A Ferrari de Koba-san


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FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Kamui Kobayashi deu início à sua preparação visando a estreia no Mundial de Endurance e, principalmente, o debute nas 24 Horas de Le Mans deste ano. Novo piloto da AF Corse, equipe oficial da Ferrari na classe LMGTE-Pro do WEC, O japonês, que será parceiro de Toni Vilander em Sarthe, testou sua Ferrari F458 Italia na última segunda-feira no circuito de Vallelunga, na Itália. Em uma das fotos, divulgada em sua conta no Instagram, Koba-san não escondeu seu sentimento: “Meu novo carro. Feliz por ver meu brinquedinho”.

O mito, que faz muita falta na F1, diga-se, até que ficou bem vestido com as cores da Ferrari, não? Grande sacada da Ferrari e de Kamui, que mostra que há vida fora da F1. O WEC já provou ser uma baita categoria e certamente atrairá muitos outros pilotos da F1 em pouco tempo.

Vida longa ao WEC, vida longa à carreira de Kobayashi!

Kobayashi todo feliz com seu brinquedinho novo (Foto: Instagram)

Kamui testou sua F458 Italia em Vallelunga (Foto: Instagram)

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42 respostas para A Ferrari de Koba-san

  1. Ana Paula disse:

    Faço parte do pequeno público feminino que adora corridas de carros. Sinto-me, por vezes, discriminada quando estou com os meus amigos e realizo comentários. Mas acho que o Kamui Kobayashi merecia estar na Fórmula 1, por ser célere, corajoso e talentoso. Com a volta da Honda, espero que o japonês consiga um cockpit.

  2. Olavo Alves disse:

    NÃO QUERO O KAMUI KOBAYASHI NO WEC!!!

    É provável que o nipônico regressará ao circo da F-1, com o grupo Honda. Tradicionalmente, a citada montadora nipônica fornece propulsores para duas escuderias. Uma delas será, com certeza, a Mclaren e outra, por enquanto, é um enigma. Kamui, a meu sentir, terá oportunidade neste segundo time.
    Vale lembrar que o Koba-san poderá, outra vez, abrir o site para receber doações de fãs de seu país. O “racer” da Terra do Sol Nascente já tem oito milhões de euros (coletados em 2012) e nada obsta que arrecade ainda mais. Entendo que o Mito voltará em 2014 SEM a Honda, mas, em 2015, estará na segunda escuderia que receberá os motores japoneses.

  3. Carlos Souza da Silva disse:

    O Kamui Kobayashi é um show à parte, com o seu estilo aguerrido, combativo. Recordo-me de ultrapassagens de tirar o fôlego, que este nipônico proporcionou aos fãs da Fórmula 1. A minha avó de 80 anos me perguntou na derradeira corrida o seguinte: “cadê aquele japonês bom de ultrapassagens?” A velhinha não conseguia compreender o porquê dele ter sido dispensado pela Sauber, no ano passado. Expliquei a ela que o Mito poderá retornar com a Honda, em 2014 ou 2015, sendo que a vovó ficou deveras exultante. Sou fã confesso do Kobashow e faço votos que ele regresse em breve.

  4. Ícaro Bustamante disse:

    Aprecio muito o jeito de pilotagem do Kamui Kobayashi, ou Mito, ou “Kobashow”. Na minha opinião, o japonês tem os seguintes pormenores:

    → erra pouco;
    → veloz, ligeiro;
    → audaz, valente;
    → humilde, simples;
    → carismático, simpático;
    → afável, bem-educado.

    Será que o Koba-san estará o grid em 2014? Não sabemos, mas espero que o nipônico esteja, no ano que vem, numa equipe competitiva. A Honda vai ajudá-lo? Desejo que sim, mas parece que ela só regressará em 2015.

    Abraços.
    Ícaro Bustamante

  5. Edgar Bianchi Filho disse:

    Se realmente a Ferrari sacar o Massa ano que vem ele é um candidato forte pra ficar no lugar.Mas que eu queria mesmo e que ele fosse pra mclaren no lugar daquele mexicano playboyzinho que pra mim não fara nada esse ano

  6. HARISSON KERTZMAN SOARES disse:

    Eventualmente, o Kobayashi retornará na temporada do ano que vem, na sua ex-equipe, ou seja, a Sauber. O australiano da Red Bull pode estar com os dias contados e o Massa, se não for bem, poderá ser dispensado da Ferrari. Assim, duas vagas surgiriam, sendo que os promissores Nico Hülkenberg e Jules Bianchi aparecem como nomes fortes para substituir o Weber e o Felipe.

    Esteban tem o patrocínio da América Móvil e continuará no citado time suíço. Mas se Nico firmar contrato com a Red Bull ou a Ferrari… O Koba-san, por certo, deverá fazer a sua parte e arranjar dinheiro, bons patrocinadores para a escuderia chefiada pela indiana Monisha. Os fãs nipônicos do Mito já mostraram que podem contribuir com milhões. O jovem por pouco se tornou o primeiro piloto a ser amparado por sua própria torcida.

    Com o Kamui, em 2014, no time do Peter e da Kaltenborn, já se pode deduzir que a Honda poderia eleger a Sauber para receber os seus equipamentos, em 2015, além da Mclaren. Sabe-se que sete das onze escuderias estão em seriíssimas dificuldades financeiras e entendo que a dupla mencionada adoraria obter, gratuitamente, os propulsores japoneses. A indiana e o suíço já laboraram com o Mito e, por entrevistas, nota-se, nitidamente, que os dois gostavam do rapaz.

    Um rápido e consistente piloto da Terra dos Samurais – o melhor que apareceu na “Formula One” – guiando um carro com tecnologia da Honda, que é uma corporação que causa orgulho ao povo do Japão. Tudo a ver, não? Destarte, presume-se que empresas como Toshiba, Kirin, Takeda, Dentsu, Mitsui etc. se sintam encorajadas a patrocinar o moço.

    Em 2015, não tenho dúvidas de que teremos um Sauber/Honda Turbo, com o gente fina Koba-san.

  7. Wesley Camargo Rettondini disse:

    Já fui dekassegui, sendo que trabalhei numa fábrica de autopeças do grupo Toyota. Contudo, ainda tenho muitos amigos que laboram na Terra do Sol Nascente. Quando deixei o Japão, o Kamui Kobayashi era piloto de testes da Toyota Racing e impressionou muitas pessoas, quando substituiu o lesionado Timo Glock.

    Posteriormente, o Kamui, mesmo sem patrocinadores, foi contratado pela suíça Sauber. Em três temporadas, construiu uma boa reputação, tendo ganhado a afetuosa alcunha de Mito no Brasil. Salvo engano, o primeiro a usar tal terminologia foi o jornalista Celso Itiberê, mas acabou sendo empregada por outros profissionais.

    Como é sabido, lamentavelmente, o Koba-san acabou dispensado no ano passado, por falta de patrocinadores. Monisha Kaltenborn, chefe de equipe da Sauber, sentenciou: “é importante, para a estabilidade do time, continuar com os parceiros”. Entenda-se: patrocinadores mexicanos que pressionaram pela promoção do Esteban Gutiérrez.

    O campeão mundial de 1980, Alan Jones, assim se manifestou: “Sempre admirei e apoiei pilotos que demonstrassem coragem, agressividade controlada e forte determinação – as qualidades que vejo em Kobayashi-san. Gostaria de vê-lo no pódio novamente e estou certo de que Peter Sauber estava muito feliz com seus resultados até então”.

    Os meus colegas dekasseguis costumam ir ao Grande Prêmio do Japão, oportunidade em que já entraram em contato com o Kobayashi. De acordo com eles, o nipônico é uma pessoa simplíssima e simpaticíssima, ao contrário de certos pilotos que só sorriem, quando estão sendo fotografados ou filmados. O japonês é prazenteiro, risonho mesmo sem uma câmera ou filmadora da Nippon Hoso Kyokai, do Asahi Shimbun, da Fuji Television Network etc. Para a minha amiga Vanessa Sales, é como se conversasse com um amigo de longa data.

    Por derradeiro, como é provável o retorno do grupo Honda (reportagens da “Auto Motor und Sport”, “Speedweek”, “The Sun” e BBC) ao circo da F-1, o nipônico tem chance considerável de voltar. Não na Mclaren, mas num segundo time que receberá os propulsores. Historicamente, a montadora fundada por Soichiro Honda fornece motores para duas equipes.

    • Fernando disse:

      Verdade. Lembro da última experiência da Honda na F1, quando forneceu para a equipe oficial e também para a saudosa Super Aguri. Quanto ao Kamui, tive a oportunidade de entrevistá-lo, ainda que brevemente, em Interlagos. Sujeito gente finíssima e bastante simpático. Fará falta à F1 mas, enquanto estiver no WEC, que seja feliz demais por lá. O macacão vermelho da Ferrari ‘orna’ (como falamos aqui no interior) bem com ele.

      Abraço e obrigado pela audiência!

  8. Ivan Rocha disse:

    O Kamui Kobayashi é digno de estar na Fórmula 1. Desejo muita sorte ao japonês no Campeonato Mundial de Endurance, mas espero que ele retorne ao circo da F/1.

  9. Reginaldo Leite disse:

    Aposto que o Kamui Kobayashi vai se divertir muito no WEC, mas, ano que vem, com certeza, ele estará de volta ao campeonato de Fórmula 1.

  10. Luís Carlos disse:

    O Kobayashi está fazendo falta no grid. O lugar dele é a “Formula One”.

  11. Mariana disse:

    O carro Ferrari do japonesinho é bem bacana! Torço pelo sucesso do Mito no WEC!

    Koba, seja muito feliz! Mas volte para a F.1, num carro com propulsor Honda! Você merece!

  12. Sérgio disse:

    Kobayashi é um bom piloto e acho que tem potencial para regressar à F-1.

  13. Marcos Xavier disse:

    Eu ainda sonho em obsevar o Kamui Kobayashi num time topo de linha da Fórmula1.

  14. Victor Costa disse:

    Admiro muito o japonês mas acho que num primeiro momento pode encontrar muitas dificuldades de adaptação no WEC em razão do seu estilo agressivo de pilotagem, haja vista que nas corridas de endurance o piloto tem que ser cerebral para poupar o equipamento e essa não é uma característica marcante de Koba. Caso ele assimile bem essa necessidade de poupar o equipamento poderá voltar mais completo e experiente para a F1. De outra banda, acho que o perfil do endurance se encaixa mais no do Bruno Senna que sempre me pareceu um piloto mais conservador, racional.

  15. Aílton Mazza disse:

    Vale a comparação entre o Kamui Kobayashi e um samurai pela bravura com que ele conduziu o seu Toyota e o seu Sauber, na Fórmula 1. Assistia aos seus shows de ultrapassagens, com muito entusiasmo. Por corolário, acho que o nipônico recebeu, merecidamente, a alcunha de “Kobashow”. Realmente, há uma probabilidade muito grande do Mito voltar, pelas seguintes razões: tem talento, causou boa impressão em sua passagem pelo circo, tem fãs capazes de doar milhões e, é claro, o retorno da transnacional Honda.

    As ultrapassagens são o âmago (essência) das corridas e este veloz japonês é, seguramente, um “expert”.

  16. Lucas H. R. Delourenço disse:

    Saudades do Kobayashi na Fórmula 1… As portas do circo jamais, repito, jamais estarão fechadas para um piloto como o Mito.

    No momento, porém, divirta-se com o formoso Ferrari das fotos.

    L. Delourenço

  17. Gasparini disse:

    Uma breve e empolgante passagem pela Toyota Racing e um convincente trabalho pela Sauber Motorsport. Na escuderia japonesa, um estreante aplicou um lindo “X” para suplantar o campeão daquele ano, 2009, Jenson Button da Brawn (fato sucedido no GP do Brasil). Esta, aliás, foi a melhor equipe daquela temporada. No time suíço, em seu primeiro ano, 2010, um jovem destacou-se por superar o bicampeão Fernando Alonso e Sébastien Buemi na derradeira volta do GP da Espanha, passando da 9º para a 7º posição. No ano passado, um emocionante pódio em sua terra natal.

    O prenome e o sobrenome do piloto japonês é Kamui Kobayashi, o Mito ou Kobashow. Parafraseando o jornalista Livio Oricchio, “não há como não ser fã de Kamui”. Eu também sou um deles.

    No blog do Sr. Victor Martins, curiosamente, muitos missivistas desejam o Koba-san na austríaca Red Bull Racing, ao lado do talentoso germânico S. Vettel. Recomendo, para tanto, a visita ao seguinte tópico: “Não sei vou ou se fico”. Neste respeitável espaço e no blog do Flavio Gomes, os leitores sonham com o Kobayashi, num carro com propulsor Honda. Vai entender…

    Diego Gasparini

  18. Hely Mendonça da Costa disse:

    O Japão poderia ter uma escuderia na Fórmula 1 desvinculada de uma montadora local, como a extinta Super Aguri. Esta equipe não precisaria ter, necessariamente, um propulsor de marca nipônica. Contudo, ao menos um piloto de nacionalidade japonesa deveria ser contratado, desde que, naturalmente, de boa técnica. O Kamui Kobayashi se enquadraria, impecavelmente, nesse pré-requisito.

    Como é cediço, no referido país, há os chamados “keiretsu” (conglomerados), tais como o Mitsubishi, Mitsui, Sumitomo etc. Um deles, por exemplo, instituiria um time, sendo que as empresas do conglomerado (banco, corretora, “trading”, fabricante de eletrodoméstico etc.) manteriam a escuderia.

    Acho formidável haver, no circo, equipes de diversas nações como Índia, Rússia, Alemanha, Itália, Malásia, Suíça, Áustria etc.

    Mas me parece que as companhias do “país das gueixas” não estão interessadas nisso. Uma pena!

    Koba-san de volta à F-1, JÁ!

  19. Heitor Nunes disse:

    Bom, pelo menos, o japonês não ficará parado este ano. Uma pena que ele não esteja na F 1.

  20. Florêncio R. Rosa disse:

    Eu peço uma coisa para o Koba: VOLTE PARA A F-1!

  21. Wesley Camargo Rettondini disse:

    O Kamui Kobayashi é aquele tipo de piloto que você sempre espera que faça algo distinto nas pistas. No princípio, tive uma certa suspeição em relação ao nipônico. Impressionou-me as suas duas corridas pela escuderia da Toyota, mas mantive os pés no chão, quando ele foi contratado pela Sauber.

    O que me deixou estarrecido foi o fato dele não ter levado patrocinadores ao time suíço e, precisamente, manter-se por três temporadas nele. O acionista controlador Peter Sauber tem a tradição de acertar com pagantes. Novidade, alguma. O Mito, porém, ficou o período em tela, pela capacidade, como afirmou o Peter.

    Katayama, Suzuki, Sato, Nakajima, Takagi etc. foram amparados por grandes multinacionais de seu país. A crise na maior potência econômica do planeta e as catástrofes naturais do Japão provocaram o desinteresse das empresas japonesas em custear o Koba-san. Um pena, indiscutivelmente. Certa vez, li, num blog, um internauta dizendo que “o Kobayashi era o piloto certo, no momento errado”. Faz todo o sentido.

    Acabei tornando-me fã do Mito, pela figura humana que é e, mormente, por dar-me a alegria nos finais de semana, com o seu estilo de pilotagem aguerrido. Voltei, inclusive, a despertar de madrugada para acompanhar as corridas.

    Não só eu, mas muitos pelo visto, torcem pelo regresso do japonês ao circo da Fórmula 1. O abalizado Celso Itiberê, em recente artigo, acredita que a escuderia chefiada pela hindu Monisha, deveria ter mantido o Koba para fazer dupla com o germânico Nico Hülkenberg. No ano passado, o mencionado jornalista manifestou o anseio de observar o Kamui na Ferrari. Em recente pesquisa do blog do Victor Martins, o nome do Koba-san foi exaustivamente citado para substituir o Mark Weber, na austríaca Red Bull-Renault.

    Por outro lado, eu ficaria álacre se recebesse a notícia de que o Kobayashi-san ajustou com uma escuderia munida com os propulsores Honda V6 Turbo. O Mito faz jus a um time de primeira linha, como a Red Bull, a Mercedes, a Ferrari ou a Mclaren. Além do mais, o jornalista Jonathan Noble, da revista inglesa “Autosport”, chegou a elaborar um artigo intitulado “A Mclaren pegou o cara errado da Sauber?”.

    Juntar em apenas poucos dias 8 milhões de euros de doações dos admiradores é um fato inolvidável. Trata-se, unicamente, de valor arrecadado com os simpatizantes de sua nação. Para a temporada do ano que vem, o Kamui poderia deixar meses a sua conta aberta para arrecadações e, até mesmo, permitir que não-japoneses contribuam. No final de 2012, só os nipônicos puderam colaborar.

    Imagine-se, exemplificativamente, se o Kobashow acumulasse um montante para instituir a própria escuderia: uma Shinwa Racing F1 Team (shinwa é mito). Recorde-se que a Spyker foi comprada pelo Vijay Mallya por € 90 milhões, transformando-se na atual Force India. O Kamui ajuntou € 8 milhões num período curtíssimo de tempo. A Marussia e a Caterham estão em situações financeiras delicadíssimas e poderiam ser adquiridas… O resto, eu conto abaixo.

    O motor seria, provavelmente, o Honda e, no Japão, há diversas fabricantes de autopeças, tais como: a Denso, a Aisin, a Keihin, a Akebono, a NSK, a Takata, a Yazaki, a Yuasa, a Enkei, a Nisshinbo etc. Elas poderiam prover, gratuitamente, de componentes automotivos o novel time.

    Três das maiores produtoras de fibra de carbono do planeta são nipônicas, quais sejam: a Toray, a Mitsubishi Rayon (grupo Mitsubishi Chemical) e a Teijin. Juntas, elas abocanham cerca de 70% do mercado mundial do setor. Uma delas poderia prover, de graça, a fibra de carbono para a produção dos chassis. Se qualquer das três não se interessar, ainda teríamos a Kureha, a Osaka Gas, a Unitika e a Nippon Carbon.

    A JX Holdings, a Idemitsu Kosan, a San Ai Sekyu, a Cosmo Sekyu, a Tonen ou a Taiyo Oil poderia suprir, gratuitamente, a equipe com a gasolina. A parafernália eletrônica poderia ser da Toshiba, da Hitachi, da Sony, da JVC Kenwood, da Fujitsu, da Panasonic, da Mitsubishi Denki etc. O provimento do equipamento seria, assim espero, também gratuito. Os pneumáticos, infelizmente, não poderão ser da Yokohama, da Sumitomo, da Toyo ou da Bridgestone, pois a Pirelli é a fornecedora oficial do circo. Mas já dava para fabricar um monoposto, com muitas peças nipônicas, almejando, por óbvio, que elas sejam providas sem cobrança. Naturalmente, as marcas das fornecedoras estampariam os macacões e os chassis dos veículos, além do site da escuderia.

    O design do chassi poderia ficar por conta dos doutos professores da Tokyo Daigaku, dos engenheiros da Dome Co., Ltd etc., utilizando-se dos excelentes túneis de vento das Kawasaki Heavy Industries ou da Toyota Motorsport. O maquinário para a feitura dos chassis seria da responsabilidade da Yaskawa ou da Yokogawa ou da FANUC (grupo Furukawa). Nada obsta selecionar uma firma estrangeira, como a estadunidense Swift Engineering, cujo dono é o japonês Hiro Matsushita, neto do fundador da Panasonic. A ianque projeta e produz os chassis da Formula Nippon Racing, hoje, Super Formula.

    Caso a Honda viesse a retira-se, a Mugen poderia desenvolver os propulsores V6 Turbo para o Kamui, baseando-se, inicialmente, nos derradeiros motores Honda da McLaren e do seu próprio time. A Mugen foi fundada pelo engenheiro Hirotoshi Honda, filho do criador da Honda Giken Kogyo K.K. (Honda Motor Co., Ltd.). A Toda Racing também faz propulsor de corrida, mas é menos perita. Ficaria com a Mugen que teve algum êxito com a irlandesa Jordan, no final da década de 90. O alemão Heinz-Harald Frentzen terminou o Mundial de Pilotos em 3º, bem como a escuderia Jordan – Mugen. A Isuzu, outra alternativa, já produziu um protótipo de motor V12 de F-1 e quase entrou na categoria, com a Lotus, na década de 90. A Yamaha construiu propulsores para a Zakspeed, a Tyrrell, a Jordan e a Arrows. Outra opção, portanto.

    É a segunda vez que comento neste blog e já afirmei que labutei na terra das gueixas, dos ninjas e dos samurais. Fui, inclusive, empregado de uma subsidiária do grupo Toyota. O Japão é um país fantástico, com uma cultura esplêndida e uma tecnologia invejável. Ademais, o seu povo é bem-educado, disciplinado e organizado. Sou um fanático pela nação do Sol Nascente, apesar da minha ascendência lusitana e italiana. Eu queria ser japonês para “chegar” na Jéssica Michibata, na Reika Hashimoto, na Kurara Chibana, na Koyuki Kato etc. A mulher nipônica é um enigma, que eu sempre almejei decifrar.

    Ainda possuo amigos por lá que, sendo que alguns trabalham em fábricas pertencentes à Honda, que tem mais de 4.100 empresas. Sim, há, verdadeiramente, boatos de que o Kamui Kobayashi regressará com a Honda Motor. Os meus colegas dekasseguis já escutaram estes rumores, com os seus companheiros -nipônicos natos- de labor. Fanáticos de olhos puxados se manifestam, por vezes, pela rede mundial de computadores, pleiteando a volta do Mito, com a Honda. Só que as escritas Kanji, Kokuji, Katakana e Hiragana são indecifráveis para os nós, ocidentais.

    Na terra do xintoísmo, o nome do Takuma Sato tem sido destacado para retornar ao circo, por sua intensa ligação com a Honda. Na F1, Takuma-kun guiou pela Jordan, BAR e Super Aguri, quando estas foram equipadas com os motores da citada fabricante. Na Indy, a situação não é diferente, sendo que o Sato-san está no seu terceiro time, sempre com os V6 Turbo nipônicos da empresa fundada por Soichiro Honda.

    A Honda poderá prover, no futuro, mais de duas escuderias com os seus propulsores, como sucede, hoje, com a Ferrari, a Mercedes e a Renault. Presentemente, a Ferrari equipa a Sauber e a STR. A Mercedes, no caso, a Mclaren e a Force India. Por sua vez, a Renault tem, como clientes, a Lotus, a Red Bull, a Williams e a Caterham. Repita-se: no Japão, há um diz-que-diz-que a empresa do robô Asimo poderá, sim, eventualmente, munir mais de duas equipes. Contudo, pelo histórico da companhia podem ser, de fato, dois times apenas. Décadas atrás, ela equipou a Williams e a Lotus e, depois, a Mclaren e a Tyrrell. Nos anos 2000, num primeiro momento, a BAR e a Jordan e, posteriormente, a Honda F1 Team e a Super Aguri. Novos motores de menos impactos ambientais teriam sido a base para o retorno da montadora.

    Kobayashi e Sato (ou um apenas) retornariam, eventualmente, nas outras duas equipes com os V6 Turbo Honda, excetuando-se, claro, a Mclaren. São burburinhos, repito, vindos do Japão, que estou sabendo através dos meus colegas dekasseguis. Há, obviamente, certas matérias propaladas pela imprensa daquele país, que nem sempre chegam ao ocidente. Da mesma forma que nem tudo o que é divulgado no Brasil ou em qualquer outro país percorre o mundo.

    Não se pode menoscabar o nome do Taku, pois a Honda gosta de ter alguém experimentado labutando para si. Tal corporação desejava contar com o veterano Barrichello na Indy e faz questão de bancar o Sato, nessa mesma categoria. Não obstante a idade, o Takuma poderá ser aproveitado, na F1, pela experiência. Ademais, não há qualquer óbice para o Mito passar para debaixo do guarda-chuva da Honda. Ela sabe que o Koba-san é um racer jovem e, sobretudo, hábil e com certo tirocínio. Ressalte-se que o Kobashow não está preso por contrato ao grupo Toyota, apesar de ter entrado na F-1 pela Toyota Racing.

    Lembrando que a Panasonic Corp., ex-Matsushita, quase patrocinou o Koba e, por consequência, a Sauber, mas a crise financeira fez com que o gigante dos eletrodomésticos recuasse. Todavia, o iene está ficando mais frágil que a moeda dólar, devido à política econômica do premier Shinzo Abe, conhecida por “abenomics”. As bolsas de Tokyo, Nagoya, Fukuoka, Sapporo e Osaka já exibem elevações, ganho nos papéis das principais companhias exportadores. Com o avanço na lucratividade e no faturamento, elas poderão rever os seus planos e voltar a investir na F-1. Decerto, a luz no fim do túnel se acende para o Mito e cada vez com mais força.

    Por fim e sem a aspiração de me estender ainda mais, há que se considerar que o Japão está desenvolvendo novas tecnologias verdes, dado o perigo de se manter usinas atômicas. São fabricantes de painéis solares, de equipamentos para usinas de energia geotérmica, eólica e maremotriz, que estão se agigantando. Estas, igualmente, pretendem alienar os seus produtos no mercado estrangeiro e nada melhor que exibir as suas marcas nos carros de Fórmula 1. Fiquem espertos, pois nomes como Kyocera Solar, Solar Frontier, Japan Wind Development, Eurus Energy Holdings Corporation, Ohisama Shinpo Energy, ZENA System, Kaneka Corp, Fuji Denki etc. poderão estar no chassi do carro do Kamui Kobayashi e, quem sabe, do Takuma Sato, na categoria mais famosa do automobilismo.

    Eu sou Wesley Camargo Rettondini.
    Contacto: wcrettondini@zipmail.com.br

  22. Lucas Capez disse:

    Acho que o Kamui Kobayashi conquistou a simpatia do público pelo bom trabalho que realizou na Toyota e na Sauber. A popularidade do Koba-san pode ser explicada, também, por sua procedência humilde e jeito simples e alegre de ser. Quem sabe, por isso, que os brasileiros se identifiquem nele. É só uma tese.
    Ao ler o comentário do Wesley Rettondini, percebo que muitas coisas fazem bastante sentido. A Honda poderia fornecer motores para mais de duas equipes, pois, em breve, teremos, exclusivamente, três fabricantes de propulsores (Ferrari, Renault e Mercedes-Benz). A britânica Cosworth sairá da F-1 este ano e, ademais, ela foi posta a venda pelos sócios.
    Por que a Toyota não desenvolve um V6 Turbo? A japonesa está vendendo automóveis como nunca (quase dez milhões). Aumentaria, até mesmo, a chance do Mito regressar ao circo.
    Deixo, aqui, o meu elogio aos blogs do Warmup, que são bem legais.

  23. Paulo Ramos disse:

    A Honda fornecer motores para mais de duas escuderias é factível. Na época em que ela possuía uma equipe, o seu orçamento aproximava-se dos quatrocentos milhões de dólares. No futuro, estima-se que um pacote de propulsores V6 turbo ficará em torno dos 20 (vinte) a 25 (vinte e cinco) milhões de euros. A montadora poderia, em tese, equipar de graça 3 (três) times e, ainda assim, teria um custo menor do que manter uma equipe. Claro que há, outrossim, a despesa do desenvolvimento do produto.

    Ainda que só a McLaren receba, gratuitamente, o equipamento da Honda, esta poderia dar descontos significativos para que os demais clientes contratem o Sato e o Koba-san. De qualquer forma, as chances do Kamui e do Takuma regressarem ao circo são plausíveis. É mister ressaltar que a empresa nipônica sempre traz algumas fabricantes de autopeças consigo, o que reduzirá ainda mais os orçamentos das suas freguesas.

    Na presente temporada, a Cosworth deixará a competição, o que diminuiria a apenas três marcas de propulsores. Hodiernamente, o quadro é o que se segue (V8 aspirado):

    Renault com 4 clientes:
    – Lotus F1 Team;
    – Williams F1;
    – Caterham F1 Team;
    – Red Bull Racing.

    Propulsor Mercedes-Benz com 3 times:
    – Mercedes AMG Petronas Formula One Team;
    – Sahara Force India Formula One Team;
    – Vodafone McLaren Mercedes.

    Motor Ferrari com 3 escuderias:
    – Scuderia Toro Rosso;
    – Sauber F1 Team;
    – Ferrari.

    Obs.: Só a Marussia utiliza o Cosworth.

    Mas, a partir de 2014 ou 2015, o time de Woking vai de Honda. A STR de Renault V6 turbo e a Force India continuará com a marca alemã.

    Sendo 11 (onze) escuderias, cada montadora poderia ficar com até três freguesas, exceto uma que permaneceria com duas clientes. A reportagem de uma respeitada revista germânica menciona que 7 times estão em situações financeiras complicadas. Se a Honda entregar o seu pacote de propulsores de graça a uma segunda escuderia, ela poderá impor a presença de um piloto japonês. Acho que a corporação nipônica deixaria o balzaquiano Takuma na Indy e apostaria na juventude do Mito.

    A minha prima mora na Itália e é casada com um jornalista, que não trabalha na seção de esportes de um diário. O marido dela, contudo, conhece o pessoal que cobre as corridas, o futebol etc. Alguns colegas dele acreditam que o Kamui é uma espécie de “soldado de reserva” da Ferrari. Cockpits na RBR e na Ferrari poderão ficar sem dono e dois jovens pilotos europeus são tidos como potenciais candidatos para essas vagas. Um deles, porém, é ainda inexperiente, mas parece ser promissor.

    Koba está no WEC, justamente na equipe da Ferrari, sendo que a Sauber, seu ex-time, emprega propulsores da referida marca italiana.

  24. Paulo Ramos disse:

    O meu comentário foi direcionado ao Sr. Wesley Camargo Rettondini.

  25. Alcyr Melcher disse:

    Não é admissível que a Honda não possa ajudar o Kamui Kobayashi a voltar ao circo da Fórmula 1. Ao longo de anos, as montadoras japonesas bancaram pilotos de qualidade duvidosa. Vejam, abaixo, o levantamento feito sobre nipônicos que foram auxiliados pela Toyota, Yamaha, Honda e Mugen:

    Satoru Nakajima:
    Lotus – Honda (1987 e 1988)
    Tyrrell – Honda (1991)

    Aguri Suzuki:
    Zakspeed – Yamaha (1989)
    Footwork – Mugen (1992 e 1993)
    Ligier – Mugen (1995)
    http://www.mugen-power.com/

    Shinji Nakano:
    Prost – Mugen (1997)

    Ukyo Katayama
    Tyrrell – Yamaha (1993, 1994, 1995 e 1996)

    Takuma Sato:
    Jordan – Honda (2002)
    BAR – Honda (2003, 2004 e 2005)
    Super Aguri – Honda (2006, 2007 e 2008)

    Kazuki Nakajima
    Williams – Toyota (2007, 2008 e 2009)

  26. J. H. Gonçalves disse:

    Acho que o Koba poderia estar na Lotus, ao lado do talentoso Kimi Räikkönen. Mas acredito que a Sauber deveria ter mantido o nipônico, pois, assim, teria uma dupla de respeito com o eficiente Nico Hülkenberg.

  27. Wesley Camargo Rettondini disse:

    Fãs do Kamui Kobayashi:

    Toyota pode voltar à F-1 com a marca Lexus:

    http://quatrorodas.abril.com.br/grid/noticias/geral-toyota-pode-voltar-f-1-marca-lexus-336333_p.shtml

  28. Lúcio Porto disse:

    Caramba! Que legal! Se a Toyota voltar como escuderia Lexus e a Honda fornecer motores para a Mclaren e a Sauber, o Kobayashi tem chances fortíssimas de retornar à F-1. No caso do time suíço, o Peter Sauber já conhece o estilo de pilotagem do japonês, sendo que ele só não teve o contrato renovado por falta de patrocinadores. Ocorreu, inclusive, um certo clamor popular pela permanência do Mito na escuderia chefiada pela hindu Monisha. O Takuma Sato deve estar, também, torcendo! O Sato sempre foi um piloto bancado pela Honda.
    O BloGP poderia escrever uma matéria sobre os possíveis regressos das montadoras nipônicas Toyota e Honda e as consequências.

  29. Abel Nogueira disse:

    É mais completa esta reportagem:

    Toyota estaria preparando o retorno à Fórmula 1 com a marca Lexus

    http://www.correiodopovo.com.br/blogs/pitlane/?p=15645

  30. Nilo Zaffaroni disse:

    Em 2014 ou 2015, já consigo imaginar o japonês num carro da Toyota Racing (ou Lexus Racing) ou, talvez, num monoposto da Sauber – Honda.

  31. Alberto Fagundes disse:

    Acabei de assistir ao GP da Fórmula Indy que culminou com a vitória do Takuma Sato! Acho que o Sato voltará com a Honda e o Kamui Kobayashi com a Toyota ao circo da F-1.

  32. Mauro Santana disse:

    Circula pela Internet:

    Toyota has been cited by Swiss newspaper Blick’s veteran correspondent Roger Benoit who reported that, “Yes, even Toyota is toying with a comeback. The Japanese have Williams in sight, and they could get Japanese favourite Kamui Kobayashi back in a race cockpit

    O veterano correspondente Roger Benoit, do jornal suíço Blick, disse no Bahrain: “Sim, a Toyota está considerando um retorno. Os japoneses têm a Williams em vista, e eles poderiam levar o japonês Kamui Kobayashi de volta para um cockpit de corridas”, comentou.

  33. Samuel Paoli disse:

    Ele era um dos pilotos mais combativos e empolgantes da F1!

    Tomara que volte no ano que vem!

    Você sempre terá o meu apoio, onde quer que esteja!

    Volte, logo!

    Koba, o Mito!

  34. Mateus Portocarrero disse:

    O Kamui Kobayashi pode estar com sorte (F1 Today.net):

    “The small teams are worried. Currently, they pay around EUR 10 million per year for a customer engine supply, but next year’s V6s are expected to cost between EUR 20 and 23 million. Mercedes chairman Niki Lauda insists: “The longer the contract period, the less it will cost our customers in the long run. In the end, (it will cost them) no more than today.” Therefore, Force India has reportedly extended its Mercedes deal for five years.

    Sauber, however, could be looking for a new solution, having hinted in Shanghai a week ago that it can not afford to pay Ferrari’s price-tag around the 20 million mark. “It is rumoured Sauber will have Honda power, alongside McLaren in 2015,” Schmidt reported. “Honda would have preferred to focus on just one team, but FIA president Jean Todt apparently intends to make the manufacturers share the customers fairly amongst themselves.” ”

    http://www.f1today.net/en/news/sauber-rumoured-to-go-for-honda-power-in-2015

  35. Ana Paula dos Santos disse:

    Não vejo a hora do Koba-san retornar aos campeonatos de Fórmula 1. Quero muito que a Toyota volte como escuderia e coloque o japonesinho como piloto titular, pois ele era reserva em 2009. Entretanto, a montadora tem que possuir um bom projeto e não abandonar o circo na próxima crise econômica.
    Se a Honda ter a Sauber como cliente, ela poderia apostar na consistência e experiência do Kamui e colocá-lo no time suíço. É melhor deixar o veloz Takuma Sato na IndyCar.

  36. Ricardo Machado disse:

    A Fórmula 1 foi muito injusta com o Kamui Kobayashi. Ele tem talento de sobra para estar na principal categoria do automobilismo mundial.

  37. Gilberto Simões disse:

    Fernando Silva:

    Li a matéria sobre o possível retorno da Toyota na página do Grande Prêmio. Contudo, é mister advertir que a aludida montadora poderá, sim, voltar como escuderia de acordo com o Club Lexus:

    http://www.correiodopovo.com.br/blogs/pitlane/?p=15645

    http://www.clublexus.com/articles/news/club-lexus-exclusive-toyota-lexus-to-re-enter-formula-one-in-2014.php

    http://quatrorodas.abril.com.br/grid/noticias/geral-toyota-pode-voltar-f-1-marca-lexus-336333_p.shtml

    MATÉRIA DO GRANDE PRÊMIO

    Toyota também pode voltar a fornecer motores para a F1 em 2015, utilizando nome da marca Lexus

    http://grandepremio.com.br/f1/noticias/toyota-tambem-pode-voltar-a-fornecer-motores-para-a-f1-em-2015-utilizando-nome-da-marca-lexus

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