claro que o retrospecto (na Catalunha e em Gales) é mais favorável a Loeb, que JAMAIS pode ser descartado. Mas que o Tião mais novo está em alta, é inegável. A decisão? Só em 13 de novembro, no Rali de Gales.

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GP3 2011: os outros destaques


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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]

A temporada da GP3 acabou de terminar, e Valtteri Bottas foi o campeão. Até aí, ok. Parabéns ao finlandês, talvez o (teoricamente) melhor apoiado piloto deste campeonato — além de correr na Lotus-ART, é piloto de testes da Williams. O teoricamente porque Bottas deve ser aquele cujo cargo na F1 é mais figurativo, junto com Jan Charouz, um dos mil reservas da Renault.

Mas era barbada apostar em um piloto da Lotus-ART para o título: ano passado, também deu um piloto da equipe verde-amarela, Esteban Gutiérrez. Neste ano, os dois primeiros colocados eram da equipe: Bottas e James Calado. O outro representante do time, o brasileiro Pedro Nunes, teve rendimento muito abaixo do esperado, sem fazer nenhum ponto até a 12ª corrida. Seu substituto, Richie Stanaway, marcou sete pontos em sua primeira corrida, em Spa. Depois, na última, zerou.

Acreditem: ainda não falei o que quero. Vou, aqui, levantar alguns destaques do campeonato, gente que impressionou e merece ser vista com mais atenção. Fico com três nomes, dois repetidos e um novato. Coincidentemente, a ordem de interesse merecido pelo piloto é contrária às suas posições no fim do campeonato.

Nico Müller foi o quarto colocado neste ano, com 36 pontos. Ano passado, já havia sido terceiro, com 53. Levando-se em conta que o recém-terminado campeonato foi muito mais disputado do que o de 2010, o resultado continua bom. E trata-se de algo relevante, uma vez que o suíço, que correu pela Jenzer nos dois anos, tem somente 19 anos. Nico é o mais novo dos seis primeiros pilotos do campeonato, assim como foi o mais jovem dos quatro melhores do ano passado.

Rio Haryanto é outro que fez o seu segundo ano na categoria e, novamente, foi muito bem. Quinto no ano passado, foi sétimo neste. Mas, outra vez devido à alta competitividade do grid deste ano, vê-se que o piloto de somente 18 anos fez mais pontos em 2011 do que em 2010. E o mais legal: Rio é indonésio. Campeão da F-BMW Pacífico em 2009, foi para a Europa e se mostrou no mesmo nível de outros fortes pilotos com carreira na Europa. Chegou a ganhar da Virgin um teste com a F1 por ser o melhor piloto da Manor na GP3 no ano passado — neste ano, a primazia será de Adrian Quaife-Hobbs. Pode não dar em nada, mas Haryanto é um piloto para acompanhar, sem dúvida.

O último é Mitchell Evans. O neozelandês foi o mais novo do grid da GP3 neste ano, com 17 anos. Chegou depois de ser bicampeão da F-Toyota Neozelandesa, primeiro vencendo pilotos mais experientes, como Lucas Foresti (F3 Inglesa), Sten Pentus (World Series) e Earl Bamber (Superliga), depois superando compatriotas e um dos queridinhos da Red Bull, Daniil Kyvat — terceiro colocado na atual temporada da F-Renault Europeia. Mas era uma categoria local, e conhecer os circuitos vale muito.

Quando chegou na GP3, ninguém dava muito por Evans. Mas, em meio a pilotos com muito mais nome e experiência, chegou ao fim da sexta corrida — terceira etapa — na liderança. Na quarta rodada, era o segundo. Na quinta, o terceiro. Somente na sexta das oito etapas, com a ascensão brilhante de Valtteri Bottas, Mitch deixou a disputa pelo título.

Mesmo não marcando pontos na segunda metade do campeonato, em parte por vacilos próprios e em outra parte por azares — como ser jogado para fora da pista por James Calado em Monza —, Mitch impressionou. Foi o segundo entre os três pilotos de sua equipe, mas ficou apenas dois pontos atrás do Lewis Williamson, que é quatro anos mais velho e venceu, em 2010, o prêmio de revelação britânica da revista Autosport, que dá um teste com a McLaren. O outro companheiro, Simon Trummer, cinco anos mais velho, ficou 11 pontos e nove posições atrás. E tem uma coisa importante nisso tudo: Mitch corre pela MW Arden, equipe de Mark Webber e Christian Horner, chefe da Red Bull.

Não custa nada ficar de olho em quem pode ser um astro da F1 no futuro.

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Esporte que maltrata


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Felipe Paranhos

Alberto Valério, Tiago Geronimi, Caio Lara, Raphael Abbate. Todos eles, ano passado, disputavam campeonatos de monopostos lá fora. Neste ano, estão em posições de coadjuvante nos torneios de turismo brasileiros. Apesar de, evidentemente, tratar-se de um período de adaptação, tenho certeza que os quatro pilotos, de 25, 22, 20 e 19 anos gostariam de continuar por lá.

Ao menos, houve a passagem pelo automobilismo internacional. E quando nem isso acontece, fica só a frustração? É um pouco do que passa Lu Boesel. Competitivo na F3 Sul-Americana, onde ficou conhecido, o sobrinho de Raul e irmão de Pedro, da Copa Montana, o piloto buscou os EUA como destino.

Chegou na O2, equipe da Lights, para testes. Foi o mais rápido num treino que teve, inclusive, Josef Newgarden, que veio da GP3, com um carro mais complexo do que o da F3 Sul-Americana. Lu impressionou a equipe, ganhou a verba do patrocinador do time.

Voltou ao Brasil empolgado para completar a verba e conseguir se garantir na temporada 2011 da Lights. Não deu tempo de obter os recursos para iniciar o campeonato. Sua almejada estreia ficaria para Long Beach, se tudo desse certo.

Pelo visto, não deu. E Lu cogita, como os pilotos citados lá em cima, abandonar o sonho de correr em categorias de monopostos fora do país e tentar vaga nos campeonatos de turismo daqui. Ontem, no Twitter, o piloto desabafou.

“Minha carreira inteira até aqui segui nos monopostos, mas cada vez mais sinto que esse é um caminho incerto e para poucos com bolsos grandes. Mesmo amando o monoposto, o turismo tá cada vez mais presente e mais perto da realidade! Usar um pouco mais do curso adm e tocar a vida”, falou.

Ê, automobilismo… Esporte que maltrata.

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Velozes – GP da China 2011


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Felipe Paranhos

>>> Lewis Hamilton venceu pela 15ª vez na F1, a primeira desde agosto de 2010, na Bélgica. Apesar do tempo, não se trata da maior diferença entre vitórias do inglês. Entre o GP da China de 2008 e o GP da Hungria de 2009, foram 10 provas. Desta vez, oito.

>>> Com a excelente atuação na China, Webber fez a melhor corrida das suas 160 da carreira — ao menos, em relação a posições conquistadas: ao largar em 18º e completar a prova em terceiro, ganhou 15 colocações, superando sua marca de dez postos, do GP da Áustria de 2003, ainda pela Jaguar.

>>> Pela primeira vez em 2011, já que não largou na Austrália e recolheu voluntariamente seus carros na Malásia, a Hispania completou a corrida com seus dois carros. Duas voltas atrás do líder, na mesma volta da Virgin. A equipe está no nível do ano passado. Como o campeonato ainda vai para a quarta etapa, bem possível que a HRT supere a Virgin ao longo do ano.

>>> Outra: lembram que eu falei que o carro da Williams é péssimo? Maldonado terminou em 18º. Foi ultrapassado por Kovalainen, de Lotus, na DÉCIMA volta. Pérez tomou drive-through e terminou na frente do venezuelano. Barrichello foi 13º — como sempre, fazendo milagre com um carro ruim. Pra mim, fica claro que a experiência de Rubens leva o carro até o meio do pelotão, mas que, se não melhorar muito, a equipe de Grove não faz nem 20 pontos na temporada.

>>> A melhor volta de Jarno Trulli, 1min42s052, foi mais rápida do que a melhor de Fernando Alonso, 1min42s070.

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Alívio imediato


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Felipe Paranhos

A gente tem falado aqui da crise grave do automobilismo brasileiro na formação de pilotos e desenvolvimento destes para a F1, mas existe a chance de a previsão minha e do Felipe Massa receber um prazo maior para acontecer. Isso porque há brasileiros que iniciam a temporada com boas chances de título em 2011.

Vamos ao primeiro deles: Felipe Nasr. O brasiliense vai correr pela Carlin, principal equipe do automobilismo britânico, e vem fazendo ótima pré-temporada. A F3 Inglesa fez quatro dias de teste até agora. Nos dois primeiros, em Rockingham, o brasiliense dominou. Nos dois mais recentes, em Silverstone, foi segundo colocado, batido por pilotos diferentes: primeiro o colombiano Carlos Huertas, depois o malaio Jazeman Jaafar, ambos da mesma equipe.

Sempre peço aqui pra que as pessoas segurem um pouco a expectativa sobre Nasr, que, afinal, é um menino de 18 anos. Mas é fato que é muito talentoso. Sorte pra ele, que escolha os caminhos certos. E que tenha grana suficiente para ir além.

O outro nome forte este ano é Cesar Ramos. O atual campeão da F3 Italiana testou pela F2 e foi muito competitivo logo de cara, a despeito de o carro feito pela Williams ter mais do que o dobro de potência. Decidiu correr na World Series e, apesar de ser estreante, vem conseguindo um desempenho excelente.

No seu primeiro dia de testes pela categoria apadrinhada pela Renault, que tem motor em média ainda mais forte que o da F2, emplacou um sexto lugar, 0s1 mais lento do que Alexander Rossi, companheiro e promessa norte-americana. No segundo dia em Aragon, foi o quarto, 0s16 atrás do parceiro de Fortec.

Em Barcelona, os treinos foram marcados pelo tempo chuvoso e por condições variáveis do circuito. Ramos foi nono no primeiro dia e 14º no segundo, em que não conseguiu andar com pneus de pista seca e, portanto, não teria como andar no ritmo dos líderes.

Ramos deve brigar ali entre os cinco primeiros no extremamente competitivo grid da World Series. E, se não acontecer, não tem problema (exceto financeiro, se houver): é primeiro ano, dá pra tentar mais uma vez. O favoritíssimo para 2011 é Daniel Ricciardo, reserva da Red Bull/Toro Rosso, na maior barbada entre as séries de acesso à F1. Só que a chance de ele substituir Sébastien Buemi ou Jaime Alguersuari durante a temporada é muito grande. Não acredito no australiano correndo até o fim da disputa.

Há três datas em comum entre World Series e F1, somente uma no fim da temporada, quando essa substituição seria mais provável. Entretanto, não sei se a Toro Rosso repetiria a permissão para terminar o campeonato da categoria de base como fez com Jaime Alguersuari em 2009, para depois ouvir o espanhol reclamar de falta de adaptação durante 2010 inteiro. Se Ricciardo não chegar ao final da disputa, mais uma chance para que Ramos, Wickens, Rossi e companhia lutem pelo troféu no fim do ano.

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Pede pra sair


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Felipe Paranhos

Vitantonio Liuzzi disse, hoje, que a Force India não conversou com ele sobre uma possível saída da equipe. Entenda: Liuzzi, ao contrário de Sutil, tem contrato para 2011. Isso porque, quando ele entrou no time como piloto de testes, fez um acordo que previa dois anos como titular. O primeiro já foi, 2011 seria o outro.

Só que Liuzzi foi ridículo em 2010. Fez 21 pontos, contra 47 de Sutil. Fez bastante besteira. Ele quer o segundo ano como titular, e parece que só ele. A pressão pela promoção de Di Resta é grande, e ninguém que não bebeu dois litros de absinto liberaria o Sutil pra ficar com o italiano.

“Britain’s next F1 Star”, tá lá na capa da Autosport, falando do Di Resta. Cheguei a ler que Liuzzi iria pra vaga do Di Resta no DTM, informação que o próprio Vitantonio negou. Pô, Tonio, tá chato, já. Pelo visto, ninguém te quer aí na equipe. Se não te ofereceram a vaga do escocês, pede você.

Eu iria pra outro lugar. O fato de um piloto não dar certo na F1 não quer dizer que ele não seja muito bom. Tonio sempre foi muito competitivo, venceu a última edição da F3000 em 2004, mas fracassou na F1. Talvez seu maior erro tenha sido se dedicar quase exclusivamente à F1 por cinco anos seguidos, fazendo apenas aparições-relâmpago em outras categorias enquanto trabalhava para voltar ao topo do automobilismo internacional.

Acho que é hora de abrir espaço em outros campos. O DTM pode ser um deles. WTCC, por que não? Como dizem aqui na Bahia… Tonho, para que tá feio.

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2011


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Felipe Paranhos

Na vida: saúde.

Na F1: Kobayashis.

Na Indy: sucesso à parceria De Ferran-Kanaan.

Na GP2: respeito por quem assiste e cobre a categoria.

Na MotoGP: Rossi forte na Ducati.

No WRC: um adversário pra Loeb.

Na Stock Car: corridas que acabam quando terminam.

Na F-Future: gente.

Na CBA: decência, coragem, trabalho, fim das mentiras.

Sonha, garoto, sonha.

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Traquinagens e serelepices


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Felipe Paranhos

Não vou me aprofundar tanto no assunto quanto fez o chefe Victor Martins, até porque ele falou exatamente o que eu pensava. Mas resolvi sair do breve descanso das férias (descanso nada, só faço estudar) para comentar a babaquice suprema de Mark Alan, o menino que, líder do campeonato de F1 com 11 pontos de vantagem, foi passear de bicicleta numa montanhinha com o amiguinho e se espatifou.

Só que Mark Alan é tão traquinas que ele já tinha se espatifado no início do ano brincando da mesma coisa. Daquela vez, quebrou a perna; desta, o ombro. Apesar de ser reincidente, o inteligente ser humano queria ser privilegiado por sua equipe de F1, que, aliás, não foi informada da singela lesão — num lugar que, afinal, nem é tão importante para um piloto, não é mesmo?

Aí dá pra entender porque Alanzinho era quem mais reclamava da falta de visibilidade na chuva que atrasou o início do GP da Coreia do Sul, por exemplo. Dá pra entender porque Alanzinho começou a chorar no GP do Brasil dizendo que era “óbvio” que a Red Bull privilegiava Vettel. Se privilegiava sem saber, imagina se soubesse que seu piloto mais experiente fraturou o ombro fazendo estripulias em duas rodas.

A Red Bull só errou em uma coisa: não colocar no contrato de Alanzinho uma cláusula de rescisão automática por burrice cometida fora do ambiente de trabalho.

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Notas, notas (2)


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CURITIBA | Ainda sobre a formação das equipes para 2011.

– A Itaipava continua no ano que vem com David Muffato e Luciano Burti. A equipe ainda é que não está definida. Muffato, inclusive, também conversa para fazer o GT Brasil para conciliar os dois campeonatos, especialmente por conta do apoio da cervejaria.

– Nonô Figueiredo vai permanecer na Cosan Mobil Super.

– Allam Khodair deve anunciar nesta semana a equipe que vai defender no ano que vem, mas a Blausiegel vai junto com ele.

– Na equipe de Amir Nasr tudo ainda é incerto. O time tem a preferência da Crystal e espera para ver a definição do grid em 2011.

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Moral


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Felipe Paranhos

Ser esportista de ponta é poder falar o que quiser. Robert Kubica passou aquele lubrificante antes, mas disse com todas as letras que preferia ter a seu lado um piloto mais experiente em 2011. Ou seja, se pudesse escolher, mandaria Vitaly Petrov se consolar com o Putin.

A vaga na Renault continua vaga — sempre quis escrever isso. Mas parece mesmo que Vitaly deve continuar, pelo que se vê na imprensa europeia. Ainda assim, Kubica fala o que pensa. É difícil ver isso hoje em dia, vocês sabem.

O que mais me chamou a atenção, entretanto, não foi a sinceridade, mas o desprendimento de Robert. Pergunta ao Alonso se ele prefere ter um Nelsinho ou um Massa como companheiro. Ao Schumacher se ele prefere ter um Sam Bird ou um Rosberg do lado. Kubica chegou à F1 ao lado de um piloto mais forte — Nick Heidfeld. Perdeu duas  vezes, 2007 e 2009, ganhou na mais importante, 2008.

Eu não acho que Kubica realmente fez muito até 2010. Mas, neste ano, ficou claro que ele precisa de um carro melhor no futuro.

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Um primeiro ano de sucesso


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Felipe Paranhos

Forward, G22, Gresini, Holiday Gym Racing, Interwetten Moriwaki Moto2, Iodaracing Project, Italtrans, Jack & Jones by A. Banderas, JIR Moto2, Mapfre Aspar, Marc VDS, Monlau Competicion, MZ Motor, QMMF, Quereseno, Stop and Go, Tech 3, Technomag CIP, Tenerife 40 Pons, Tuenti Speed Up, Viessman Kiefer Racing, WTR/Speed Master Team.

A FIM anunciou hoje: serão 22 equipes e 40 motos na Moto2 em 2011, com pré-classificação, como neste ano. A categoria é, como dizem os mudernos, um case de sucesso. Apesar de ter uma morte no currículo — Shoya Tomizawa, em San Marino —, o campeonato foi acirrado entre seus verdadeiros disputantes, já que Toni Elías estava um degrau acima de todos os outros, por sua experiência anterior na MotoGP. A última etapa de 2010, em Valência, será o fechamento de um ciclo muitíssimo bem-sucedido.

Além disso, por ser bem mais acessível, deixa a MotoGP sustentada apenas por seus nomes. Convenhamos, a temporada da principal categoria do Mundial de Motovelocidade foi muito sem graça, tanto que Jorge Lorenzo se tornou campeão tão cedo por pura e simples retirada de combate por parte de seus rivais Rossi e Pedrosa.

Vem aí a Moto3 no lugar das 125cc. A ideia é replicar o número de motos, o interesse do público e de patrocinadores. Acho que vai dar certo. A MotoGP, por sua vez, deve continuar a mesma pindaíba deste ano.

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Ih, rapaz…


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Felipe Paranhos

Nico Hulkenberg, Vitaly Petrov, Karun Chandhok, Nick Heidfeld, Bruno Senna, Lucas Di Grassi, Luiz Razia, Giedo van der Garde, Jerôme D’Ambrosio, Pastor Maldonado, Mikhail Aleshin, Johnny Cecotto Jr. É grande a lista dos pilotos que procuram uma vaga na F1 em 2011. Para alguns, só vale ser titular; para outros, a prioridade é ser piloto de testes.

Mas essa é a lista somente dos que declaradamente buscam uma vaga no ano que vem. Uns tem resultados, outros patrocinadores, poucos têm os dois.

Tá fácil arranjar carro pra correr ano que vem?

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Questão de bom senso


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Felipe Paranhos

Peter Sauber é dono, chefe e principal porta-voz da equipe que leva seu nome na F1.

(Já repararam que quase ninguém mais fala em nome da equipe? O negócio é centralizado)

Suas funções, portanto, requerem que ele esteja ao lado do time em todos os GPs, acompanhando os trabalhos, dando seu ponto de vista — enfim, cuidando decentemente da empresa.

Mas Peter não está em Suzuka para o GP do Japão. Vai a um casamento.

O leitor se pergunta que raio de chefe é esse.

É que o casamento é de Carlos Slim Domit, presidente da Telmex, principal patrocinadora da Sauber em 2011. Domit junta os trapinhos milionários com María Elena Torruco neste fim de semana.

É, Peter, boa escolha. Aproveita e dá uma passada em Acapulco.

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Seriedade


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Felipe Paranhos

“Somos sérios”, declarou pela milésima vez Tony Fernandes, depois de anunciar o acordo para receber o sistema hidráulico e a caixa de câmbio da Red Bull.

Há um ano Tony diz isso.

Mas não é porque é uma mala. É porque sabe o ambiente hostil que as novatas sofrem na F1.

Busca na cabeça aí: depois da saída do Max Mosley, quem manifestou algum tipo de apoio a Lotus, Virgin ou Hispania? É só porrada.

Me parece  óbvio que a Lotus é esportivamente séria. Tony Fernandes não entra em nada pra perder, já disse isso por aqui. Mas as perspectivas para quem pretende entrar na F1 hoje em dia não são nada animadoras — como se pôde ver no processo seletivo da FIA para a 13ª vaga do Mundial de 2011.

E mesmo se a equipe não tivesse grana, não teria o direito de tentar fazer história na F1 — mesmo que no fundo do grid?

Quanto mais elitizada a F1 for, mais babaca ela vai ser.

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Não existe almoço grátis


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Felipe Paranhos

Duas fontes me apontam que a Sauber já tem seu piloto para o ano que vem. Segundo ambas, Sergio Pérez é o nome para a temporada 2011. Nick Heidfeld, portanto, deve ter vida curta no time de Peter.

A contratação de Esteban Gutiérrez como reserva do time suíço tem muito a ver com a forte probabilidade de as fontes estarem certas. Por um motivo em especial: Esteban é patrocinado pela Telmex, assim como Pérez. Além disso, ambos são mexicanos, como se sabe. E o carro da Sauber passou o ano inteiro em branco.

Outro nome importante nesta disputa é o de Pastor Maldonado. O campeão da GP2 ainda não tem vaga garantida na F1. O venezuelano conversou com quatro equipes: Sauber, Lotus, Force India e Hispania. A Sauber mixou. A Lotus, segundo uma das fontes, vai manter seus dois pilotos.

Para entrar na Force India, Pastor dependeria da saída de Sutil para a Renault. O alemão tem os milhões da Medion, sua patrocinadora, para oferecer pela vaga de Vitaly Petrov. Assim, o lugar na FI poderia ficar com o venezuelano. A outra opção é a Hispania.

Na Renault e na Virgin, Maldonado não tem trânsito. Na equipe francesa, seu maior problema é com Eric Boullier, “só” o chefe da equipe, com quem teve relacionamento conturbado nos tempos de Dams, na World Series.

E tem D’Ambrosio.

O negócio é o seguinte: Jérôme, piloto da Dams na GP2 e até outro dia piloto de simulador da Renault, virou o reserva imediato da Virgin. A equipe precisou de dinheiro, já que Lucas Di Grassi perdeu o patrocínio da Clear, aquela dos xampus anticaspa.

D’Ambrosio repôs uma grana na Virgin. € 1,5 milhões, pra ser exato. Onde entra a Renault nisso? No conjunto suspensão-motor-KERS que a equipe inglesa negocia com o pessoal do Gravity, empresa que agencia jovens pilotos. Jérôme é piloto do Gravity e dispõe de mais 5 milhões para investir em quem o desejar em 2011.

Neste ano, D’Ambrosio treina em quatro das cinco sextas-feiras restantes: Cingapura, Japão, Coreia do Sul e Brasil. Só não anda em Abu Dhabi porque tem a GP2. É quando Razia treina.

No fim das contas, é como se D’Ambrosio estivesse pagando para Di Grassi correr, por enquanto.

Mas não existe almoço grátis, diria Milton Friedman…

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Garantido


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Felipe Paranhos

Nick Heidfeld está garantido na temporada 2011 da F1, penso eu. Quem não contrataria um piloto que, em meio à uma mudança tão grande no regulamento, sabe exatamente como se comportam os pneus que serão utilizados na próxima temporada?

Sei não, mas Trulli, Liuzzi, Petrov devem saber. Já acho que foi uma injustiça a saída de Nick para 2010, então não o vejo fora de 2011. E você, acha que Heidfeld estará na temporada 2011?

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O melhor [da GP2]


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Felipe Paranhos

Há um ano, escrevi aqui que Pastor Maldonado era o “pior piloto das grandes categorias”. Justifiquei dizendo que o venezuelano era “até rápido às vezes”, mas era “capaz de idiotices indescritíveis”. O que era verdade. Pastor sempre foi o retrato do piloto veloz, ousado, mas irregular, que frequentemente acabava com a sua corrida e com a dos outros — como fez, naquele ano, com Diego Nunes em Nürburgring, só para citar um caso.

Em 2009, Pastor ficou à sombra do campeão Nico Hülkenberg na ótima ART. Enquanto o novato  — hoje na Williams — fez 100 pontos, o veterano fez apenas 36. E, para a temporada atual, foi parar na Rapax, antiga Piquet GP, que se mostrava como incógnita para 2010.

Deu certo. Maldonado se encaixou bem na equipe e se vale da experiência com o carro da categoria — que é fundamental, ou vocês acham que o Zuber era competitivo porque era bom piloto? — para dominar os mais novos. Mas o piloto parou de cometer erros bobos e alcançou uma consistência que me lembra os tempos de Timo Glock na iSport em 2007, quando o alemão levou o título.

Desta feita, Maldonado é o melhor da categoria. E eu, se sou dono de uma dessas equipes pequenas da F1, já fechava com ele — e com o dinheiro da PDVSA, petrolífera venezuelana — para 2011.

* Na minha pesquisa pelo post em que critiquei Pastor, notei que fiz duas apostas para o título de 2010: Jules Bianchi e Giedo van der Garde. Sou péssimo em palpites, percebi. Bianchi está sendo uma decepção e Van der Garde, depois de um excelente ano na mediana Arden, está ofuscado por Sergio Pérez (que pra mim é o maior valor da GP2 hoje).

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