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Eric Granado


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Eric Granado

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A (bela) cidade da velocidade


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
do VeloCittà

Desde a tarde desta sexta-feira (8), estou na cobertura da abertura da primeira temporada da história da Mitsubishi Lancer Cup, que terá neste sábado a primeira das seis rodadas duplas realizadas em Mogi Guaçu, interior de São Paulo, no novíssimo circuito VeloCittà, de propriedade da montadora. O primeiro dia de atividades de pista foi tranquilo e compreendeu a realização de dois treinos livres, cada um com duração de meia hora.

O grid é composto basicamente por gentleman-drivers, mas tem muita gente conhecida na lista dos inscritos, todos oriundos do turismo. Para citar alguns, estarão presentes neste fim de semana de provas aqui em Mogi Guaçu Elias Junior (que, obviamente, não é aquele apresentador do Show do Esporte nos áureos anos 90 na Band), Leo Burti, Sylvio de Barros e a bela Michelle de Jesus, só para citar alguns.

A grande atração do certame é mesmo o carro: o Lancer Evo R, preparado especialmente para a categoria. A Mitsubishi trouxe para estar à frente da Lancer Cup alguns nomes conhecidos. Hoje no VeloCittà, pude ver Duda Pamplona (matéria com ele amanhã), que além de ser um dos instrutores da Mitsubishi, também é piloto da montadora no Brasileiro de Marcas. Mas, evidentemente, a grande estrela atende pelo nome de Ingo Hoffmann.

O alemão, que completou 60 anos na semana passada, é o novo coordenador de competições da Mitsubishi e passa toda sua experiência acumulada por décadas à montadora, que inicia sua incursão como categoria monomarca no automobilismo de pista depois do sucesso no off-road com a Mitsubishi Cup e o Mitsubishi Motorsport.

Foi com Ingo que tive a chance de completar uma volta rápida no VeloCittà. O circuito é uma maravilha, uma verdadeira joia: rápido, seletivo e muito bem cuidado, fato raro aqui no Brasil. Deu gosto conhecer um pouco mais sobre a mais nova pista do automobilismo brasileiro e também foi bem bacana andar ao lado de um mito vivo como o Ingo, ‘apenas’ 12 vezes campeão da Stock Car, entre tantas outras glórias.

Amanhã começa pra valer a temporada, que abre com a realização de duas corridas: uma pela manhã e outra à tarde. Antes, haverá uma sessão classificatória para definir o grid da primeira prova. Já a segunda, assim como boa parte das categorias turismo no Brasil e no mundo, terá seu grid determinado pela ordem da primeira etapa, sendo que os oito primeiros largarão em posições invertidas, com o oitavo lugar da bateria 1 largando na pole à tarde.

Seguiremos aqui acompanhando o despertar da mais nova categoria do automobilismo do país! Posto abaixo algumas fotos tiradas há pouco. E claro, acompanhe tudo da Lancer Cup aqui no Grande Prêmio.

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Um novo caminho


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JULIANA TESSER [@JulianaTesser]
de São Paulo

Joan Lascorz ficou paraplégico após um grave acidente durante um treino do Mundial de Superbike no circuito de Ímola em maio passado. Quase dez meses após a lesão que o afastou das pistas, o piloto espanhol encontrou um novo caminho para seguir.

Lascorz estará ao lado de Ruben Xaus e Marc Martín durante as transmissões da Superbike pelos canais espanhóis Teledeporte, TVE HP e RTVE.es.

“Estou realmente muito feliz de me juntar a esse projeto na TV”, disse o piloto que representava a Kawasaki na época de seu acidente. “Tenho certeza de que continuarei apreciando as corridas deste novo ponto de vista. Às vezes você pode sentir mais emoção vendo as corridas pela TV, porque você pode deixar de lado a pressão de ser um piloto”, considerou o espanhol de 27 anos.

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Na rota do Sertões: cara a cara com o mito


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de São Luís

É amanhã que os motores finalmente vão roncar aqui em São Luís, e o Rali dos Sertões vai começar a escrever a 20ª página de sua história. O clima de expectativa e de ansiedade é nítido nos olhares, nas entrevistas, nos gestos de cada competidor que está por aqui. E pude ver isso ao falar com muitos deles. As ambições são bem distintas: alguns vêm para lutar pela vitória, enquanto que, para outros, a conquista maior é simplesmente chegar em Fortaleza no próximo dia 28. No fim das contas, o que move todos é a pura e simples paixão pelo esporte.

Hoje, sexta-feira (17), foi um dia de muita movimentação aqui no Hotel Luzeiros, onde foram realizados os briefings com pilotos de carros, caminhões, motos, quadriciclos e UTVs, um outro briefing, com as equipes de apoio, além de, mais cedo, uma entrevista coletiva com as autoridades, diretores de prova e competidores e, também, um almoço promovido pela Honda Racing. Nesse tempo todo hoje tive a chance de conhecer de perto um mito do esporte, nas duas e nas quatro rodas.

Stéphane Peterhansel é a grande estrela do Rali dos Sertões 2012 (Foto: Fernando Silva/Grande Prêmio)

Talvez a grande atração do histórico 20º Rali dos Sertões seja a presença de Stéphane Peterhansel e seu inseparável navegador Jean-Paul Cottret, que vão tentar bater Guilherme Spinelli e Youssef Haddad com um Mini All4 Racing da equipe alemã X-raid. Peter, como é chamado por todos os seus colegas aqui no Maranhão, foi o último a se posicionar na mesa dos pilotos que participaram da entrevista, sentando-se ao lado de Tom Rosa, Felipe Zanol, Guilherme Spinelli, Edu Piano e Guido Salvini.

A sala de convenções, onde foi realizada a entrevista na manhã desta sexta, estava cheia de mulheres (lindíssimas, por sinal) distribuindo latinhas de Red Bull a torto e a direito. E as latinhas taurinas também decoravam a mesa da coletiva, sempre com um piloto tendo um Red Bull à frente. ‘Macaco velho’, Stéphane, que é patrocinado pela concorrente Monster, sutilmente colocou a ‘sua’ latinha de Red Bull para bem longe, até para não correr o risco de ser fotografado com um produto de uma marca rival.

Dez vezes campeão do Dakar e verdadeiro mito do esporte, Peterhansel, pode-se dizer, está para o rali cross-country como Michael Schumacher está para a F1. O maior de todos os tempos, o único, o imbatível. Assim é como Stéphane é visto por todos aqui, como o cara, o fodão, o melhor da história. E é justo considerá-lo assim. Afinal, são dez títulos do Dakar, seis nas motos e quatro nos carros. Quando um competidor vence uma prova da dimensão e da importância do Dakar uma vez, vira grande; quando vence dez, vira imortal. E Peterhansel é imortal.

E o que percebi, desde quando ele fez sua primeira aparição pública aqui em São Luís nesta sexta, é que ele, no alto da sua história como piloto, sempre se mostrou muito solícito com todos, seja com o amigo ‘Guiga’ Spinelli, seja com um fã, um membro de uma equipe de apoio, se disponibilizando sempre para tirar uma foto ou bater um papo. Assim foi também com a imprensa presente aqui. Peter deu a mesma atenção a cada um dos repórteres presentes e falou com todos com a maior tranquilidade. Postura, aliás, comum aos pilotos e navegadores do rali.

Marquei com ele próprio uma entrevista após o briefing, à tarde. E finalmente consegui falar com o mítico Peter, por volta das 17h. Em todas as respostas, Stéphane foi muito convicto, simples e se mostrou bastante humilde. Durante um trecho, ele diz ter a consciência de que é um dos grandes do esporte a motor em todos os tempos, mas que se vê apenas como uma pessoa normal.

Peterhansel falou sobre muita coisa, como a sua primeira vez no Sertões, sua história no Dakar, Sébastien Loeb, a possibilidade de um dia o Brasil receber uma especial do Dakar, enfim. Muita coisa. Adianto ao amigo leitor que a entrevista será publicada na Revista WARM UP, edição 29. Edição, diga-se de passagem, pra lá de especial, pois terá outra entrevista com outro mito do automobilismo: Emerson Fittipaldi. Em breve nas bancas virtuais!

Obviamente, Peterhansel veio para vencer. Por mais que diga que não, que não se considera o favorito à prova, seu equipamento e, principalmente, seu retrospecto vencedor, o coloca como o grande postulante ao título do Sertões 2012. O Mini All4 Racing é um baita carro e vai certamente lutar de igual para igual com o Lancer de Spinelli. Em teoria, a luta pela vitória ficará entre os dois, embora seja mais sensato não descartar Riamburgo Ximenes da briga.

Aliás, falando em Riamburgo, acabei fazendo parte de um momento curioso. Quando abordei Peterhansel, no saguão do hotel, para fazer uma última pergunta, o piloto cearense, que também correrá pela X-raid neste ano, mas com um BMW X3, se aproximou, bem humorado, e me disse: “Avise a ele [apontando para Peter] que só não falo mais com ele por causa de problemas de linguagem”. E eu disse isso, com meu inglês raikkonensístico, ao francês, que riu e disse que estava feliz por correr ao lado de Riamburgo.

Foi um baita dia, devo dizer. Não é sempre que você fica cara a cara com um mito do esporte.

E não é sempre que você consegue fazer uma entrevista com uma mulher linda, guerreira, vencedora, musa do rali e rainha do carnaval. No próximo post eu explico como foi.

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O monstro do Sertões


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

E lá vamos nós para a cobertura de mais um Rali dos Sertões. Será mesmo um prazer estar lá para acompanhar e passar ao amigo leitor os detalhes a 20ª e histórica edição da prova, entre 18 e 28 de agosto, entre São Luís e Fortaleza. Ainda está muito longe para fazer as malas, mas confesso que a ansiedade é maior a cada dia que passa.

Mas antes de viajar, vamos colocar aqui e no Grande Prêmio todo o noticiário que envolve a competição: prévias, notícias e anúncios de última hora, além de muitas entrevistas. E o BloGP não fica atrás, já que aqui vamos postar fotos, vídeos, histórias e tudo mais.

Também antes de ir para o Maranhão, escrevi uma reportagem especial que irá ao ar em breve na Revista WARM UP deste mês. Só posso antecipar que se trata de uma grande matéria com os maiores campeões do Rali dos Sertões, competição que vai agitar o automobilismo brasileiro, ainda mais em um mês que muitas categorias, aqui e lá fora, vão parar para as férias de meio de ano.

E um desses grandes campeões entrevistados foi Edu Piano. Pentacampeão do Rali dos Sertões, Edu já ganhou até correndo com S10 nos carros, em 2005, mas seu auge mesmo tem sido na condução dos caminhões.

Eduardo Domingues, nome de batismo de Edu Piano, vai fazer sua 17ª participação na maior competição cross-country do mundo disputada em um só país e irá para São Luís com um caminhão completamente novo.

Ao lado de Solon Mendes e Carlos Sales, o paulistano, atualmente com 43 anos e radicado em Tatuí, vai correr com o peso-pesado Ford Cargo 1933 4×4, um verdadeiro monstro das trilhas de terra para ajudar a equipe Território a lutar contra adversários de peso, como Guido Salvini, André Azevedo e Ulysses Marinzeck pela taça dos Caminhões Pesados.

Aliás, o peso-pesado de Edu Piano também é bastante rápido. O motor conta com 650 cv e pode ajudar o bruto a alcançar a incrível marca de 220 km/h, além de um sistema de tração 4×4 com diferencial central, bloqueio e reduzida desenvolvida pela própria equipe Território. O veículo foi desenvolvido especialmente para a estreia na 20ª edição do Rali dos Sertões.

Bacana é ver que o envolvimento direto da montadora no apoio e desenvolvimento de um caminhão para uma prova tão importante — e, ao mesmo tempo, que às vezes não recebe o valor merecido. O próprio Edu Piano destacou a participação da Ford, que vai utilizar o Sertões como um verdadeiro laboratório a céu aberto antes de um desenvolvimento futuro para o consumidor final.

“Montamos o primeiro Ford Cargo 1933 4×4 do mundo e ele se mostrou bastante competitivo nos primeiros testes. Mas o teste maior será mesmo durante os dez dias de prova e estamos trabalhando para que tudo esteja em ordem até lá. Neste vídeo é possível conferir um pouco do que o caminhão é capaz”, anunciou o pentacampeão Edu Piano.

Então acompanhe abaixo o novo peso-pesado que promete ser o ‘monstro’ do Rali dos Sertões 2012.
 

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=KRyB2uFb9Rg

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Iluminado, Alonso vence épico GP da Europa com dez títulos mundiais no pódio em Valência


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Alonso se emociona com vitória incrível em Valência (Foto: Red Bull/Getty Images)

A largada do GP da Europa não teve nenhum incidente e foi bastante empolgante, com várias disputas por posições desde o apagar das luzes vermelhas. Vettel disparou na frente e teve até certa tranquilidade, mas do segundo para trás, a luta por posições foi intensa. Hamilton manteve o segundo lugar, enquanto as Lotus, tanto de Kimi quanto de Grosjean, tocaram no carro de Maldonado, que caiu para quarto após o franco-suíço fazer a ultrapassagem.

Os dois carros da Ferrari largaram muito bem. Alonso pulou de 11º para oitavo em uma manobra bastante arrojada. Massa também foi bem sucedido e subiu para décimo. Button, por sua vez, perdeu muitas posições e despencou de nono para 13º, tendo Bruno Senna logo atrás.

Já no fim da segunda volta, a vantagem de Vettel para Hamilton já era de 1s9, dando a impressão de que seria uma corrida tranquila. E era, mas só para o taurino. Hamilton contava com a pressão de Grosjean, que era pressionado por Kobayashi, que passou Maldonado e ganhou a quarta colocação. Quem pressionava o venezuelano era Räikkönen, mas a Lotus não conseguia esboçar uma ultrapassagem.

Vettel dominava com tranquilidade. No fim do sétimo giro, a vantagem do alemão perante Hamilton era de 9s2. O piloto da McLaren tinha a pressão de Grosjean, mas que não era tão intensa como no começo da corrida. Dois duelos bastante parecidos, entre Ferrari e Force India, chamavam a atenção: Alonso lutava pela sétima colocação com Hülkenberg, enquanto Massa mostrava bastante agressividade na luta com Di Resta pelo nono lugar.

Até mesmo no fim do pelotão havia disputa, com o novato Charles Pic duelando com Narain Karthikeyan pelo 22º lugar. Mas o jovem francês escapou de traseira no fim da grande reta e tocou no HRT do veterano indiano. Entretanto, ambos seguiram na prova.

Na abertura da décima volta, Button e Pérez fizeram suas trocas de pneus e abriram a janela de pit-stops. O britânico, que largou com pneus macios, passou a usar os médios, enquanto o mexicano fez o contrário: iniciou a prova com os compostos macios e os substituiu pelos pneus identificados pela cor branca. Na volta seguinte, foi a vez de Massa também colocar pneus médios.

No fim da volta 10, Grosjean finalmente conseguiu passar Hamilton, após arrojada manobra entre as curvas 12 e 13. E a Lotus tinha um bom momento na corrida. Com os pneus bem mais desgastados, Pastor vinha perdendo rendimento volta após volta e era muito pressionado por Räikkönen, que fez a ultrapassagem e assumiu a quinta colocação no 14º giro do GP da Europa.

Depois finalmente passar Hülkenberg, Alonso foi para cima de Maldonado, que já não tinha mais o mesmo bom rendimento do começo da corrida. Com os pneus em frangalhos, o venezuelano não foi páreo para o piloto da casa, que fez uma bela manobra de ultrapassagem. Pastor, em seguida, foi para os boxes, assim como Kobayashi, Räikkönen e Hülkenberg.

O GP da Europa foi um dos mais belos da emocionante temporada da F1 em 2012 (Foto: Red Bull/Getty Images)

Vettel e Grosjean fizeram suas respectivas paradas na mesma volta, a 17ª. Sebastian voltou tranquilo na liderança. Di Resta era o seguindo, seguido por Rosberg, mas o fato é que o escocês e o piloto da Mercedes ainda não haviam feito suas paradas, assim como Schumacher, Webber e Senna, que vinham claramente com tática diferente.

Essa tática diferenciada gerou um dos momentos mais emocionantes da corrida. Havia um grande pelotão com Senna, Alonso, Schumacher, Webber, Grosjean, Räikkönen, Kobayashi, Maldonado, Massa e Hülkenberg. Misturou tanto os pilotos com ritmo mais lento, como Schumacher, Webber e Senna, com pneus mais desgastados, enquanto Alonso, Grosjean, Räikkönen e Maldonado com os compostos em melhores condições.

E Alonso, buscando não perder muito contato com os ponteiros, arriscou a ultrapassagem para cima de Webber e, em seguida, contra Senna. O espanhol teve certa dificuldade, mas ganhou o sexto lugar, avançando para a luta por posição com um velho rival, Schumacher. Não demorou muito para o bicampeão ultrapassar Michael e ganhar o quinto posto em Valência.

Na intensa luta por posições no grande pelotão que se formou no GP da Europa, Senna, em ritmo mais lento, tentava se defender dos ataques de Kobayashi. No fim da grande reta, o brasileiro ‘fechou a porta’ e tentou impedir a passagem do piloto da Sauber, que não conseguiu evitar o toque no FW34. No incidente, Bruno teve o pneu furado e a asa dianteira do seu carro avariada. Na avaliação da direção de prova, Senna foi considerado culpado pelo incidente com Kobayashi e teve de cumprir um drive-through como punição.

Safety-car e quebras mudam rumo do GP da Europa

Lá na frente, tudo parecia encaminhado para mais uma vitória fácil de Vettel. Entretanto, o alemão não contava que um erro de Jean-Éric Vergne, da coirmã taurina Toro Rosso, fosse tirar a sua tranquilidade e, principalmente, mudar todo o panorama da corrida. O francês, no momento que ultrapassou Kovalainen, tocou seu pneu traseiro direito na Caterham do nórdico e destruiu o composto, jogando vários detritos na pista. A direção de provas não teve dúvidas e acionou o safety-car na 29ª volta. O estreante francês abandonou o GP da Europa.

Quem vinha com tática de apenas um pit-stop se deu muito bem. Todos aproveitaram para fazer suas paradas no momento em que o safety-car entrou na pista. Vettel, Grosjean e Alonso formavam o rol dos três primeiros, enquanto o surpreendente Daniel Ricciardo, com um só pit-stop, era o quarto. Rosberg, Schumacher e Webber, com uma só parada, também estavam entre os dez primeiros. Já Di Resta teve azar. O escocês parou uma volta antes da entrada do safety-car e era apenas o 12º.

Entre os brasileiros, a corrida não era mesmo das melhores. Depois de perder muito rendimento até antes mesmo da entrada do safety-car, Massa era apenas o 14º, enquanto Senna, depois de ter cumprido a punição, figurava em 21º, à frente apenas de Karthikeyan, da nanica HRT.

A relargada aconteceu na abertura da 34ª volta, com Vettel tentando escapar na ponta e Grosjean e Alonso vindo na sequência. No entanto, de maneira incrível, Fernando, que guiava de maneira soberba, fez uma épica ultrapassagem sobre Grosjean na curva 2 e foi para cima de Sebastian tentar a liderança.

Mas o piloto da Ferrari nem precisou fazer força. Isso porque a Red Bull de número 1 ficou bastante lenta e acabou com a corrida do alemão. Alonso assumiu a ponta da corrida, para delírio do público valenciano. Vettel, por sua vez demonstrou muita irritação, e Adrian Newey, no pit-lane, era a imagem do desespero.

Massa também não teve sorte em Valência. Também na relargada, o piloto da Ferrari foi abalroado por Kobayashi e teve o pneu dianteiro direito furado. A batida foi tão forte que Kamui abandonou. A corrida de Felipe, que já estava comprometida, ficou ainda mais, com o brasileiro voltando do pit-stop em 20º.

A empolgante corrida em Valência tinha Alonso na liderança, com Grosjean em segundo e Hamilton fechando o top-3. Räikkönen vinha em quarto, seguido por Schumacher, Maldonado, Hülkenberg, Di Resta, Button e Pérez fechando o grupo dos dez primeiros. Naquele momento, após 40 voltas, Alonso já recebia intensa pressão de Romain, que estava a apenas 0s6 em relação ao espanhol.

O azar que se abateu sobre Vettel também tirou as chances, bastante reais, de Grosjean ser o oitavo vencedor na temporada. Com problemas hidráulicos no E20, que simplesmente apagou, o franco-suíço parou seu carro, para frustração de Éric Boullier e da Lotus. Alonso passava a ter um pouco mais de folga, já que a diferença para Hamilton, o novo segundo colocado, era de 3s5 na volta 42.

Mesmo com os pneus desgastados, Alonso conseguia abrir certa vantagem perante Hamilton e mantinha a corrida sob controle. O britânico é que era bastante pressionado por Räikkönen, terceiro. Mais atrás, Maldonado fazia grande corrida e tentava chegar perto do piloto da Lotus. Hülkenberg, igualmente brilhante, vinha em quinto, seguido pelo também ótimo Di Resta, que sacramentava um fim de semana bastante positivo da Force India nas ruas de Valência.

Pódio histórico em Valência: Räikkönen, Alonso e Schumacher, dez títulos mundiais (Foto: Red Bull/Getty Images)

Di Resta, entre todos os 19 pilotos que seguiam na corrida, era o único com apenas uma parada. Era natural que o escocês perdesse rendimento, e aí Schumacher e Webber aproveitaram para fazer as respectivas ultrapassagens, o que não invalida o bom trabalho do jovem da Force India no GP da Europa.

Enquanto Alonso seguia soberano e vinha para uma vitória épica em Valência, Hamilton duelava com Räikkönen, que depois de muito tentar, finalmente conseguiu ultrapassar o piloto da McLaren e assegurou mais um pódio em 2012. Lewis, por sua vez, ficou na alça de mira de Maldonado, que vinha mais rápido. No ímpeto de passar o piloto da McLaren, o venezuelano tocou no carro cromado e acabou com a corrida de Hamilton, que ficou na barreira de pneus.

Maldonado seguiu na corrida, mas com a asa dianteira totalmente avariada, e logo foi ultrapassado por vários adversários. Hülkenberg assumiria a terceira colocação, mas o alemão perdeu muito rendimento no fim da corrida e foi superado por Schumacher e também por Webber. No fim das contas, Alonso cruzou a linha de chegada com 6s4 de vantagem para Kimi que, ao lado de Schumacher, formou um pódio com nada menos que dez títulos mundiais. Fim digno para uma corrida sensacional às margens do Mar Mediterrâneo.

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Push e o congestionamento


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CURITIBA | A introdução do uso do push-to-pass no treino classificatório da Stock Car para 2012 foi vista com certa cautela pelos pilotos de início. É claro que a intenção da regra é melhorar o espetáculo, embaralhar os pilotos favoritos no grid. Isso porque a cada etapa a direção de prova estabelece um número x de acionamentos, que é divido entre classificação e corrida. E o piloto decide se quer usar parte desses acionamentos na classificação ou não.

Para a rodada deste final de final de semana, a direção de prova em Curitiba autorizou 12 acionamentos, ou seja, seis para o treino decisivo e seis para a corrida. Dos 32 pilotos do grid apenas oito descartaram o uso do recurso e vão com o número total para a corrida. Acontece que no treino de hoje essa imensa diferença entre os que usaram e os que não usaram criou um enorme congestionamento na pista, sobretudo no Q1, quando todos vão juntos à pista.

Explicando, o cara que tem o push aciona, faz a volta rápida, mas quando resolve usar novamente o tempo de diferença entre um acionamento e outro é de 1min30s, neste tempo o piloto fica na pista, procura poupar os pneus e, portanto, anda mais lento. E foi essa diferença de ritmo que causou muitas reclamações durante a classificação de hoje. Porque aliado à questão do uso do push também está o excesso de carros, principalmente nos minutos finais na fase inicial do treino.

Esse congestionamento já havia acontecido em Interlagos, mas em menor escala, já que lá apenas seis dos 32 competidores decidiram usar o botão de ultrapassagem na classificação.

Alguns comentários interessantes:

Marcos Gomes:  “Esse sistema de classificação precisa ser revisto, porque vira uma tremenda confusão quando todos os carros entram na pista nos últimos minutos. Fui prejudicado pelo tráfego e fiquei no prejuízo. Cheguei a sacrificar algumas tentativas de abertura de volta para não atrapalhar os outros, mas nem todos agem assim. Do jeito que está, você atrapalha ou é atrapalhado. A divisão em grupos ou a tomada individual resolveria esse problema”, sugeriu.

Lico Kaesemodel: “Vinha na minha volta rápida e no ultimo trecho fui atrapalhado pelo carro 74, que estava muito lento na saída da curva. Foi uma pena, pois perdi três décimos com isso, o que me colocaria umas 10 posições a frente. Sempre entro na pista mais cedo, nessa etapa não quis ser referencia e errei na opção. Mas faz parte, agora terei de me virar largando no meio do pelotão”, disse Lico, que entrou na pista faltando nove minutos para o encerramento, quando cerca de 30 pilotos também entraram.

Ricardo Zonta: “Um carro na minha frente estava se preparando para abrir a volta no “S” de alta e não tive como desviar ou efetuar a ultrapassagem, pois ele não saiu do traçado e tive de diminuir a velocidade. Precisamos rever isso, pois os treinos serão complicados se ninguém tomar uma atitude”, queixou-se Zonta.

Galid Osman: “Foi bem complicado, porque todo mundo deixou para fazer as voltas nos minutos finais e a pista de Curitiba não é tão grande para os 32 carros da Stock Car fazendo voltas rápidas. Claro que é um problema que afetou todo mundo, mas no meu caso específico perdi justamente a volta boa do pneu e que usei o push-to-pass, senão daria para ficar no top-10”.

Cacá Bueno: “Fui atrapalhado na melhor volta do pneu e não consegui passar para o Q2, o que foi uma pena. Agora é fazer uma corrida de recuperação.”

Resta saber como será em pistas mais estreitas, como Velopark, e nos circuitos de rua, como Salvador e Ribeirão Preto.

Outra história
Durante a classificação de hoje, Thiago Camilo e Átila Abreu se envolveram em um incidente, em que Átila afirmou ter perdido sua melhor volta para evitar uma batida com Camilo, que depois que deixou Ricardo Mauricio no ‘S’ de alta voltou para trajetória, bloqueando Abreu.

Thiago se desculpou com Átila nos boxes, mas o piloto da AMG se sentiu prejudicado e entrou com protesto, mas a direção de prova considerou que Camilo não teve a intenção de prejudicar. Ainda assim, ambos conseguiram vaga no Q2.

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Fazendo história


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JULIANA TESSER [@JulianaTesser]
de São Paulo

Apesar de todas as conquistas femininas ao longo da dos anos, o esporte a motor segue sendo dominado pelos homens. Neste sábado (17), no entanto, Elena Myers fez história.

A bordo de um Suzuki GSX-R600, a californiana de 18 anos se tornou a primeira mulher a vencer uma corrida profissional no circuito de Daytona. Em 2010, Elena foi primeira mulher a vencer no campeonato norte-americano de Superbike, a cruzar a linha de chegada de Sonoma na ponta.

Na prova deste sábado Elena largou na terceira posição e liderou a prova em duas únicas ocasiões. Ao final das dez voltas da categoria SuperSport, Myers recebeu a bandeirada com 0s239 de vantagem para Corey Alexander, da National Guard, o segundo colocado. Hayden Gillim, da Red Bull, foi o terceiro.

“Estou muito feliz por conseguir a minha segunda vitória. Minha última vitória foi em casa e eu meio que dei sorte com algumas bandeiras vermelhas, mas esta é uma vitória legítima”, disse a representante da Suzuki. “Ser a primeira mulher a ganhar uma corrida profissional em Daytona é muito legal e não posso agradecer o suficiente a todos que me ajudaram a chegar até aqui.”

No ano passado, no GP de Indianápolis de MotoGP, a californiana foi convidada para testar a GSV-R de Álvaro Bautista. Na ocasião, Elena tinha em torno de cinco voltas com o protótipo da Suzuki, mas a moto apresentou um problema nos metros iniciais e ficou parada.

“Era uma quinta-feira antes do GP de Indianápolis”, contou a pilota na época. “Eles me disseram que eu podia acelerar nas retas, mas para não fazer nada muito louco, até porque a pista estava super escorregadia. E eu também não queria cair com a moto de US$ 1 ou US$ 2 milhões deles”, continuou.

“Todos ficaram assustados por um minuto ou algo assim, porque a moto parou do outro lado da pista, por conta de um problema no sensor de aceleração. Eu estava presa do outro lado e ninguém sabia o que tinha acontecido comigo”, recordou. “Algum comissário avisou pelo rádio que eu estava sentada no meio da pista com a moto sem funcionar. Na verdade isso foi bom, porque teria acontecido com o Álvaro no dia seguinte e eles teriam perdido toda a sessão. Então eles ficaram felizes por eu ter andado… Eu fui a cobaia”, brincou. “Foi bom para eles, e Indy cooperou bastante, porque eles mantiveram a pista aberta enquanto eles reparavam a moto para que eu pudesse dar minhas outras quarto voltas”, completou.

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Barberá fala em evolução como piloto e garante: “Objetivo é Ducati oficial”


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Hector Barberá avaliou que evoluiu como piloto nas últimas temporadas e afirmou que sua meta é garantir uma vaga na Ducati de fábrica. Piloto espanhol espera ter a nova GP12 para o teste de março, em Jerez de la Frontera

Hector Barberá deixou a Aspar no fim do ano passado e fará sua estreia pela Pramac nesta temporada, assumindo a posição que foi de Randy De Puniet. Em entrevista ao diário espanhol ‘AS’, o piloto contou que deixou sua antiga equipe, pois não queria correr com as novas motos CRT, que contam com chassis artesanais e motores de produção.

“Tomei essa decisão porque este ano só terão CRT e essas motos não serão como será a Ducati”, explicou. “Estou muito agradecido a Aspar por tudo que fizeram por mim e quando soube que não continuariam com a Ducati, vi as opções que teria, assim como eles. A saída foi boa. Entrei em um grupo de conhecidos e saí de uma equipe de amigos”, continuou.

Barberá afirmou que espera acompanhar ritmo de Rossi e Hayden em 2012 (Foto: MotoGP)

A decisão de Hector baseia-se no objetivo do piloto na categoria rainha do Mundial de Motovelocidade. “Meu objetivo é a Ducati oficial. Ser a sombra dos dois pilotos oficiais, estar onde estava antes da lesão na clavícula que sofri no ano passado. É complicado, por seus títulos e equipes com os melhores engenheiros, mas será um ano importantíssimo para mim”, ponderou, levando em conta que os contratos de Valentino Rossi e Nicky Hayden chegam ao fim neste ano.

Barberá, aliás, acredita que poderá andar no mesmo ritmo do italiano. “No ano passado, com a moto dele funcionando melhor por ser uma de fábrica, eu andava com ele. E o mesmo com Hayden. Além disso, estou melhorando muito como piloto e espero usar a experiência da equipe”, afirmou.

No teste coletivo de Sepang, que começa na próxima terça-feira (31), Barberá contará com a GPZero, moto que foi utilizada por Rossi no teste de Valência, ainda no ano passado. Trata-se de uma versão experimental da fábrica de Borgo Panigale que será comparada à nova GP12, protótipo tido como 90% novo e que será testado por Valentino e Nicky.

“Terei uma evolução do teste de Valência”, contou. “Sei que a nova moto é muito diferente, outra moto e se a levam é porque foi bem em Jerez. Acredito que a terei para o teste de março, em Jerez”, afirmou, fazendo referência ao teste realizado em meados deste mês que contou com a ajuda de Carlos Checa, campeão do Mundial de Superbike pela Ducati, e com Franco Battaini, piloto de testes do time.

O ‘As’, então, perguntou se a GP12 é uma versão japonesa da moto italiana. “É difícil dizer. Será uma moto mais prática, com chassi de alumínio, mas parecido com o de todos os outros. O estilo da Ducati era outro, mas não funciona e é preciso se basear nos outros. Era um chassi imprescindível”, concluiu.

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Os dois lados do Rally de São Paulo


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Confesso que recebi com admiração o fato de Rubens Barrichello organizar um evento de fim de ano, chamado Rally de São Paulo. É ótimo para divulgação do esporte e a marca, no caso, a Mini, que voltou com tudo ao cenário do automobilismo mundial neste ano, com participações no Dakar e no WRC, inclusive conquistando grandes resultados, sobretudo com Daniel Sordo.

Não sei até que ponto o evento em si foi criado e promovido por Barrichello apenas para reunir pilotos, amigos e convidados em uma espécie de confraternização off-road de fim de ano ou se tem o dedo da Rede Globo para criar um espaço para a grade do domingo, geralmente vazio nessa época de fim de ano. Não sei até que ponto o Rally de São Paulo tem alguma relação com algum projeto futuro de Rubens no automobilismo, ainda mais levando em conta que sua permanência na F1 em 2012 ainda não está definida.

Opinião minha: seria MUITO legal ver Barrichello fazendo um rali pra valer depois que ele encerrar sua carreira na F1, mesmo sabendo que ele ainda tem muita lenha pra queimar na categoria. Talvez fazendo o caminho inverso de Kimi Raikkonen ao ingressar no WRC, ou mesmo no Dakar, não sem antes começar no Rali dos Sertões. Entendo que seria importante do ponto de vista de divulgação do rali aqui no Brasil e também daria nova motivação à sua vida esportiva, mesmo levando em conta que, quase aos 40 anos, motivação nunca faltou a Rubens.

Além de Kimi, o rali, seja de resistência ou de velocidade, já contou com nomes que já passaram pela F1: Robert Kubica, Jean-Louis Schelsser, Norberto Fontana e Ingo Hoffmann, que já disputou o Rali dos Sertões, por exemplo. Até mesmo Ayrton Senna já testou um carro do WRC, um Ford Sierra (veja vídeo abaixo).

Abro aqui um parêntese: outra modalidade que, creio eu, Barrichello poderia mandar muito bem e seria bastante útil é o Endurance. Por conta de sua grande experiência nas pistas, o brasileiro seria um elemento determinante no desenvolvimento de protótipos, como Allan McNish e Olivier Panis fizeram, por exemplo. Fecho parêntese.

Por outro lado, mesmo sabendo que o evento promovido pelo Barrichello não tem ligação nem visa promover o rali, a não ser pelo nome e pela marca envolvida — assim como o Desafio das Estrelas não tem como principal função difundir o kart —, acho válida uma ponderação feita pelo Guilherme Spinelli, tetracampeão do Rali dos Sertões e duas vezes top-10 do Dakar, que postou hoje em sua conta no Facebook.

“Rubens batizou o evento de Rally de São Paulo e realizará o desafio no estádio do Corinthians com transmissão da Globo/SporTV. Tudo muito legal, PORÉM O EVENTO É PROIBIDO PARA PILOTOS DE RALLY! O motivo, segundo declaração do Rubens nessa entrevista (http://www.diariomotorsport.com.br/), é que se formos convidados, desequilibraremos o evento. Porque não mudam o nome do evento então? Ficaria envergonhado se um piloto de rally organizasse um evento e proibisse qualquer outra categoria por esse motivo!!! Mas quem decide o time é sempre o dono da bola… e se não quer encarar o adversário é melhor não deixar ele jogar.”

Volto a dizer: nem o Rally de São Paulo, tampouco Barrichello, tem a menor obrigação de incluir um ralizeiro no line-up dos pilotos que vão participar do evento. Mas por outro lado, perde-se uma das únicas oportunidades de colocar um piloto da modalidade em rede nacional, principalmente levando em conta que a modalidade, embora esteja em crescimento — Rali dos Sertões indo para o 20º ano e com dois brasileiros no WRC, Paulo Nobre e Daniel Oliveira —, quase não conta com conta com divulgação na grande mídia. A participação de alguém da modalidade, como o próprio Spinelli, Palmeirinha, Oliveira, ou mesmo os veteranos André Azevedo e Klever Kolberg seria um atrativo a mais para a prova, sem sombra de dúvidas.

Fica a dica.

Em tempo:  Maurício Neves, piloto de rali dos bons (já correu inclusive pela Volkswagen no Dakar), recebeu o convite para fazer parte do Rally de São Paulo. Entretanto, Neves vai participar da prova no sábado, no evento Pro-AM, com jornalistas e artistas convidados. O convite veio na esteira do lançamento do XRC (Xtreme Rally Car), nova categoria brasileira da modalidade. Maurício é o chefe da Pro Macchina, responsável pelo projeto do novo protótipo.

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Coluna Motorsphere: o campeão voltou?


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Race of Champions

FELIPE GIACOMELLI [@daewlz]
de Brasília

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da looooooooooooooooooooooonga temporada 2011 da F1, é hora de comemorar. Quero dizer, eu, você e a maioria das pessoas não temos nenhum motivo aparente para celebrar esse início do mês de dezembro, mas os pilotos por aí têm.

Além do Desafio das Estrelas, produzido todos os anos por Felipe Massa, neste primeiro final de semana dezembrino também acontecerá a Corrida dos Campeões, aquele tradicional evento de duelos entre pilotos, em carros especiais, em algum lugar no mundo.

Ano passado, por exemplo, Filipe Albuquerque surpreendeu o mundo todo ao conquistar o título, derrotando os sempre favoritos Sebastian Vettel e Sébastien Loeb, além dos americanos Carl Edwards e Tanner Foust. O título, ainda que simbólico, tirou o luso do turismo italiano e o colocou no DTM.

O campeonato, claro, foi sensacional. Além de Vettel e Loeb, nomes de peso como Michael Schumacher, Andy Priaulx, Heikki Kovalainen, Travis Pastrana, Mick Doohan e até mesmo Alain Prost participaram da brincadeira.

O problema é que o torneio perdeu a característica inicial, de quando era realizado nas Ilhas Canárias, de reunir os campeões das principais categorias do automobilismo. Claro que sempre houve a participação de convidados, que não necessariamente haviam levantado alguma taça nos últimos 365 dias,

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mas agora o foco do torneio parece ser outro.

A Corrida

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dos Campeões deixou de ser um evento que determina – ainda que de maneira informal – o melhor piloto do ano, para ser um grande evento comemorativo, que oferece ao público pagante duelos de alto-nível entre pilotos consagrados.

Em termos de competição, a Corrida dos Campeões continua sendo um evento sensacional e imperdível, com grandes disputas, que facilmente viram hit do Youtube. Mas eu confesso que gostava mais das edições iniciais, quando havia realmente um embate entre os campeões.

Speed trap:

– Yann Cunha e Fabiano Machado terminaram nas últimas colocações os

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treinos coletivos da World Series, em Aragón. Muito pouco para os dois últimos campeões

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da F3 Sul-americana

– Ainda na World Series, Felipe Nasr andou entre os primeiros

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quando pilotou o carro da Carlin, mas sofreu com o equipamento da Epic/Dams, que também vitimou o desempenho do bom Adrian Quaife-Hobbs.

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O destaque das atividades, porém, foi Richie Stanaway, atual campeão da F3 Alemã e que

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se torna um sério nome para a F1 no futuro

– Fabio Gamberini volta a treinar pela GP3 em Barcelona, dessa vez pela Status, uma das principais equipes do certame. Uma boa chance para conseguir um grande resultado

– Miguel Paludo acertou com a Turner e será companheiro de Nelsinho Piquet na Truck Series em 2012. Ou seja, o gaúcho terá o filho de um tricampeão da F1 e o genro do dono da equipe – James Buescher – como parceiros. Situação deveras complicada, eu diria

– Para ler mais sobre este colunista, clique AQUI e vá ao blog.
Ou clique AQUI e me siga no Twitter. Até quarta-feira que vem!

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O cara


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EVELYN GUIMARÃES [@eveguimaraes],
de Interlagos

“A F1 precisa de caras com Tony Fernandes”. A frase é de Mike Gascoyne, diretor-técnico da Lotus, equipe malaia que no ano que vem vai se chamar Caterham. Em conversa com os jornalistas na quinta-feira aqui em Interlagos, o dirigente falou muito sobre o futuro da equipe, mas principalmente sobre o comando exercido por Fernandes.

Gascoyne, que tem no currículo passagens por McLaren, Sauber, Renault, Jordan e Toyota, vê em Fernandes um líder e atribuiu grande parte do sucesso e do crescimento da equipe em tão pouco tempo à maneira pouco convencional que Tony administra o time. Como não pode ir a todas as corridas e nem estar presente às decisões cotidianas do time, o dono da Air Asia nomeou executivos malaios para as posições estratégias da equipe, com o único objetivo de não deixar que nada saia de seu controle.

Porém, segundo Gascoyne, a chave do sucesso está mesmo na personalidade do malaio. De ideias arrojadas, Mike afirmou que Tony não tem medo de arriscar e é um dos poucos donos de equipe que consegue usar “muito bem” a mídia para atrair parceiros e a simpatia do público. “O que ele faz é algo totalmente novo. E acho que está aí a grande diferença para as demais equipes, para o que se faz na F1 desde sempre”.

Sem dúvida, Fernandes tem inovado em várias frentes desde que decidiu fazer parte da F1. Assim como fez com sua companhia aérea, o empresário já começa a chamar atenção no paddock e, de longe, é possível dizer que das três novatas de 2010, a Lotus é a única que realmente conseguiu criar uma identidade própria, mesmo com toda a briga em torno do nome.  E acho que está aí a grance sacada de Fernandes.

A reportagem completa sobre a Lotus/Caterham, Gascoyne e Fernandes, o leitor poderá ler na Revista Warm Up em breve.

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Até tu, Sutil?


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JULIANA TESSER [@JulianaTesser],
de São Paulo

Não que eu tenha o hábito de assistir o Mais Você, mas sabe como é, né. Passa logo depois do jornal, a TV tá ligada, eu geralmente estou bastante ocupada escrevendo alguma notícia que vai mudar o rumo do automobilismo mundial e não dá tempo de mudar de canal…

Pois bem… Com a F1 em Interlagos, a maioria dos programas da Globo está produzindo matérias no circuito e a Ana Maria não ia ficar de fora.

A matéria desta quarta-feira (23), assinada pelo repórter Tiago Maranhão, mostrava um pequeno enfeite no carro de Adrian Sutil: um louro José.

O boneco foi colocado no bólido por João Carvalho, um almoxarife da Force India. O objetivo, segundo ele, é homenagear a apresentadora e a luta dela contra o câncer. Além disso, o louro é verde, que é a cor da esperança. Ou seja…

Agora, você deve estar se perguntando: ‘Mas quem levou um louro José para Interlagos?’. Bem, foi obra do Adriano Griecco, um jornalista que está trabalhando na equipe.

Mas muito pior do que ver o boneco no carro, foi ver Ana Maria sendo apresentada a Adrian Sutil.

“Agora, você sabe quem é o alemão? Ninguém sabe… Eu não sei qual é a carinha do alemão. Bota a foto do alemão para mim, para eu saber como que é! Olha! Parece até brasileiro! Olha lá que simpatia!”

É…

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O sentido do automobilismo é o risco (de morte)


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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]

Só hoje eu li o texto de André Forastieri sobre a morte de Dan Wheldon. O título é “O sentido do automobilismo é a morte” e causou discussão no Twitter, notadamente por parte de pilotos e jornalistas que dele discordaram. Como na era de internet infelizmente não se ouve, lê ou vê nada sem um juízo de valor previamente estabelecido, muitos se apressaram a atacar o autor do texto, evocando aspectos de seu passado como jornalista — todos vinculados ao fato de Forastieri ter escrito textos polêmicos ao longo de sua carreira, como se isso fosse necessariamente negativo.

Forastieri é um jornalista experiente, da geração do Flavio. Por isso, eu, jovem, li um texto dele pela primeira vez há poucos anos. É um opinador voraz. E neste ponto abordo o primeiro dos tópicos deste meu texto. Em geral, as pessoas não sabem lidar com opiniões discordantes. Li que a opinião de Forastieri não deve ser levada em conta porque supostamente, o jornalista é alguém que “se aproveita” de temas polêmicos para ganhar cliques — como se as pessoas devessem julgar uma opinião pelo que acham de seu dono. Vi gente que deveria zelar por sua imagem pública chamar o cara de imbecil e animal, por exemplo, por ter um ponto de vista oposto ao seu. (Esse desrespeito e a falta de noção em lidar com a discordância pode ser vista aqui mesmo no BloGP e em qualquer blog de opinião. Já perdi as contas de quantas vezes fui xingado porque achava uma coisa e não outra.)

O segundo tópico deste post refere-se ao conteúdo do texto de Forastieri. Vamos ao trecho principal do que disse o jornalista. “Quem corre, corre risco de morte. É grande parte da sedução deste ‘esporte’. É por isso que atrai grande audiência, e corrida de kart ou bicicleta, não. No risco de acidente está a grana, o patrocínio, o faturamento. É para isso que pagam um dinheirão para os pilotos.  É por isso que Wheldon, ex-campeão, receberia dois milhões de dólares pela participação na corrida em que morreu.”

A discussão sobre automobilismo ser esporte ou não é secundária, deixemos de lado. O valor que Wheldon receberia seria quase esse mesmo, uma vez que dividiria os US$ 5 milhões com um torcedor. Fiquemos no conteúdo. E, sorry, guys, Forastieri falou a verdade. Não confundam objetivo com sentido. O objetivo do automobilismo é ser o melhor na difícil tarefa de tornar homem e máquina uma coisa só. E isso é bem arriscado, vocês sabem — numa pista de kart ou na F1. Quando alguém morre num circuito, todos repetem o chatíssimo clichê “automobilismo é esporte de risco”. O sentido do automobilismo é o risco. E esse risco é do quê, senhores, senão da morte, de uma lesão grave, de ficar fora das pistas para sempre? Ao dizer que o sentido — e não a lógica — do automobilismo é a morte, Forastieri não cometeu uma heresia. O risco não pulula na tela o tempo todo, lembrando-nos que aquele piloto pode morrer a qualquer momento. Mas ele é inerente à corrida. Está implícito.

Seguimos com parte do texto de André. “Seria facílimo tornar o automobilismo mais seguro. Você assistiria? Não. Morre, então, mais um piloto. Triste para a família e amigos e fãs. Mas inegavelmente previsível. E grande atração televisiva, capotamentos e incêndio bombando audiência do domingo à noite, repercutindo na internet, visualizações dos vídeos aos milhões”.

Um adendo, então: o fim do ano está chegando. Num exercício de previsão, que jornalista dirá que, em 2012, morrerão menos de três pilotos nas principais categorias do esporte a motor mundial? Mortes no automobilismo são, sim, previsíveis, por mais que a segurança evolua. E não é preciso muito esforço para perceber que tristes acidentes repercutem tanto quanto vitórias marcantes. Um exemplo? Dan Wheldon. Experimente digitar o nome do inglês no YouTube e selecionar a opção contagem de exibições. Os cinco vídeos mais vistos sobre o piloto somam 12.558.425 views. E ele morreu há dois dias. O sexto colocado entre os vídeos mais exibidos sobre Wheldon é a vitória dele nas 500 Milhas deste ano, há quatro meses: 351.022 views. O instinto macabro do ser humano, por sua vez, é incontável.

Discordo quando Forastieri diz que o automobilismo é um espetáculo monótono, que ninguém mais assistiria automobilismo se este fosse absolutamente seguro. Não sei. Mas, de resto, André não escreveu nenhum absurdo. A adrenalina é gerada pelo risco, e esse risco é de morrer, como em todos os esportes ditos radicais. E acredito que parte do furor gerado pelo texto advém do título forte e do fato de que o jornalista não é do meio. E julgar um texto por este critério é ridículo.

Acho que o grande estalo da polêmica foi semântico. O objetivo do automobilismo não é o risco. A lógica do automobilismo não é o risco. O sentido dele é.

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Orgulho


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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]

A hora, claro, é de contar os recordes já batidos por Vettel, novamente campeão depois do GP do Japão. Mas fico pensando no que o garoto já fez na F1 e ainda não é absoluto. 24 anos, 19 vitórias, 27 poles, 33 pódios.

Só existem 12 pilotos com mais vitórias na F1 — e só dois deles, Michael Schumacher e Fernando Alonso, estão ainda em atividade. Se ano que vem a Ferrari não reagir, as 27 corridas vencidas pelo asturiano podem muito bem ficar para trás nesta avassaladora escalada de Vettel.

Sebastian não parece ser do tipo que se desmotiva fácil, no que me lembra Schumacher. O olhar concentrado mesmo quando sorri, por exemplo, uma das marcas registradas de Michael, tem em Vettel um semelhante.

Ao mesmo tempo em que é muito cedo para dizer que Vettel vai bater os recordes de Schumi, quem se atreve a afirmar que ele não vai chegar lá?

Michael realmente tem do que se orgulhar ao ver este menino na pista.

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Destruir uma corrida e destruir uma carreira


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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]

A notícia do início da semana veio do site oficial da F1. Durante o GP de Cingapura, Rob Smedley, engenheiro de Felipe Massa, pediu via rádio ao seu piloto para que destruísse a corrida de Lewis Hamilton. “Segure o Hamilton o máximo que você puder. Destrua a corrida dele o máximo que você puder. Vai, garoto”, foram as frases proferidas por Rob.

Há duas maneiras de interpretar os dizeres de Smedley. A primeira é a de que Felipe estava instruído a prejudicar Hamilton, a de ver a Ferrari como a eterna vilã que torna o esporte indigno. Para quem pensa assim, a semana será um prato cheio. A imprensa inglesa deve atacar sem dó as palavras do engenheiro do time de Maranello, até porque, no fundo, muitos na ilha esperavam um acontecimento para tentar reabilitar forçosamente Lewis do fracasso em 2011.

A outra forma de entender o que aconteceu é a que prefiro. Não sou um ouvinte atento de todas as comunicações de rádio, mas vejo a instrução do engenheiro como um incentivo. Segura o cara, não dá mole, acaba com a corrida dele! Não tem nada de mais, o que gera discussão inútil é o “destrói” — e, se formos analisar do ponto de vista semântico, destruir e “acabar com” têm o mesmo sentido.

Só que, e sempre tem um “só que”, o vazamento dessa comunicação põe por terra o que foi dito sobre Hamilton naquela corrida. E tira totalmente o sentido da revolta de Massa, que foi tirar satisfações com Lewis enquanto o piloto concedia entrevista ao vivo.

(Aliás, aqui na minha terra, bater no braço do outro, reclamar e em seguida dar as costas não é lá muito coisa de macho. Mas tudo bem, cada um se revolta de um jeito. Fecha parêntese)

Voltando ao que disse e correndo o risco de minha argumentação se perder pela digressão, digo: se Massa estava sendo orientado a pilotar defensivamente e segurar o ímpeto de um muito mais rápido Hamilton, o que ele esperava? Numa pista de rua em que as ultrapassagens são difíceis, ele queria que o rival, mais rápido, ficasse esperando um erro dele para passar?

Ora, se o piloto da frente era instruído para pilotar defensivamente — e era isso que Massa fazia —, ele não pode reclamar do fato de Hamilton ter tentado dar um jeito de ultrapassar e, por isso, acabar quebrando a própria asa e furando o pneu do carro de Felipe. Depois, Massa ajudou a linchar Hamilton, que apanha pelo que fez e pelo que não fez. E não trouxe nada de bom para a sua própria carreira.

Tá ficando feio, xará.

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Campeão fora de combate?


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Ainda não é oficial, mas tudo indica que Nasser Al-Attiyah não defenderá o título do Rali Dacar em 2012. A informação partiu do Twitter do piloto argentino Orlando Terranova, que em 2011 correu ao lado do luso Filipe Palmeiro com um BMW da equipe X-Raid. O príncipe do Catar estava cotado para guiar um Mini Countryman do time alemão no próximo mês de janeiro, mas é provável que algo tenha desandado nesse projeto.

Orly terá como navegador Lucas Cruz, que foi copiloto de Carlos Sainz nas últimas edições da prova, sempre representando a Volkswagen. Já que o time de Wolfsburgo tem centrado todas suas forças no WRC para a estreia oficial em 2013, o Dacar ficou sem sua equipe mais forte e tricampeã para uma nova fase da prova na América do Sul. Em 2012, o rali voltará às origens e será linear, com largada em Mar del Plata e chegada em Lima, capital peruana.

Curioso é que Nasser, praticamente garantido como um dos pilotos do projeto Volkswagen no WRC, abriu mão do Mundial para defender o título do Dacar, graças a um pedido de seu principal patrocinador, a investidora qatari Barwa.

Mas recentemente, Nasser também anunciou que buscava ser terceiro piloto do time de fábrica da Citroën, mais ou menos no mesmo esquema que faz Khalid Al-Qassimi, que corre esporadicamente pelo time oficial da Ford. O príncipe também anunciou um projeto para desenvolver os jovens pilotos de seu país no off-road.

Levando em conta a proximidade do fim do Dacar para o início Rali de Monte Carlo de 2012, apenas dois dias, é provável que, caso Orly Terranova esteja certo, Al-Attiyah tenha de fato priorizado o WRC, já que o Dacar segue cada vez mais caro. Vale lembrar, também, que a próxima edição da maior prova cross-country do mundo não terá outro campeão: Vladimir Chagin, o Czar do Dacar, anunciou sua aposentadoria depois de faturar seis títulos dos caminhões pela montadora Kamaz.

Abaixo, confira de novo o duelo épico entre Nasser e Sainz em janeiro. Sensacional.

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Button garante o título de galã da temporada 2011


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JULIANA TESSER [@JulianaTesser]

Ele pode até não levar o bicampeonato da F1 em 2011, mas já garantiu o título de galã da temporada. Jenson Button derrotou adversários como David Beckham, meia do Los Angeles Galaxy, Príncipe Harry, Orlando Bloom, o Will Turner da série ‘Piratas do Caribe’, e o seu próprio companheiro de McLaren Lewis Hamilton, e foi eleito o ‘Britânico mais bonito’ pela marca de jeans ‘Wizard’.

Button fazia parte de uma lista de 30 nomes que foi submetida à votação do público. Mais de 1.500 mulheres votaram e escolheram sua ordem de preferência.

“Um perfil bonito é, sem dúvida, uma obra divina, mas uma boa aparência é responsabilidade do homem”, explicou Sally Allen, da ‘Wizard’. “Jenson Button tem um charme natural que o colocou na pole-position do GP da Beleza deste ano”, completou.

Ao lado de Button na primeira fila está o ator Richard Armitage. Colin Firth, que ganhou o Oscar por sua atuação em ‘O Discurso do Rei’, ficou em terceiro, seguido pelo ator Clive Owen e pelo jogador David Beckham. Jude Law é o sexto, seguido pelo 007 Daniel Craig. O músico e apresentador de TV Peter André ficou em oitavo, com o jogador de críquete Alastair Cook em nono. O Príncipe Harry encerra o rol dos dez primeiros do ‘grid’.

A 11ª posição da lista é ocupada pelo músico John Barrowman, com Henry Cavill, da série ‘The Tudors’ em 12º. O comediante Russel Brand aparece em 13º, à frente de Lewis Hamilton. Os atores Bradley Walsh e Gerard Butler aparecem na sequência, seguidos pelo jornalista Zac Goldsmith. O campeão olímpico James Cracknell ficou em 18º, seguido por Hugh Grant. Orlando Bloom ficou com a 20ª e última colocação.

A ‘Wizard também elaborou uma lista das mulheres mais bonitas do mundo. O ranking publicado em maio traz Nicole Scherzinger, cantora e namorada de Hamilton, na liderança, seguida pela atriz indiana Freida Pinto e por Penélope Cruz. Keira Knightley ficou com o quarto lugar, com Michelle Pfeifer em quinto e Angelina Jolie em sexto. Halle Berry foi a sétima, seguida pela modelo israelense Bar Rafaeli. A Duquesa Catherine de Cambrige ficou com a nona colocação, com Sophia Loren fechando o top-10 feminino.

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Mais um passo


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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]

O BloGP pode confirmar que Cesar Ramos conseguiu apoio para disputar mais uma corrida da World Series. O piloto gaúcho, uma das mais promissoras revelações do automobilismo brasileiro, vem tendo dificuldades para garantir patrocinadores que assegurem sua permanência até o fim da temporada da categoria.

O problema foi anunciado por Ramos no início de agosto, antes da etapa de Silverstone.  Mas, em cima da hora, o laboratório italiano Biopharmacie, que apoia Cesar junto com a empresa brasileira Fras-le, de pastilhas e lonas para freio, pagou uma cota de patrocínio que estava atrasada.

A resolução desta questão, entretanto, só valeu para Silverstone. Para as etapas de Paul Ricard e Barcelona, os esforços prosseguiam. Agora, Cesar já está garantido nas duas corridas francesas. Boa sorte ao garoto, que vem do título da F3 Italiana e está em décimo nesta temporada, a sua estreia nos bem mais potentes carros da World Series.

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GP3 2011: os outros destaques


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FELIPE PARANHOS [@felipeparanhos]

A temporada da GP3 acabou de terminar, e Valtteri Bottas foi o campeão. Até aí, ok. Parabéns ao finlandês, talvez o (teoricamente) melhor apoiado piloto deste campeonato — além de correr na Lotus-ART, é piloto de testes da Williams. O teoricamente porque Bottas deve ser aquele cujo cargo na F1 é mais figurativo, junto com Jan Charouz, um dos mil reservas da Renault.

Mas era barbada apostar em um piloto da Lotus-ART para o título: ano passado, também deu um piloto da equipe verde-amarela, Esteban Gutiérrez. Neste ano, os dois primeiros colocados eram da equipe: Bottas e James Calado. O outro representante do time, o brasileiro Pedro Nunes, teve rendimento muito abaixo do esperado, sem fazer nenhum ponto até a 12ª corrida. Seu substituto, Richie Stanaway, marcou sete pontos em sua primeira corrida, em Spa. Depois, na última, zerou.

Acreditem: ainda não falei o que quero. Vou, aqui, levantar alguns destaques do campeonato, gente que impressionou e merece ser vista com mais atenção. Fico com três nomes, dois repetidos e um novato. Coincidentemente, a ordem de interesse merecido pelo piloto é contrária às suas posições no fim do campeonato.

Nico Müller foi o quarto colocado neste ano, com 36 pontos. Ano passado, já havia sido terceiro, com 53. Levando-se em conta que o recém-terminado campeonato foi muito mais disputado do que o de 2010, o resultado continua bom. E trata-se de algo relevante, uma vez que o suíço, que correu pela Jenzer nos dois anos, tem somente 19 anos. Nico é o mais novo dos seis primeiros pilotos do campeonato, assim como foi o mais jovem dos quatro melhores do ano passado.

Rio Haryanto é outro que fez o seu segundo ano na categoria e, novamente, foi muito bem. Quinto no ano passado, foi sétimo neste. Mas, outra vez devido à alta competitividade do grid deste ano, vê-se que o piloto de somente 18 anos fez mais pontos em 2011 do que em 2010. E o mais legal: Rio é indonésio. Campeão da F-BMW Pacífico em 2009, foi para a Europa e se mostrou no mesmo nível de outros fortes pilotos com carreira na Europa. Chegou a ganhar da Virgin um teste com a F1 por ser o melhor piloto da Manor na GP3 no ano passado — neste ano, a primazia será de Adrian Quaife-Hobbs. Pode não dar em nada, mas Haryanto é um piloto para acompanhar, sem dúvida.

O último é Mitchell Evans. O neozelandês foi o mais novo do grid da GP3 neste ano, com 17 anos. Chegou depois de ser bicampeão da F-Toyota Neozelandesa, primeiro vencendo pilotos mais experientes, como Lucas Foresti (F3 Inglesa), Sten Pentus (World Series) e Earl Bamber (Superliga), depois superando compatriotas e um dos queridinhos da Red Bull, Daniil Kyvat — terceiro colocado na atual temporada da F-Renault Europeia. Mas era uma categoria local, e conhecer os circuitos vale muito.

Quando chegou na GP3, ninguém dava muito por Evans. Mas, em meio a pilotos com muito mais nome e experiência, chegou ao fim da sexta corrida — terceira etapa — na liderança. Na quarta rodada, era o segundo. Na quinta, o terceiro. Somente na sexta das oito etapas, com a ascensão brilhante de Valtteri Bottas, Mitch deixou a disputa pelo título.

Mesmo não marcando pontos na segunda metade do campeonato, em parte por vacilos próprios e em outra parte por azares — como ser jogado para fora da pista por James Calado em Monza —, Mitch impressionou. Foi o segundo entre os três pilotos de sua equipe, mas ficou apenas dois pontos atrás do Lewis Williamson, que é quatro anos mais velho e venceu, em 2010, o prêmio de revelação britânica da revista Autosport, que dá um teste com a McLaren. O outro companheiro, Simon Trummer, cinco anos mais velho, ficou 11 pontos e nove posições atrás. E tem uma coisa importante nisso tudo: Mitch corre pela MW Arden, equipe de Mark Webber e Christian Horner, chefe da Red Bull.

Não custa nada ficar de olho em quem pode ser um astro da F1 no futuro.

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Destino traçado


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Felipe Paranhos [@felipeparanhos]

Saiu hoje no De Telegraaf, maior jornal holandês, que a equipe de empresários de Giedo van der Garde, piloto da GP2, se encontrou no GP da Bélgica com três equipes da F1: Renault, Virgin e Williams. Não por coincidência, três que precisam de dinheiro. Mas aí vem a pergunta: qual não precisa de dinheiro? Esse assunto é mais velho do que andar para frente, então vamos ao verdadeiro tema deste pequeno post: teria Van der Garde estofo para pilotar um carro mediano na F1?

É muito difícil acreditar nisso, uma vez que Giedo prometia muito e não cumpriu o esperado na categoria. O holandês chegou em 2009, depois de vencer a temporada da World Series e aparecer como favorito antes do início do campeonato da GP2. Foi para a iSport, mas os áureos tempos da equipe já pareciam ter ficado para trás. Foi para a Addax, fortíssima e favorita, e foi somente o sétimo colocado. Neste ano, perdeu por muito o título para Romain Grosjean — a diferença é de 34 pontos , faltando uma rodada para o fim — e, depois de fazer só 11 pontos nas últimas três etapas, corre o risco de perder a vice-liderança.

Além disso, já tem 26 anos, aquela que tem sido a idade-limite para ter uma verdadeira oportunidade como titular na F1 vindo da GP2. Di Grassi, Bruno Senna, Pastor Maldonado e — se voltar ano que vem — Romain Grosjean tinham/terão estas idades. Sei que Grosjean correu no lugar do Nelsinho, mas aquilo era um esparro enorme e pra mim não conta.

Não sei, mas Van der Garde me lembra um pouco Jérôme D’Ambrosio, um piloto que teve lampejos na GP2, mas chegou à F1 exclusivamente por conta do dinheiro, já que sua ausência da principal categoria do automobilismo não trazia nenhuma comoção. E não deu outra: segue sem qualquer brilho com as carroças virginianas.

Para mim, se chegar, Giedo entra na F1 com o destino bem traçado.

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Surdez para o bom senso


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Felipe Paranhos

Sou só eu que acho essa discussão sobre o barulho dos motores da F1 a partir de 2014 uma besteira? Ok, é uma parte integrante do espetáculo da F1, ninguém gosta de ver corrida no mudo, mas tem um pouco de factóide nisso tudo, me parece.

A F1 vai abrir mão de uma fórmula de sucesso e colocar um motor de Ka 1.0?

Motor V8 é sinônimo de carro moderno, tecnologia avançada?

Alguém vai mesmo deixar de ir a um autódromo ver os carros, a velocidade, as ultrapassagens, porque o som é X decibéis mais baixo?

A resposta é não para as três perguntas. Quanto à última, arrisco dizer que, se a mudança para os motores V6 fosse feita às escondidas, de um dia pro outro, quase todo o público dentro do autódromo não repararia. Se reparasse, talvez até agradeceria pela “impressão” de que o barulho que machuca os ouvidos diminuiu, talvez atribuísse o menor incômodo a um possível acostumar do sistema auditivo com a zoada.

Convenhamos, ninguém vai assistir a uma corrida no autódromo por causa do barulho do motor. Tá ali, ótimo, é um negócio secundário, muita gente até acha exagerado — eu incluído. No mais, acho que muita gente ficaria contente em ver a corrida com os ouvidos nus, a salvo daquele zunido agudo invadindo mortalmente sua orelha.

(Se é que o volume vai cair tanto assim. É justamente por tudo se tratar de suposição que eu acho a discussão, as ameaças de processo e tal uma enorme besteira.)

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Almanaque Warm Up 2


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SÃO PAULO | Tá no filó, e o Almanaque Warm Up 2 saiu. O senhor que quer presentear sua senhoura, seu filho, seu neto, o parente próximo, alguém que curta automobilismo, bom jornalismo e trabalho de ótima qualidade, compre a mais nova edição da versão impressa da Revista Warm Up.

São 160 páginas de arte by Bruno Mantovani e textos deliciosos, dentre os quais se destaca o longo material da unificação dos títulos da F1 antes de 1950, o carro-chefe desta edição. O preço é baratinho, R$ 24,90, mais de metade do que custou o anterior.

Para comprar o Almanaque Warm Up 2, que tem matérias e seções exclusivas, é so ir ao site do ‘Automobilismo EC’, que em breve também vai oferecer muitos outros produtos ao público distinto e nobre.

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Continuem de olho


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Felipe Paranhos

Cesar Ramos foi o mais rápido do dia na sexta-feira de treinos livres em Aragón. O brasileiro formou a dobradinha da Fortec com Alexander Rossi, segundo colocado à tarde, mesmo período em que o gaúcho de Novo Hamburgo conquistou sua ótima volta em 1min43s333, exatamente 0s001 mais rápido do que o norte-americano, que fora segundo também pela manhã. No treino matutino, com a pista mais lenta, Ramos foi o 13º.

O terceiro foi Albert Costa, da Epic. Daniil Move, que deixou a Mofaz — Junior Lotus do Tony Fernandes — para correr na P1, iniciou bem o fim de semana, ficando no top-5 nas duas sessões.

Semanas atrás, disse aqui que achava grandes as chances de Cesar disputar o título. Continuo acreditando nisso. O favorito disparado é Daniel Ricciardo, da ISR, vice-campeão no ano passado e piloto de testes da Toro Rosso. Só que, assim como acontece neste fim de semana,  o australiano terá de pilotar o carro de F1 na sexta-feira de treinos em mais duas ocasiões nesta temporada.

Se Ramos for sólido durante o campeonato, portanto, fica mais fácil a missão de superar Ricciardo, mais experiente e numa equipe mais forte do que a Fortec do brasileiro.

Falando na ISR, o time de Ricciardo começou mal o fim de semana. Conforme dito na apresentação do campeonato que fiz com o Felipe Giacomelli, do ótimo World of Motorsport, a equipe anunciou uma dupla e estreou em 2011 sem ela: Daniel está na China com a F1 e Dean Stoneman, atual campeão da F2, abandonou o campeonato antes mesmo da pré-temporada por conta de um câncer nos testículos. Lewis Williamson e Nathanaël Berthon, substitutos, não têm a mesma qualidade.

O outro brasileiro da categoria, André Negrão, também iniciou forte a abertura do campeonato. O primo de Xandinho, ex-piloto da GP2, atualmente na Stock Car, superou o companheiro de Draco Stéphane Richelmi no acumulado dos tempos. E é essa a verdadeira disputa do piloto de 18 anos. Richelmi, três anos mais velho, vem do vice-campeonato da F3 Italiana — perdeu para Cesar Ramos —, então superá-lo na temporada será como um título para o paulista.

E atenção: amanhã, às 9h, o Bandsports transmite a primeira corrida da categoria. No domingo, o mesmo.

Atualização: Ramos teve problemas na primeira corrida, terminando em 23º.

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Mais do mesmo


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]

SUMARÉ — Sem as presenças de Ferrari e Mercedes, as primeiras colocações do primeiro dia da quarta bateria de testes em Barcelona não foram nem um pouco surpreendentes. Mark Webber levou a Red Bull à ponta, como quase sempre, seguida pela McLaren de Jenson Button, que após se apresentar de maneira claudicante nas atividades de pista em fevereiro, deu ligeiras mostras de reação conduzindo o MP4-26 com um bizarro bico ‘bolha’.

A Lotus Renault de Vitaly Petrov e Nick Heidfeld — que doente, quase não treinou — fechou a sessão no top-3, a 0s393 de Webber, dando a entender que os bólidos preto e dourado podem lutar contra a Mercedes pela quarta colocação entre os construtores, no mínimo.

A Toro Rosso, que vinha andando bem nos últimos testes, decepcionou hoje na Catalunha. Sébastien Buemi enfrentou problemas no seu STR6 em Montmeló, causando uma bandeira vermelha no início do treino, e quando voltou, não conseguiu mais do que a oitava posição. Ainda é cedo para dizer que a escuderia de Faenza andou para trás. Resta esperar pelo desempenho da filial da Red Bull na quarta-feira.

No pelotão de trás, destaque para Davide Valsecchi. Considerado por Felipe Paranhos como um dos melhores pilotos de todos os tempos, o italiano não fez feio com a Lotus T128 e fechou a manhã em terceiro, de maneira surpreendente, após completar 50 voltas sem enfrentar qualquer problema grave. Luiz Razia fou o responsável por conduzir o carro malaio no período da tarde, foi 1s317 mais lento que o companheiro de equipe na Air Asia da GP2, mas ainda assim, foi mais rápido que Jérôme D’Ambrosio, que mesmo tendo completado 57 voltas, se arrastou na pista com o MVR-02 e ficou a 9s516 de Webber. Um verdadeiro abismo.

A volta da equipe de Maranello às pistas amanhã pode estabelecer o real parâmetro de superioridade da Red Bull perante as rivais. Ou pode ser que, com a presença da maior oponente em Barcelona, o time taurino novamente esconda o jogo. Além de Ferrari e Mercedes, a Williams também vai para a pista com o novo-velho visual da Rothmans. E a Hispania já anunciou que não treina amanhã. Nada de destaque, nada de novo nessa pré-temporada mais morna de todos os tempos da F1. Como diria Renato Russo, é tudo mais do mesmo.

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O grande desafio


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]

Vencer a subida de Pikes Peak, no Estado do Colorado, nos Estados Unidos, tem o mesmo significado para os pilotos de rali do que conquistar o GP de Mônaco na F1, ou as 500 Milhas de Indianápolis na Indy, ou mesmo o Monte Everest para os alpinistas. Desafiador por natureza, o percurso homologado pela FIA tem cerca de 19,99 km e conta com intermináveis 156 curvas em trechos de areia, pedra e asfalto.

Muitos pilotos já morreram ao tentar chegar ao cume da mítica montanha norte-americana, localizada de 4.301 m de altitude, já que não há qualquer tipo de proteção separando a pista do precipício, o que torna o trecho ainda mais desafiador. Pikes Peak não perdoa erros e costuma cobrar com a vida por qualquer deslize.

Dentre as lendas que venceram o desafio, estão Ari Vatanen, Juha Kankkunen e Marcus Gronholm, todos vencedores no WRC. Petter Solberg, campeão mundial de rali de 2003, garantiu que vai encarar a subida de Pikes Peak em 2011. O norueguês deve pilotar um protótipo baseado no Citroën C4 que utilizou no ano passado.

Os objetivos de Solberg não são nada modestos. O experiente piloto visa quebrar o recorde estabelecido pelo nipônico Nobuhiro “Monster” Tajima, que em 2007 cravou 10min01s408 com um protótipo da Suzuki.

O vídeo abaixo, bastante famoso, mostra bem a dimensão do que Solberg terá pela frente. Com um protótipo da Peugeot em 1989, Vatanen esbanjou arrojo nas curvas de Pikes Peak, ficando a centímetros do abismo. A filmagem deu origem a um curta-metragem premiado em toda a Europa no início da década de 90. Só digo uma coisa: o vídeo é espetacular, vale MUITO a pena.

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Pouca quantidade, muita qualidade


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FERNANDO SILVA

PARATY — A redução drástica do número de brasileiros [de 24 para nove] entre as edições de 2010 e 2011 do Dacar foi abordada pela Revista Warm Up de dezembro. Nela, os pilotos e navegadores contaram que o alto custo foi o maior adversário para que mais competidores representassem o verde-e-amarelo no maior rali do mundo. Mas recursos escassos à parte, todos os participantes brasileiros, cada qual segundo suas condições, fizeram bonito durante a prova, obtendo resultados até surpreendentes. A começar pelas motos.

Jean Azevedo voltou a competir sob duas rodas depois quase três anos correndo com carros. Sua última participação em um Dacar com motos havia sido na edição de 2007, ainda no continente africano. O paulista de 36 anos terminou a competição em uma ótima sétima posição — a melhor da história de um brasileiro no Dacar na classificação geral —, terminando atrás somente dos pilotos das equipes de fábrica da KTM, Aprilla e Yamaha. De quebra, Jean faturou também o título da Super Production.

Pentacampeão do Rali dos Sertões, Zé Hélio estava próximo de obter um top-10 nas motos. E o brasileiro vinha bem, andando próximo do ritmo dos companheiros de equipe Frans Verhoeven e Paulo Gonçalves. Mas uma queda sofrida na sexta etapa, entre Iquique e Arica, adiou seus planos para 2012. Vicente de Benedictis também abandonou com problemas em sua Honda em sua segunda participação no Dacar. Levando em conta a limitação de seu equipamento, o brasileiro alcançou a participação esperada.

André Azevedo sabia que tinha equipamento inferior ao ‘exército russo’ da Kamaz, liderado pelo agora heptacampeão Vladimir Chagin. Mas o veterano do Dacar flertou com o top-5 por bastante tempo, até o Tatra quebrar no meio do Deserto do Atacama, pulverizando suas esperanças e também dos parceiros Mira Martinec e Maykel Justo.

Nos carros, Guilherme Spinelli e Youssef Haddad deram sequência à parceria vitoriosa com mais um bom resultado. A dupla da Mitsubishi, campeã do Rali dos Sertões, melhorou a colocação do ano passado, fechando a competição em nono. Cinco posições atrás, fechou a prova a nova dupla brasileira, formada por Marlon Koerich e Emerson Cavassin, que garantiram o título de ‘rookie’ do ano. Marlon jamais havia corrido o Dacar, e mesmo assim, completou a prova sem maiores problemas.

O saldo é altamente positivo. Dentre os pilotos que terminaram, dois alcançaram o top-10 geral e Koerich/Cavassin faturaram o título de estreantes, que já era o objetivo traçado antes mesmo da largada em Buenos Aires. Uma pena somente que o rali não tenha no Brasil o mesmo apelo de mídia que tem na Argentina, por exemplo. A exposição na mídia foi escassa, salvo algumas boas exceções, bem diferente da qualidade demonstrada pelos pilotos brasileiros nas trilhas do Dacar. Que venha 2012!

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Chegada polêmica


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FERNANDO SILVA

Fernando Alonso passou a virada de ano na ilha portuguesa de Porto Santo, próxima à Ilha da Madeira. Entretanto, após aterrissar com seu avião particular no aeroporto, o piloto da Ferrari entrou em conflito verbal com os paparazzi que o esperavam no local.

Ao ver que as câmeras estavam posicionadas no saguão do aeroporto, Fernando esbravejou: “O primeiro fotógrafo ou máquina que vir nesses dias fará com que eu vá embora. E direi para todo mundo que Porto Santo é um desastre. Está bem? Por favor, deem-me tranquilidade”. Apesar de almejar tranquilidade, paz e um pouco de tempo longe dos flashes, desnecessário querer “queimar” um lugar por conta da presença dos fotógrafos. Lamentável.

Alonso encerra nesta segunda-feira (3) sua passagem pela ilha portuguesa. Daqui a uma semana, o espanhol seguirá para Madonna di Campiglio, para os eventos que vão marcar o início da temporada para a Ferrari.

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Ouro negro


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JOÃO PAULO BORGONOVE
@Borgo_

Raphael Campos (@themightybeard), campineiro que vive na Inglaterra, foi o vencedor do concurso realizado pela Lotus (a do Fernandes e de Kovalainen e Trulli) com as cores preta e dourada que iriam ser usadas pela equipe em 2011. Iriam, porque a Lotus Renault (a da Proton e de Kubica e Petrov) resolveu se antecipar e anunciou que correrá com a clássica pintura. Ou seja, Raphael venceu, mas não verá sua pintura na temporada de 2011.

Mas ao menos a pintura será colocada em um carro que será usado para exposições. Menos mal. A pintura ficou lindona. Muito boa.

Clicando aqui você pode ver a pintura por vários ângulos.

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Voando pra Malásia


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FERNANDO SILVA
@fernandomagall

Johnny Cecotto Jr., que foi dispensado da Trident antes da etapa de Monza da GP2, tem praticamente tudo acertado para correr pela Air Asia, a nova equipe de Tony Fernandes na categoria-escola e filial da Lotus Racing.

O BloGP soube que, além do venezuelano de 21 anos — mas alemão de nascimento — existem dois candidatos a companheiro de Cecotto na equipe malaia: o luso Álvaro Parente, que substituiu Alberto Valério na Coloni em Spa-Francorchamps e em Monza — obtendo bom desempenho, principalmente na Bélgica —, ou ainda Giedo van der Garde, que nutria esperanças de ocupar o cockpit da Marussia Virgin, mas perdeu a vaga para Jérôme D’Ambrosio.

A vaga na Air Asia é uma das mais cobiçadas no grid da GP2 porque representa um acesso mais fácil à F1. Recentemente, a cúpula do Team Lotus dispensou Fairuz Fauzy do cargo de piloto reserva da equipe, o que possibilitará a um, ou talvez aos dois pilotos da Air Asia se revezarem na função durante a temporada de 2011.

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